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Igor Jansen analisa amadurecimento com trabalhos na TV e no teatro

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Igor Jansen, de 'Poliana Moça, em '13 - O Musical'
Créditos: Cíntia Carvalho – 29.04.2022

Igor Jansen, de ‘Poliana Moça, em ’13 – O Musical’


Enquanto interpreta João em “Poliana Moça”, Igor Jansen se desafia pela primeira vez em uma nova aventura: o teatro musical. O ator divide o papel de Evan com Enzo Krieger em “13 – O Musical”, peça em cartaz no Teatro Liberdade, em São Paulo, até o dia 29 de maio. Em entrevista exclusiva ao iG Gente, ele falou da rotina entre os trabalhos no palco e no SBT.

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Com os 18 anos recém completados, Igor acredita que uma das maiores realizações profissionais que conquistou até o momento foi a possibilidade de completar o currículo com “os três pilares” da atuação, na TV, cinema e teatro. Esta última vertente aconteceu graças à peça em cartaz, na qual precisou ter uma preparação intensa para aperfeiçoar o canto.


“Eu sabia do tamanho do desafio que ia enfrentar desde o dia em que eu topei participar e fazer o personagem Evan, porque teatro musical é muito diferente. [Essa é] a primeira vez que eu tenho uma experiência de palco, foi nesse teatro musical […] Para mim, o maior desafio foi o canto. É por isso que eu vim me preparando desde cedo. Desde setembro de 2021, eu já comecei com um ‘intensivão’ de aulas de canto para que a gente pudesse apresentar esse espetáculo”, compartilha.

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O ator segue explicando como ocorreu a preparação para cantar no teatro: “Quando recebi o convite, em julho [de 2021], eu já fui correndo procurar o preparador vocal Ronnie [Kneblewski], maestro e preparador vocal desse espetáculo. Ele me recebeu muito bem, me ajudou de uma maneira incrível porque a gente fez aulas quase que diariamente, foi um ‘intensivão’ mesmo para que desse tudo certo”.

Igor Jansen, de 'Poliana Moça, com elenco em cena de '13 - O Musical'
Créditos: Cíntia Carvalho – 29.04.2022

Igor Jansen, de ‘Poliana Moça, com elenco em cena de ’13 – O Musical’

“Eu me dediquei muito naquela época, desde o início mantinha um foco muito grande. Porque, querendo ou não, o canto é uma habilidade que tem que ter um cuidado a mais com a voz, porque o aparelho de trabalho é a voz. Assim como músculos, que você tem que exercitar, você tem que cuidar da voz”, comenta. Além da preparação técnica, Igor relata que foi “muito bem recebido” pelos veteranos do teatro musical, profissionais dos bastidores e até pelo colega de “Poliana Moça”.

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“Eu e o Enzo Krieger nos conhecemos há muito tempo. A gente se conheceu em 2017, desde o primeiro momento em que eu cheguei aqui em São Paulo [de Fortaleza] e a gente sempre viveu os mesmos personagens e amigos na novela. E agora fazer parte de um projeto com ele, sendo o mesmo personagem, eu acredito que tenha sido de bastante importância para mim”, conta. Ele ainda pontua como recebeu o apoio de Krieger.

“Foi reconfortante ver que eu estava fazendo junto de um amigo, junto de uma pessoa que eu já conheço e que, querendo ou não, nos ensaios a gente se ajudou bastante. Tanto no quesito de música quanto no quesito de atuação, de textos. A gente continuou a rotina com o SBT e o musical, então era uma rotina muito intensa de decorar o texto. Essa foi a primeira vez que eu estava pegando um texto de musical, sendo um texto muito grande com uma história toda envolvendo que tem que memorizar, então a gente ajudou bastante nesse quesito”.

Entre os trabalhos na novela e no teatro, Igor Jansen também relata que já chegou a confundir nomes de personagens em ensaios: “Confesso que, por vezes, você está no teatro e numa novela ao mesmo tempo, você confunde o nome das personagens. Patrice é o meu par no musical e eu já chamei ela diversas vezes de Poliana nos ensaios. Mas acontece. Ainda não no espetáculo, com a galera assistindo, com o público. Mas nos ensaios quando a correria estava louca, quando tinha ensaio diário, a cabeça dava um ‘bug’. Eu acabava confundindo os nomes. Mas faz parte. Por mais que seja um trabalho assim, diário, de bastante intensidade, é prazeroso para mim”.

