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Paolla Oliveira reflete sobre enfrentar estereótipos com nova novela

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Atriz Paolla Oliveira reflete sobre nova novela
Reprodução/Instagram – 14.04.2022

Atriz Paolla Oliveira reflete sobre nova novela


De cabeça para baixo, Paolla Oliveira desce a fachada de um prédio de 20 andares fazendo rapel. Não é jogo de cena. No papel de uma experiente dublê de ação em “Cara e coragem”, a atriz tem dispensado a sua “substituta” sempre que possível e encarado desafios do tipo. “Da próxima vez, gravo antes de jantar”, disse ela a Natalia Grimberg, diretora artística da próxima novela das 19h da TV Globo, que estreia amanhã.

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Protagonista do folhetim escrito por Claudia Souto (“Pega pega”), Paolla vai pular contêineres, entrar em carros em movimento e até praticar dança vertical. Apoiada por um time de mulheres nos bastidores, comemora a presença feminina em uma trama com ação no primeiro plano:


—Esta novela tem um mundo muito masculino inserido nela, e a gente está num quarteto fantástico de mulheres: eu, a Taís (Araújo), a Cláudia e a Natalia. É o exemplo perfeito de que não se pode mais botar ninguém em uma gaveta.

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Após um dia atípico de gravação — foram apenas três cenas e nenhuma de ação, quando o normal é passar de 20—, a atriz sentou-se em uma poltrona nos corredores dos Estúdios Globo e, ainda caracterizada de Pat, cedeu uma hora de entrevista.

Paolla conta que “Cara e coragem” se insere em um processo: desde o começo da carreira, ela busca se livrar de rótulos.

— Enfrentei o estereótipo de frágil, de muito doce. Depois, ouvi que era para tomar cuidado com sair no carnaval, porque iam achar que eu só fazia isso. Fiquei com medo e me afastei durante dez anos da Avenida. A sensualidade também foi um pacote ruim para mim. Mas batalhei para que vissem todos os meus lados. Consegui ser camaleônica — reflete a atriz, que este ano não só voltou para a Sapucaí como foi rainha de bateria da campeã Grande Rio.

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Para enfrentar cenas de luta, salto e rapel (Paolla e o companheiro de elenco Marcelo Serrado chegaram a descer paredões na Serra do Cipó, em Minas), é preciso estar em dia com os exercícios e treinamentos. Os atores fizeram, no total, mais de dois meses de aulas de dublê. Na trama, Moa (Marcelo Serrado) e Pat são dublês de ação contratados para ir atrás de uma fórmula secreta que vale milhões. Além da profissão de risco, a heroína precisa lidar com os dois filhos e um marido doente (Carmo Dalla Vecchia).

‘Ação não precisa ser viril’

Corajosa na tela, Paolla conta que precisou enfrentar todo tipo de medo para chegar onde chegou. Criada com três irmãos na Zona Leste de São Paulo, avalia que uma “infância triste, sem muito prazer ou criatividade” pode ter lhe dado o desejo por independência.

— Eu fui criada pra ser medrosa. Os homens eram melhores, meu pai era o provedor. Precisei enfrentá-lo para fazer teatro, até para gostar de certo tipo de música. Mas nunca deixei o medo me paralisar. Uso isso para pular dos prédios, para fazer as coisas que a Natalia pede — diz a atriz, que só recua mesmo diante de baratas. — Tenho pavor (risos).

A disponibilidade física do elenco foi uma grata surpresa para Natalia, que já estava preparada para usar a tecnologia face replacement, na qual as faces dos dublês reais seriam substituídas pelas dos atores. Ela define Paolla como “muito corajosa” e diz que foi ela quem impulsionou Serrado a, literalmente, se jogar também.

Com a experiência de produções variadas como “Cheias de charme”, “A lei do amor” e “Malhação: Vidas brasileiras”, Natalia afirma que a trama de ação (com pitadas de drama, romance e humor) ganha com um toque feminino:

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— Por que sou eu que estou fazendo essa novela? Porque isso veio da cabeça da Claudia, uma mulher incrível. Botar um olhar masculino seria tirar um pouco da essência. A gente já conhece esse tipo de cena de ação, então dou um toque de delicadeza. Uma sequência dessas não precisa ser viril o tempo todo.

‘Meninas podem tudo’

Claudia Souto, autora do folhetim, também precisou tomar sua dose de coragem para se firmar na profissão. Quando começou na emissora, em 1992, era a única mulher na equipe de redatores do programa de humor que escrevia. Sobre escrever uma novela de ação, cuja trama passa por games e tecnologia, é assertiva:

— Meninas podem brincar do que quiserem! E vestirem as cores que quiserem. E irem onde desejarem ir. Estamos em 2022 .

