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DIAMANTINO

Município adquire 10 máquinas de costura e garante curso em parceria com o Senar e Sindicato Rural

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A Prefeitura de Diamantino realizou, por meio da Secretaria de Cultura, um curso de peças íntimas em parceria com o Senar e o Sindicato Rural. A ação foi possível graças à aquisição de 10 máquinas de costura pela administração municipal.

De acordo com a coordenadora da Fundação Cultural, Joice Pinheiro, o curso objetivou dar oportunidade de uma nova renda para mulheres da agricultura familiar e também para aquelas que vivem em situação de vulnerabilidade social indicadas por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social.

Durante três dias, 11 alunas participaram das aulas ministradas por Valdileusa Fontes Sereia, do Senar, totalizando uma carga horária de 24 horas. “Cada uma delas recebeu um kit contendo camiseta, boné, lápis, caderno, borracha, apontador, caneta e a máscara”, informou a instrutora, observando que tecidos e aviamentos foram adquiridos pelo Sindicato Rural.

A agricultora Ezir Rita dos Santos, 50 anos, não escondeu a felicidade de ter aprendido a confeccionar peças íntimas masculinas e femininas. Ela tem dois filhos, mora com os pais, e a família produz na propriedade apenas produtos para a própria subsistência, como milho e mandioca.

Ezir viu no curso a oportunidade de aprender um ofício a mais e que possa contribuir com a renda mensal. “Espero começar a produzir e vender as peças em breve”, afirmou a agricultora.

Quem também participou foi a aposentada Juvenita de Fátima da Costa, 64 anos, que já faz pequenos consertos com a máquina de costura e agora, com o curso, pretende produzir peças íntimas para a própria família. “Isso vai nos ajudar a economizar”, previu a aluna.

Juvenita não perde nenhuma oportunidade oferecida pela Prefeitura de Diamantino. Ela já fez curso de  sabão, argila, de desossar frango e derivados de leite, todos em parceria com o Senar.

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Os cursos garantem não só a oportunidade de aumentar a renda como também contribui com a saúde, como é o caso da também aposentada Sebastiana Marques Silva, 58, que viu na costura uma saída para a depressão. “Eu não sabia nada de costura, porém sempre admirei quem tem esta habilidade. Então, resolvi me inscrever e consegui aprender bastante”, contou.

O prefeito Dr. Manoel Loureiro fez questão de participar do encerramento das aulas. “O curso cria a oportunidade de abrir o seu próprio negócio, de despertar o seu lado empreendedor e isto é uma das prioridades da nossa gestão, que é capacitar os cidadãos para produzir, melhorando a sua qualidade de vida. Parabéns pelo esforço de estar aqui e agora já profissionalizadas.”

A vereadora Michele Carrasco também participou do encerramento das aulas. “Que cada uma de vocês aproveite esta oportunidade que, com certeza, poderá contribuir para aumentar a renda da família. Parabéns e sucesso”.

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DIAMANTINO

Conselheiros tutelares de 17 municípios participam de Oficina de Capacitação do Sipia em Diamantino

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Diamantino sediou esta semana a Oficina de Capacitação do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (SIPIA/CT-MT) provida pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca/MT). Ao todo, participaram representantes de 17 municípios, sendo 8 do núcleo regional de Diamantino e 8 municípios convidados. A capacitação foi ministrada pela Coordenadora Estadual do SIPIA/CT, Rebecca Alves Marques Souza.

Integram o núcleo regional os municípios de Diamantino, Alto Paraguai, Nobres, São José do Rio Claro, Denise, Nortelândia, Rosário Oeste e Arenápolis, e foram convidados representantes dos municípios de Brasnorte, Santo Afonso, Jangada, Acorizal, Colniza, Juara, Tangará da Serra, Castanheira, Lucas do Rio Verde.

O Sipia, explicou a coordenadora, é um sistema nacional de registro e tratamento de informação sobre a promoção e defesa dos direitos fundamentais preconizados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) onde propõem gerar informações com a finalidade de subsidiar a adoção de decisões governamentais sobre políticas para crianças e adolescentes, garantindo-lhes acesso à cidadania.

E esta formação, de acordo com Rebecca Alves, teve como objetivo orientar os conselheiros tutelares na implementação de melhorias e aprimoramento no que diz respeito ao sistema.

“O Sipia é a única ferramenta informatizada do conselheiro tutelar. É um banco de dados onde são registradas todas as violações de direitos humanos de crianças e de adolescentes e quando o Conselho Tutelar utiliza o CIPIA o município tem diagnóstico, tem dados estatísticos das violações que acontecem nos seus municípios para gerenciar as políticas públicas voltadas para as áreas da infância e da juventude, nas áreas que mais tem violação dentro daquela localidade”, detalhou.

Regiane Chaves Carrijo, conselheira tutelar de Lucas do Rio Verde, reconheceu a importância da capacitação para a o pleno funcionamento do Sipia. “Era a complementação que falava para os conselheiros realizarem a correta inserção de dados no sistema”.