Igor Jansen, de 'Poliana Moça, em cena de '13 - O Musical'
Créditos: Cíntia Carvalho – 29.04.2022

Igor Jansen, de ‘Poliana Moça, em cena de ’13 – O Musical’

O ator explica que tem uma rotina que “gira em torno dos roteiros do SBT”, com um trabalho na emissora de segunda a sábado. Ele destaca como o trabalho na televisão fez com que amadurecesse pessoal e profissionalmente, já que precisa acompanhar o desenvolvimento dos personagens durante as gravações e ainda “aprendendo com as histórias da vida com o decorrer da trama”.

Jansen cita um relato que ouviu de Dalton Vigh, intérprete de Pendleton em “Poliana Moça”, ao descrever a sensação de voltar a viver João na novela: “Você pegar um personagem dois anos depois é a mesma coisa que pegar uma casa, deixando o mesmo formato, mas mudando os móveis de dentro, mudar todo o revestimento, cor da parede e a sala não é mais no mesmo canto, a porta da cozinha não é mais no mesmo canto. Porque é a mesma estrutura, só que é um personagem amadurecido”.


“É um personagem que já viveu, principalmente nessa fase que é o João, sendo da adolescência. É um momento que a gente descobre muitas coisas, aprende muitas coisas e muitas histórias se passam nesse período. O João é três anos mais novo que eu, só que eu digo que eu venho aprendendo com ele também. A gente tem algumas histórias e conflitos que ele passa, que eu estou passando, coincidentemente na mesma data. Aí eu falo: ‘Eu vou emprestar isso ao João, essa dúvida, essa incerteza’. É prazeroso gravar desse jeito, porque é um personagem que se assemelha muito com a sua vida pessoal. Então fica uma coisa natural, fica e isso fica transparente na TV”.

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Gil do Vigor conta que Anitta foi tema de prova nos EUA: “Poderosa”

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Anitta e influência da cantora na cultura brasileira viram tema de prova nos EUA
Marcelo de Assis

Anitta e influência da cantora na cultura brasileira viram tema de prova nos EUA

A influência de Anitta já chegou às provas dos Estados Unidos. A cantora brasileira foi tema de um teste aplicado no país, em uma questão que abordava a influência dela na cultura brasileira. Quem deu a notícia foi o economista e ex-BBB Gilberto Nogueira, o Gil do Vigor.

Gil soube do fato por um amigo estadunidense chamado Tyler Williams, que afirmou que Anitta foi o assunto de seu exame final na faculdade do Arizona.

“Estou falando com um amigo gringo que disse que a Anitta foi assunto da prova final dele. Essa mulher é poderosa demais”, afirmou Gil em seus stories do Instagram.

Anitta soube da notícia e reagiu no próprio perfil do Twitter. “Passada”, escreveu a cantora. Anitta tem sido apontada como uma das principais artistas do mercado internacional.

Só neste ano, a cantora se apresentou no Coachella, foi ao MET Gala e, com “Envolver”, teve a música mais ouvida do mundo no YouTube e em plataformas de streaming.

Fonte: IG GENTE

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Johnny Hooker fala em fim de carreira: “Meu trabalho não tem demanda”

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Instagram/Reprodução

“É preciso saber a hora de se retirar”, diz Johnny Hooker

O cantor Johnny Hooker deu a entender no Twitter que deve finalizar sua carreira após desabafar sobre os baixos números de reprodução de sua nova música, “CUBA”, no primeiro dia de lançamento. A faixa teve 13.879 reproduções na última sextaf-feira (20). Neste sábado (21), ele afirmou que desabafo é um pedido de ajuda.

“Para um artista existir e sobreviver sem apoio de nenhum lado precisa ter demanda orgânica, e os números do 1o dia de lançamento de CUBA deixam claro isso. Não há mais demanda pelo meu trabalho. Se é que houve um esboço de alguma algum dia. É preciso saber a hora de se retirar”, escreveu o cantor em seu perfil no Twitter.

“Não foi uma batalha em todo perdida, consegui driblar o poder econômico várias vezes. Tenho dois discos de platina e 250 milhões de streams orgânicos pra provar isso. Fica o legado também, arte é pra sempre. Mas a gente tem que manter a dignidade também”, continuou, emendando que, mesmo assim, vai lançar o seu terceiro álbum em algumas semanas.

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O desabafo do artista rendeu diversas mensagens de apoio, às quais o cantor agradeceu. “O meu desabafo não foi por ingratidão com tudo que já conquistei (que foi muita coisa por sinal), as vezes é só um pedido de ajuda mesmo e um lembrete de que ainda estou aqui vivo, produzindo música f*da. lutando contra forças INIMAGINÁVEIS, tendo que provar um milhão de vezes que eu sou foda pra conseguir migalhas. Sei que a maioria entendeu. Enfim, recebam todo meu amor de volta”, finalizou.


Fonte: IG GENTE

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