Mistério também embala a trama de “Cara e coragem”. Quando Pat e Moa são contratados para buscar a tal fórmula, conhecem a empresária Clarice Gusmão (Taís Araujo), que os contratou, e Ítalo (Paulo Lessa), instrutor de parkour que tem um caso com Clarice. Depois da dupla voltar de viagem e procurar pela empresária para entregar o item valioso, eles descobrem que ela está morta. Desconfiados, Pat, Moa e Ítalo começam uma investigação por conta própria.

Logo no primeiro capítulo, discussões sobre etarismo também começam a aparecer. Isso porque a dupla de dublês é dispensada de alguns trabalhos por já terem “passado da idade” de fazer acrobacias. E resolvem abrir uma agência própria. É só o começo.

A questão da idade está presente na trajetória da personagem de Paolla Oliveira e, claro, na vida da atriz. Depois de fazer 40 anos em abril e de expor seu relacionamento com Diogo Nogueira, ela vem sendo questionada por fãs em redes sociais sobre maternidade.

— Ainda não é o momento. Saiu até em um lugar que eu não era familiar, amorosa ou até feminina suficiente por ter questões com a maternidade. Mas isso passou, agora se eu tiver que enfrentar uma sociedade inteira para falar disso, eu vou falar. Eu enfrentei meu pai, que tinha o sonho de que eu casasse, que já tivesse cinco netos para ele, mas não é assim. Essa não sou eu — diz Paolla, acrescentando que sempre recebeu elogios de namorados que têm filhos. — Sempre ouço que daria uma ótima mãe.

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Na ocasião do aniversário, ela fez dois pedidos. O primeiro, que a Grande Rio ganhasse o título de campeã do carnaval, já foi realizado. O segundo só vai dar para saber o resultado em outubro. Paolla gostaria de uma troca de governo. Fora isso, diz estar completa.

— O povo fica falando: “E a crise dos 40?”. Que crise, gente? Crise vive o mundo, vive o nosso governo, eu não tenho que ter crise. Só posso ter 40 e ser mais feliz hoje porque eu já tive 20, 25, e caí em todas as ciladas possíveis. “Mas não é muito poético falar que você está mais madura?” Não! Ainda bem que eu estou, porque tem gente com 40 que continua uma anta — acredita. — Não tem nada de clichê, é a vida. A única opção para não envelhecer é morrer cedo, e isso eu não quero.

A autora Claudia Souto e a diretora Natália Grimberg elogiam não apenas o físico da atriz, como o trabalho artístico de interpretação, tendo que saltar de um lado para o outro e ainda colocar emoção. Paolla atribui “estar inteira” também ao processo de amadurecimento.

— Hoje, minha maior dieta é a da cabeça. O que eu me preocupava antes com o físico, agora é com a mente. Preciso estar com meu joelho disponível para pular de 15 metros tanto quanto estar com a ansiedade no lugar — conta Paolla, que malha há 15 anos diariamente. — Já fiz terapia, já fiz ioga, mas nesse trabalho o físico é tão intenso que só dormir até mais tarde tem resolvido o problema.

Fonte: IG GENTE

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Sarah Andrade foge de festa após dar de cara com Lucas Viana

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Sarah Andrade abandona evento após dar de cara com Lucas Viana
Reprodução/Instagram

Sarah Andrade abandona evento após dar de cara com Lucas Viana


Sarah Andrade, pelo visto, não quer ver Lucas Viana nem pintado de ouro. Olha a situação bizarra que a coluna presenciou na noite de quinta-feira (30): a ex-BBB chegou no evento de luxo em um bairro nobre de São Paulo, posou para fotos ao lado de um dos sócios, mas não ficou nem cinco minutos no local. O motivo? Ela deu de cara com o ex-namorado logo na entrada e decidiu juntar suas amigas e sumir dali o quanto antes.


A grande estrategista do BBB21 foi uma das convidadas do lançamento da clínica Transformando Faces, no Casa Bossa, um espaço de eventos no shopping Cidade Jardim, e reuniu um time gigante de celebridades que são atendidas por Igor Castro, especialista em harmonização facial.

Assim que entrou no local, Sarah logo foi recepcionada por Igor. Enquanto os dois posavam para fotos, Lucas apareceu no evento. E aí o clima azedou de vez. Foi o tempo da ex-BBB pegar as amigas pelo braço e sair correndo de lá sem falar com ninguém da imprensa.

