conecte-se conosco


POLÍTICA NACIONAL

Pesquisa: Haddad lidera em SP com 30%, França tem 17% e Tarcísio, 10%

Publicado

source
Candidatos a governador do estado de São Paulo
Reprodução/Montagem iG 12.5.2022

Candidatos a governador do estado de São Paulo

A Pesquisa Genial/Quaest para eleição para o governo de São Paulo, divulgada nesta quinta-feira (12), apontou que o ex-ministro Fernando Haddad (PT) lidera as intenções de votos, com 30%, seguido pelo ex-governador Márcio França (PSB), 17%.

Na sequência, estão o ex-ministro Tarcísio Freitas (Republicanos), com 10%, e o governador Rodrigo Garcia (PSDB), com 5%.

Outros seis pré-candidatos marcaram 1%: Felicio Ramuth (PSD), Elvis Cezar (PDT), Vinicius Poit (Novo), Gabriel Colombo (PCB), Altino Junior (PSTU) e Abraham Weintraub (PMB).

Dos entrevistados, os que pretendem votar em branco, anular ou deixar de votar é de 19%. Os indecisos representam 14%.

Primeiro turno

Cenário 1

  • Fernando Haddad (PT) – 30%
  • Márcio França (PSB) – 17%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 10%
  • Rodrigo Garcia (PSDB) – 5%
  • Felicio Ramuth (PSD) – 1%
  • Elvis Cezar (PDT) – 1%
  • Vinicius Poit (Novo) – 1%
  • Gabriel Colombo (PCB) – 1%
  • Altino Junior (PSTU) – 1%
  • Abraham Weintraub (PMB) – 1%
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 19%
  • Indecisos – 14%

Cenário 2

  • Fernando Haddad (PT) – 37%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 12%
  • Rodrigo Garcia (PSDB) – 8%
  • Felicio Ramuth (PSD) – 2%
  • Vinicius Poit (Novo) – 2%
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 26%
  • Indecisos – 13%

Cenário 3

  • Márcio França (PSB) – 29%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 12%
  • Rodrigo Garcia (PSDB) – 9%
  • Vinicius Poit (Novo) – 3%
  • Felicio Ramuth (PSD) – 2%
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 30%
  • Indecisos – 15%

Cenário 4

  • Fernando Haddad (PT) – 39%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 14%
  • Rodrigo Garcia (PSDB) – 9%
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 25%
  • Indecisos – 13%

Segundo turno

Cenário 1

  • Fernando Haddad (PT) – 38%
  • Márcio França (PSB) – 32%
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 19%
  • Indecisos – 10%
Leia mais:  Advogados manifestam 'desconforto' com AGU na defesa de Wal do Açaí

Cenário 2

  • Fernando Haddad (PT) – 45%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 23%
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 22%
  • Indecisos – 10%

Cenário 3

  • Fernando Haddad (PT) – 44%
  • Rodrigo Garcia (PSDB) – 21%
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 25%
  • Indecisos – 10%

Cenário 4

  • Márcio França (PSB) – 42%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 20%
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 25%
  • Indecisos – 14%

Cenário 5

  • Márcio França (PSB) – 41%
  • Rodrigo Garcia (PSDB) – 18%
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 28%
  • Indecisos – 13%

Cenário 6

  • Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 23%
  • Rodrigo Garcia (PSDB) – 23%
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 37%
  • Indecisos – 17%

Metodologia

Foram entrevistadas 1.640 pessoas face a face entre os dias 6 e 9. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-09290/2022 e SP-00620/2022.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA NACIONAL

Santos Cruz é internado em Brasília após sofrer princípio de infarto

Publicado

source
Carlos Alberto dos Santos Cruz, general de divisão da reserva do Exército Brasileiro
Commons/Sylvain Liechti

Carlos Alberto dos Santos Cruz, general de divisão da reserva do Exército Brasileiro

Ex-ministro do governo Bolsonaro, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz está internado no Hospital das Forças Armadas, em Brasília. O militar da reserva sofreu um princípio de infarto na segunda-feira.

Ainda não há informações sobre o estado de saúde dele ou sobre procedimentos médicos realizados.

Aos 69 anos, o nome de Santos Cruz chegou a ser ventilado como possível candidato à Presidência pelo Podemos. O general se tornou conhecido ao assumir como ministro-chefe da Secretaria de Governo, de janeiro a junho de 2019, e passou a ser crítico ao Governo após o presidente Jair Bolsonaro demiti-lo do cargo.

Procurado pelo GLOBO, o HFA informou que as informações seriam divulgadas pelo Ministério da Defesa, responsável por gerenciar o hospital. A pasta não respondeu até a publicação deste texto. A reportagem também tenta contato com a família do general.