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De Arenápolis, Naine Alves reforçou a fala da colega por entender a importância no Sipia na definição de estratégias de ação e implementação de políticas públicas nos respectivos municípios a partir dos dados estatísticos computados no sistema.

Tanto Regiane quanto Naine apontaram com um dos grandes desafios do Conselho Tutelar a compreensão por parte da sociedade de sua real função que é a garantia dos direitos da criança e do adolescente.

Sipia

O Sipia fundamenta-se no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e tem três objetivos primordiais que são: operacionalizar na base a política de atendimento dos direitos; encaminhar a aplicação da medida mais adequada com vistas ao ressarcimento do direito violado, para sanar a situação em que se encontra a criança ou adolescente e outras.

Por estruturar-se com base nos mesmos conceitos do Eca e do Adolescente, o Sipia constitui-se em instrumento de capacitação para os conselheiros tutelares e para os conselheiros de direitos, contribuindo para a implantação e o adequado funcionamento de ambos e, assim, para a implantação do próprio estatuto. 

Conselhos tutelares

Os Conselhos Tutelares são responsáveis por receber e apurar denúncias sobre violações dos direitos da criança e do adolescente – que incluem maus-tratos, crianças fora da escola, trabalho e prostituição infantil ou do adolescente, cabe também ao Conselho Tutelar repassar as denúncias para o Poder Judiciário naquilo que lhes compete. 

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Conselheiros tutelares do núcleo regional de Diamantino participam de Oficina de Capacitação do Sipia

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Diamantino sediou esta semana a Oficina de Capacitação do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (SIPIA/CT-MT) provida pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca/MT). Ao todo, participaram representantes de 17 municípios, sendo 8 do núcleo regional de Diamantino e 8 municípios convidados. A capacitação foi ministrada pela Coordenadora Estadual do SIPIA/CT, Rebecca Alves Marques Souza.

Integram o núcleo regional os municípios de Diamantino, Alto Paraguai, Nobres, São José do Rio Claro, Denise, Nortelândia, Rosário Oeste e Arenápolis, e foram convidados representantes dos municípios de Brasnorte, Santo Afonso, Jangada, Acorizal, Colniza, Juara, Tangará da Serra, Castanheira, Lucas do Rio Verde.

O Sipia, explicou a coordenadora, é um sistema nacional de registro e tratamento de informação sobre a promoção e defesa dos direitos fundamentais preconizados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) onde propõem gerar informações com a finalidade de subsidiar a adoção de decisões governamentais sobre políticas para crianças e adolescentes, garantindo-lhes acesso à cidadania.

E esta formação, de acordo com Rebecca Alves, teve como objetivo orientar os conselheiros tutelares na implementação de melhorias e aprimoramento no que diz respeito ao sistema.

“O Sipia é a única ferramenta informatizada do conselheiro tutelar. É um banco de dados onde são registradas todas as violações de direitos humanos de crianças e de adolescentes e quando o Conselho Tutelar utiliza o CIPIA o município tem diagnóstico, tem dados estatísticos das violações que acontecem nos seus municípios para gerenciar as políticas públicas voltadas para as áreas da infância e da juventude, nas áreas que mais tem violação dentro daquela localidade”, detalhou.

Regiane Chaves Carrijo, conselheira tutelar de Lucas do Rio Verde, reconheceu a importância da capacitação para a o pleno funcionamento do Sipia. “Era a complementação que falava para os conselheiros realizarem a correta inserção de dados no sistema”.

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De Arenápolis, Naine Alves reforçou a fala da colega por entender a importância no Sipia na definição de estratégias de ação e implementação de políticas públicas nos respectivos municípios a partir dos dados estatísticos computados no sistema.

Tanto Regiane quanto Naine apontaram com um dos grandes desafios do Conselho Tutelar a compreensão por parte da sociedade de sua real função que é a garantia dos direitos da criança e do adolescente.

Sipia

O Sipia fundamenta-se no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e tem três objetivos primordiais que são: operacionalizar na base a política de atendimento dos direitos; encaminhar a aplicação da medida mais adequada com vistas ao ressarcimento do direito violado, para sanar a situação em que se encontra a criança ou adolescente e outras.

Por estruturar-se com base nos mesmos conceitos do Eca e do Adolescente, o Sipia constitui-se em instrumento de capacitação para os conselheiros tutelares e para os conselheiros de direitos, contribuindo para a implantação e o adequado funcionamento de ambos e, assim, para a implantação do próprio estatuto. 

Conselhos tutelares

Os Conselhos Tutelares são responsáveis por receber e apurar denúncias sobre violações dos direitos da criança e do adolescente – que incluem maus-tratos, crianças fora da escola, trabalho e prostituição infantil ou do adolescente, cabe também ao Conselho Tutelar repassar as denúncias para o Poder Judiciário naquilo que lhes compete. 

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