O campeão de A Fazenda 11 percebeu o desconforto de sua ex-namorada e ficou muito sem graça. Após conceder algumas entrevistas e posar para fotos, ele se isolou em um dos cantos e interagiu com poucas pessoas. Nos Stories do Instagram ele fez apenas um post na festa, com a seguinte legenda: “Meu mood do momento: vim pela comida”.

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Sarah, que havia se produzido toda para o evento de luxo, decidiu não desperdiçar o look e foi jantar com suas amigas em um restaurante próximo dali. Nos Stories, ela apenas disse que “reagiu” e saiu para jantar porque estava cansada de ficar em casa só assistindo Netflix.

As idas e vindas de Sarah e Lucas são difíceis de acompanhar. Foram tantos términos e reconciliações que a gente nunca sabe ao certo quando os dois estão juntos ou separados. Mas pelo climão que ambos provocaram na festa, deu para perceber que a última separação não foi nada tranquila…

Fonte: IG GENTE

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Escritora Iris Figueiredo exalta apoio de Thalita Rebouças na carreira

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Escritora Iris Figueiredo participa da 26ª Bienal do Livro de São Paulo
Reprodução/Instagram – 30.06.2022

Escritora Iris Figueiredo participa da 26ª Bienal do Livro de São Paulo


Com diversas histórias publicadas e o livro “Céu Sem Estrelas” com os direitos comprados para uma adaptação cinematográfica, Iris Figueiredo chega na 26ª edição da Bienal do Livro como escritora confirmada na programação oficial. O evento sempre teve extrema importância na trajetória da autora, já que foi em uma das edições em São Paulo que compreendeu que poderia tornar a paixão pela escrita uma profissão.

Em entrevista exclusiva ao iG Gente, Iris relembra o momento marcante da adolescência em que conheceu a Thalita Rebouças na primeira Bienal do Livro que frequentou e exalta como a escritora incentivou a jornada dela neste universo. “Foi aí que eu percebi que poderia escrever, porque ela é nova. Achava que escritor era só senhorzinho de cabelo branco, muito velhinho. Não pensava que eu poderia escrever um dia. Queria escrever, mas achava que era algo que eu ia fazer quando eu me aposentar… eu sonhava com a minha aposentadoria”, conta entre risadas.


“Conheci a Thalita Rebouças quando ela ainda estava no comecinho da carreira, publicando os primeiros livros pela Rocco. Ela apresentou os livros para mim e para minhas colegas [da escola], falou deles e foi super simpática. Fiquei super animada”, relata Figueiredo, que segue explicando como só havia “juntado dinheiro para o ingresso e para comer uma pizza e um refrigerante” para a Bienal, então, fez com que uma amiga comprasse o livro da autora.

“Ela [a amiga] leu e depois me emprestou. E foi assim que eu me apaixonei pelos livros da Thalita e também me apaixonei por Bienais. Porque foi ali que eu vivi uma experiência que eu nunca teria vivido de outra forma. Foi mágico, foi a compreensão de que eu poderia escrever. Conheci uma autora viva, falei com ela, ela trocou ideia comigo e disse que eu podia ser o que eu queria ser. Então tudo isso é de suma importância”, destaca.

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De leitora à escritora na Bienal

No dia 2 de julho, Iris Figueiredo participa da Bienal do Livro com um debate sobre famílias e amizades na literatura jovem, ao lado de Vitor Martins e Ilustralu. Escrevendo profissionalmente desde os 19 anos, a autora descreve o evento como “grandioso” e ainda expõe que “a Bienal consegue conectar as pessoas através dos livros”.

“Amo conversar com leitores presencialmente. Penso que é uma oportunidade única de fazer leitores novos, de conquistar pessoas que nunca me leriam. Tem muitos leitores que eu tenho até hoje que foram conquistados no chão de Bienal”, analisa Iris, que ainda diz estar “super orgulhosa” por compor a programação oficial do evento.


Figueiredo também celebra a possibilidade deste contato presencial após tantos eventos virtuais: “Para mim, uma das coisas mais importantes é você ter esse contato. Estava morrendo de saudade e estou muito feliz, porque eu não aguentava mais na internet […] Eu gosto de ter as pessoas por perto, de ouvir as histórias. Porque, muitas vezes, esse corpo a corpo e essa presença acaba trazendo as pessoas a serem mais honestas sobre si mesmas. Elas falam de coisas que não teriam coragem na internet, desabafam um pouco mais e também criam um vínculo diferente”.