Entre no canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo . Siga também o perfil geral do Portal iG .

Comentários Facebook
Leia mais:  Ao lado de Collor, Bolsonaro critica "velha política brasileira"
Continue lendo

POLÍTICA NACIONAL

PT e PSD negociam chapa em Minas Gerais para possível aliança nacional

Publicado

source
Lula discutiu a situação da eleição em Minas em reunião na última segunda-feira
Divulgação/PT

Lula discutiu a situação da eleição em Minas em reunião na última segunda-feira

PT e PSD negociam a retirada da pré-candidatura ao Senado do deputado Reginaldo Lopes em Minas Gerais para destravar um dos obstáculos que impedem uma aliança nacional entre as duas legendas ainda no primeiro turno das eleições. Em troca dessa desistência, o PSD ofereceu ao PT a possibilidade de indicar o vice da chapa do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil .

Na segunda-feira, Lula discutiu a situação da eleição em Minas em reunião com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), e com Lopes. Reservadamente, lideranças do PT mineiro e aliados dão como certa a retirada do deputado da disputa pelo Senado.

O parlamentar saiu do encontro com a missão de coordenar as negociações no estado, mas negou que o martelo já tenha sido batido sobre a sua desistência de tentar uma vaga de senador. 

“Vou coordenar a aliança entre Lula e Kalil em Minas. Estamos fazendo as conversas agora e ainda não há nenhum formato (de chapa) definido”, afirmou. 

Lopes admite, porém, que haverá um empenho para atrair o PSD nacional:

“Queremos ajudar a compor em Minas para que o PSD nacional também possa integrar a aliança com Lula”.

O acordo no estado estava emperrado, porque o PSD quer manter a candidatura à reeleição do senador Alexandre Silveira, presidente do partido em Minas e braço direito do dirigente nacional da legenda, Gilberto Kassab. Na semana passada, Lula esteve em três cidades mineiras e, por causa do impasse, acabou não se encontrando com Kalil. 

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, tem consultado diretórios estaduais para saber qual deve ser o caminho da legenda na eleição presidencial. Com a saída de Reginaldo da corrida pelo Senado, os petistas acreditam que o PSD de Minas passará a defender o apoio a Lula. Deputados federais do partido no estado, porém, vinham manifestando preferência pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

Leia mais:  Advogados manifestam 'desconforto' com AGU na defesa de Wal do Açaí

Silveira chegou a ser sondado pela segunda vez para assumir a liderança do governo no Senado. Ele chegou a ter uma reunião no Planalto, mas, após conversa com petistas, recusou a oferta. Assim como da primeira vez que foi convidado ao posto, no início do ano, o parlamentar alegou que não poderia contrariar interesses de seu partido.

A expectativa agora é que o senador mineiro se aproxime de Lula para tentar impulsionar a sua votação na disputa pela reeleição. Embora esteja apenas no primeiro ano de seu mandato, após assumir a vaga do ex-senador Antonio Anastasia, Silveira é visto por seus pares como um grande articulador no Congresso e, por isso, mesmo uma aproximação com o Lula não atrapalharia a relação com aliados de Bolsonaro.

A relação do mineiro com o PT já é antiga: ele foi diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) durante a primeira gestão de Lula e é afilhado político do ex-vice presidente José Alencar. 

Kassab já declarou que, em caso de segundo turno entre Lula e Bolsonaro, como indicam as pesquisas, vai apoiar o petista. Nas consultas que têm feito, o presidente do PSD já ouviu 12 estados, dos quais apenas dois (Bahia e Amazonas) defendem o apoio a Lula no primeiro turno. Nove querem a liberação dos diretórios e um (Ceará) é favor de aliança com Ciro Gomes (PDT). O diretório de Minas ainda não se manifestou formalmente. 

A vaga de vice da chapa de Kalil estava reservada para o presidente da Assembleia Legislativa, Agostinho Patrus, também do PSD. Agora, com o acordo com o PT, o deputado estadual espera ser indicado uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE). A indicação do posto que está aberto será da assembleia, onde Agostinho tem bastante influência. 

Para a posição de vice, o PT avalia tanto o nome de Reginaldo quanto o deputado estadual André Quintão.

Ainda que a retirada de candidatura de Reginaldo esteja dada como certa por aliados, o deputado ainda aguarda a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode liberar a indicação de mais de um candidato ao Senado nas chapas aos Executivos estaduais. Essa opção, porém, não seria aceita por Silveira.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o perfil geral do Portal iG .

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana