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POLÍTICA NACIONAL

Manifestantes pedem impeachment de Moraes na Avenida Paulista

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Manifestantes se concentraram na Av. Paulista na tarde deste domingo
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Manifestantes se concentraram na Av. Paulista na tarde deste domingo

O ato de apoio a Jair Bolsonaro, realizado neste domingo (1º) na Avenida Paulista, em São Paulo, com a participação de lideranças evangélicas, dos ex-ministros Marcos Pontes e Ricardo Salles, teve a participação do presidente por meio de um vídeo.  Bolsonaro ressaltou que a manifestação era pacífica e em “defesa da Constituição, da família e da liberdade”. E disse ser um chefe de um governo que “acredita em Deus, respeita seus militares, defende a família e deve lealdade a seu povo”.

“Eu irei onde vocês estiverem. Estarei sempre ao lado da população brasileira. gradeço ao criador pela minha vida e a vocês por terem me ofertado essa missão de conduzir o destino do Brasil, porque o bem sempre vence o mal”, disse.

Faltando meia hora para o início do evento, nas imediações do Museu de Arte de São Paulo (Masp), três quarteirões da avenida Paulista já estavam tomados pelos manifestantes.

Três carros de som visíveis desde o parque Trianon revezam discursos de apoiadores do presidente, entre eles deputados candidatos à reeleição e ex-congressistas.

Entre cartazes e palavras de ordem proferidas, os pedidos mais repetidos eram os de liberdade para o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) e pelo impeachment do ministro do STF Alexandre de Moraes. Muitos cartazes, alguns inclusive em inglês, condenam o que acreditam ser a existência de “presos políticos” conservadores e de uma “ditadura do Judiciário”.

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O deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado a oito anos e nove meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ataque à democracia e incitação de violência contra juízes da Corte, e depois indultado por Bolsonaro, é aguardado e deverá subir ao palanque às 17h.

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Filha de Roberto Jefferson, a ex-deputada Cristiane Brasil, cantou parte do hino nacional e anunciou a articulação de uma “apuração paralela” para as próximas eleições, alimentando o discurso de desconfiança em relação ao TSE e às urnas eletrônicas, temas comuns a vários pronunciamentos de apoiadores do presidente que tomaram o microfone no carro de som principal da manifestação, em frente ao MASP.

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POLÍTICA NACIONAL

Datafolha: 55% acham que Bolsonaro pode tentar invalidar eleição

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Presidente comumente critica o uso de urnas eletrônicas
Reprodução/ TRE-RN

Presidente comumente critica o uso de urnas eletrônicas

A mais recente pesquisa do Datafolha, divulgada neste sábado (28), mostra que uma parcela de 55% da população entende que é preciso se preocupar com a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro (PL) tentar invalidar o resultado das eleições de outubro.

O instituto aponta ainda que uma fatia de 40% dos brasileiros não enxerga esse risco. Outros 5% não souberam responder. A pesquisa foi realiza na quarta-feira (25) e na quinta-feira (26) com 2.556 eleitores acima dos 16 anos em 181 cidades de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos. O levantamento, contratado pelo jornal “Folha de S. Paulo”, foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05166/2022.

A pesquisa também mostra que entre os eleitores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a preocupação com a possibilidade de tentativa de invalidação do resultado da eleição por parte de Bolsonaro é maior, chegando a 70%. Para 26% dos que têm preferência pelo petista, não há risco.

Já entre os que declaram voto no presidente, o percentual dos que enxergam risco de Bolsonaro tentar invalidar a eleição é de 26%, enquanto 68% descartam essa hipótese.

O Datafolha também mostra que as mulheres têm uma preocupação maior do que os homens com a questão. Entre as entrevistadas pelo instituto, 57% disseram ver a possibilidade de Bolsonaro contestar o resultado da eleição. Já entre os homens, o patamar foi de 52%.

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POLÍTICA NACIONAL

Datafolha: 69% estão “totalmente decididos” para a Presidência

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7 em cada 10 brasileiros têm certeza em quem vão votar
Reprodução/ TRE-RN

7 em cada 10 brasileiros têm certeza em quem vão votar

Os números da pesquisa Datafolha mais recente, revelam o caminho estreito para as movimentações dos pré-candidatos nos quatro meses restantes até a eleição. De acordo com o instituto, 69% estão “totalmente” decididos a votar no postulante já escolhido, enquanto 30% admitem a possibilidade de mudança. No levantamento anterior, de março, o índice era semelhante: 67% diziam que a definição estava tomada, enquanto 32% consideravam a hipótese de troca.

O patamar impõe desafios tanto para os nomes que se descolaram dos adversários — casos do ex-presidente Lula (PT), que lidera com 48%, e do presidente Jair Bolsonaro (PL), que tem 27% — quanto para os que tentam crescer de forma acelerada em busca do segundo turno, a exemplo de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB).

No grupo de aliados de Lula, há quem defenda uma intensificação do diálogo com o entorno de Ciro, com o objetivo de fazê-lo abrir mão da disputa. Entre os eleitores do pedetista, 37% apontam o ex-presidente como a segunda escolha, o que poderia alargar a margem em busca da vitória no primeiro turno. Segundo o Datafolha, Lula tem 54% dos votos válidos, o que garantiria o resultado sem a necessidade da segunda etapa, caso o pleito fosse agora.

O discurso em direção ao PDT, no entanto, já despertou reações. Segundo o presidente da sigla, Carlos Lupi, a insistência em interferir em uma “candidatura irreversível” tem revoltado a base pedetista, o que pode fazer com que Lula fique sem apoio em um eventual segundo turno contra Bolsonaro.

Na avaliação do dirigente, “ninguém tem o direito de interferir na autonomia” do PDT e da candidatura de Ciro, assim como o PDT não tenta reverter a candidatura petista. Ele explica, no entanto, que essa tentativa nunca partiu da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, mas tem sido sutilmente sugerida por parlamentares petistas. A iniciativa, segundo Lupi, pode ter efeito inverso e acabar afastando quadros pedetistas ainda mais da campanha de Lula.

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“A Gleisi nunca me falou nisso; é uma mensagem subliminar que vai sendo passada sutilmente pelos deputados do partido. Mas, cada vez que falam isso, vão destruindo pontes para relações futuras. Isso vai revoltar a nossa base, já está revoltando. Se continuar assim, vai chegar lá na frente e muita gente vai querer votar nul”, afirma.

Para o cientista político e professor da PUC-Rio Ricardo Ismael, a intensificação da campanha pode provocar movimentações, ainda que cerca de 70% do eleitorado apresente a intenção de voto como definida.

“Se isso estivesse acontecendo a 15 dias do primeiro turno, teríamos um quadro de votos consolidados. Há eventos pela frente que podem influenciar a decisão. O que temos neste momento é uma vantagem do Lula que pode ajudá-lo na formação de palanques estaduais”, analisa Ismael.

O Datafolha apontou também reflexos do discurso presidencial com ataques ao processo eleitoral e às instituições. A hipótese de Bolsonaro tentar invalidar as eleições é vista com preocupação por 55% do eleitorado, enquanto 40% dizem que não há motivo para preocupação, e 5% não souberam responder.

Em outro questionamento, 60% avaliaram que as declarações colocando em dúvida o sistema de votação atrapalham as eleições (para 39%, atrapalham muito, enquanto 21% dizem que atrapalha um pouco). Outros 37% consideram que não há interferência.

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