Família e saúde mental

Iris defende a relevância de debates como o que participa na Bienal, sobre famílias e amizades: “São conversas muito interessantes para a gente ter com adolescentes, com jovens, com qualquer um. Eu gosto muito de falar com pais e eu acho que uma coisa muito legal da bienal é que ela não impõe limites que a internet às vezes impõe. Claro que ela tem limites geográficos, mas eu gosto muito de evento presencial porque você consegue falar com pessoas de idades diferentes e que talvez nunca chegassem no conteúdo pela internet ou por alguma barreira”.

“Eu acho mega importante, porque sinto que, especialmente nesses últimos anos que a gente ficou confinado, passamos muito tempo dentro dos nossos próprios núcleos familiares e isso fez com que muitos jovens não tivessem uma relação tão saudável com a família por motivos diversos, seja sexualidade, transtornos, uma coleção de coisas”, diz a escritora, que continua ressaltando como é transformador observar famílias imperfeitas em livros.

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“Quando a gente vê famílias imperfeitas na literatura, a gente vê famílias de verdade. Porque nenhuma família é ideal, as famílias têm falhas e acertos, e eu gosto de tratar isso na minha literatura, porque eu gosto que a gente olhe com um olhar humano”, conta.

Iris ainda exemplifica citando a história de uma leitora que se identificou com um de seus livros: “No primeiro dia em que ‘Céu Sem Estrelas’ foi publicado, a gente foi para Flipop. Uma menina tinha comprado o livro na noite anterior, ela leu, amou o livro e falou que tinha se visto ali pela primeira vez, que viu uma relação dela com a mãe, umas questões ali e que sentiu uma acolhida naquele livro”.

“A gente vê papéis de familiares na nossa sociedade que a gente não questiona e que a literatura às vezes nos ajuda a pensar […] Meu objetivo como escritora é mostrar que os meus leitores podem criar as próprias famílias, os próprios vínculos. Eles podem entender melhor as próprias famílias, o que não significa aceitar as todas as decisões só porque são feitas pelos familiares deles. Mas compreender melhor o universo em que eles vivem e talvez achar um abraço que falte para eles na vida real”, pontua.

Além de questões familiares, Iris Figueiredo também é conhecida por abordar questões de saúde mental nas obras, algo que ela descreve como “natural” no processo de escrita. “Talvez por ter sido uma pessoa que desde adolescente lidou com questões de depressão e ansiedade, então, eu sentia muita falta de ver isso nas histórias que eu lia. Só que eu nem sabia que eu sentia falta disso, porque o debate de representatividade surgiu muito mais tarde. Hoje em dia a gente fala muito das histórias que a gente quer ler e se enxergar na literatura”, comenta.

Prestes a lançar uma reedição do livro “Confissões On-line” (2011), pela Editora Seguinte, Figueiredo analisa que compreendeu a importância de abordar a temática da saúde mental na obra. “Podendo revisitar esse livro para ser relançado, eu tenho mexido bastante nessa parte, porque é uma área que mexe bastante comigo”, conta.

Adaptação cinematográfica

Inspirada em obras de Sylvia Plath como “A Redoma de Vidro” para escrever “Céu Sem Estrelas”, Iris relembra que descobriu que o livro seria adaptado durante a Bienal do Livro virtual de 2020. Um dia antes de participar remotamente do evento, ela soube do interesse da Elo Company, produtora que comprou os direitos para a adaptação, em transformar a história em um filme.

“Fiquei a mesa inteira morrendo de vontade de abrir a boca e dizer que  provavelmente poderia ter um filme. E aí a gente fechou contrato no início do ano seguinte [2021], com renovação agora. Eles estão escrevendo roteiro, mas não temos ainda atualizações sobre elenco, não sei de quase nada. A gente ainda está no começo, no início da pré-produção, mas eu tô muito animada, eu espero que o filme consiga sair pelo financiamento de fomento”, destaca.

Iris continua contando detalhes dos bastidores: “Estou torcendo muito para o filme ser realidade, porque uma coisa que a produtora está muito empenhada é em manter a essência do livro e as representatividades, que são tão importantes. Eles colocaram até em contrato que a Cecília tem que ser uma atriz gorda. São pedidos que a gente fez com muito cuidado para que o livro seja respeitado em sua essência”.

“Sei que, se o filme acontecer, vai ser um filme visto de uma forma linda e que fale diretamente pelas pessoas que se envolveram com ‘Céu Sem Estrelas’ e chegaram na história da Cecília. Estou como supervisora do roteiro, então, sempre vou estar aprovando as coisas. A essência do livro eu sempre vou querer que eles respeitem, eu penso que para mim o mais importante é que o filme aconteça de fato e passe essa alma”, conclui.

Fonte: IG GENTE

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