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DIAMANTINO

Grupo Viver Legal comemora Dia das Mães com jantar e sorteio de brindes

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Os idosos do Grupo Viver Legal de Diamantino tiveram um dia de muita emoção, participando da programação de homenagem ao Dia das Mães nesta quarta-feira (04.05). O evento foi promovido pela Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Cidadania, no Centro de Eventos Juarez de Abreu.

O dia festivo contou com coffee break, apresentações, brincadeiras, sorteio de brindes, dança e muita música boa que envolveu todos os participantes. À noite os convidados saborearam um delicioso jantar preparado especialmente para a comemoração.

O prefeito Dr. Manoel prestigiou o evento e parabenizou todas as mães presentes. Destacou que seu compromisso é zelar pela qualidade de vida dos idosos e o evento é um gesto do seu carinho por eles.

“É um dia de festa, de celebrarmos esta importante data juntamente com as mãezinhas da terceira idade. Mulheres guerreiras que cuidam, amam e merecem nosso afeto, a nossa gratidão”, declarou o prefeito.

O titular da pasta, Gilson da Silva, também participou da comemoração. Ressaltou que a Assistência Social tem atuado para criar uma rotina dinâmica aos integrantes do Grupo Viver Legal com as atividades semanais aliadas às datas comemorativas com programações especiais.

“Nosso propósito é oportunizar bons momentos e qualidade de vida na rotina do idoso. O Dia das Mães é uma das datas mais importantes do ano, ideal para estimular o convívio social e motivar a autoestima dos participantes. Com certeza isso influencia na saúde mental e física deles através do contato com  pessoas queridas”, destacou.

O coordenador do Grupo Viver Legal Lucas Gabriel Cruz falou sobre a importância de intensificar as ações do calendário de atividades para os idosos. “Priorizamos tirar o idoso do estado de isolamento social, resgatar o convívio com a comunidade e a família, focar no fortalecimento de vínculo. As atividades do Viver Legal proporciona esse momento de amizade, proporcionando um ambiente descontraído, com brincadeiras, entretenimento e outras atividades justamente para mantê-los ocupados e ativos”, comenta.

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Para o sucesso do evento a equipe contou com a parceria do comércio que fizeram doações dos presentes sorteados. “A comunidade é muito solidária e sempre que precisamos está disposta a contribuir com as ações”, completou Gabriel.

A contadora aposentada, Ivone Senger, 65 anos, aprovou a ação e agradeceu pelo carinho recebido. “Eu estou amando, é um evento maravilhoso. Isso é muito gratificante porque precisamos disso e cada dia que passa as equipes inovam nas programações. Depois da pandemia a gente ficou muito preso, com muito medo e essa convivência fez muita falta. Essa nova equipe nos trata com muito carinho. Somos pessoas muito ativas, cobramos e eles têm demonstrado toda a atenção com a gente. A gente agradece e estamos muito felizes com o resultado”, comemorou.  

O evento contou ainda com a presença do médico Dr. Renan Loureiro, do secretário municipal de Esporte e Lazer, da vereadora Michele Carrasco e do vereador José Carlos David.

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DIAMANTINO

Conselheiros tutelares de 17 municípios participam de Oficina de Capacitação do Sipia em Diamantino

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Diamantino sediou esta semana a Oficina de Capacitação do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (SIPIA/CT-MT) provida pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca/MT). Ao todo, participaram representantes de 17 municípios, sendo 8 do núcleo regional de Diamantino e 8 municípios convidados. A capacitação foi ministrada pela Coordenadora Estadual do SIPIA/CT, Rebecca Alves Marques Souza.

Integram o núcleo regional os municípios de Diamantino, Alto Paraguai, Nobres, São José do Rio Claro, Denise, Nortelândia, Rosário Oeste e Arenápolis, e foram convidados representantes dos municípios de Brasnorte, Santo Afonso, Jangada, Acorizal, Colniza, Juara, Tangará da Serra, Castanheira, Lucas do Rio Verde.

O Sipia, explicou a coordenadora, é um sistema nacional de registro e tratamento de informação sobre a promoção e defesa dos direitos fundamentais preconizados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) onde propõem gerar informações com a finalidade de subsidiar a adoção de decisões governamentais sobre políticas para crianças e adolescentes, garantindo-lhes acesso à cidadania.

E esta formação, de acordo com Rebecca Alves, teve como objetivo orientar os conselheiros tutelares na implementação de melhorias e aprimoramento no que diz respeito ao sistema.

“O Sipia é a única ferramenta informatizada do conselheiro tutelar. É um banco de dados onde são registradas todas as violações de direitos humanos de crianças e de adolescentes e quando o Conselho Tutelar utiliza o CIPIA o município tem diagnóstico, tem dados estatísticos das violações que acontecem nos seus municípios para gerenciar as políticas públicas voltadas para as áreas da infância e da juventude, nas áreas que mais tem violação dentro daquela localidade”, detalhou.

Regiane Chaves Carrijo, conselheira tutelar de Lucas do Rio Verde, reconheceu a importância da capacitação para a o pleno funcionamento do Sipia. “Era a complementação que falava para os conselheiros realizarem a correta inserção de dados no sistema”.

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De Arenápolis, Naine Alves reforçou a fala da colega por entender a importância no Sipia na definição de estratégias de ação e implementação de políticas públicas nos respectivos municípios a partir dos dados estatísticos computados no sistema.

Tanto Regiane quanto Naine apontaram com um dos grandes desafios do Conselho Tutelar a compreensão por parte da sociedade de sua real função que é a garantia dos direitos da criança e do adolescente.

Sipia

O Sipia fundamenta-se no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e tem três objetivos primordiais que são: operacionalizar na base a política de atendimento dos direitos; encaminhar a aplicação da medida mais adequada com vistas ao ressarcimento do direito violado, para sanar a situação em que se encontra a criança ou adolescente e outras.

Por estruturar-se com base nos mesmos conceitos do Eca e do Adolescente, o Sipia constitui-se em instrumento de capacitação para os conselheiros tutelares e para os conselheiros de direitos, contribuindo para a implantação e o adequado funcionamento de ambos e, assim, para a implantação do próprio estatuto. 

Conselhos tutelares

Os Conselhos Tutelares são responsáveis por receber e apurar denúncias sobre violações dos direitos da criança e do adolescente – que incluem maus-tratos, crianças fora da escola, trabalho e prostituição infantil ou do adolescente, cabe também ao Conselho Tutelar repassar as denúncias para o Poder Judiciário naquilo que lhes compete. 

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Conselheiros tutelares do núcleo regional de Diamantino participam de Oficina de Capacitação do Sipia

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Diamantino sediou esta semana a Oficina de Capacitação do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (SIPIA/CT-MT) provida pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca/MT). Ao todo, participaram representantes de 17 municípios, sendo 8 do núcleo regional de Diamantino e 8 municípios convidados. A capacitação foi ministrada pela Coordenadora Estadual do SIPIA/CT, Rebecca Alves Marques Souza.

Integram o núcleo regional os municípios de Diamantino, Alto Paraguai, Nobres, São José do Rio Claro, Denise, Nortelândia, Rosário Oeste e Arenápolis, e foram convidados representantes dos municípios de Brasnorte, Santo Afonso, Jangada, Acorizal, Colniza, Juara, Tangará da Serra, Castanheira, Lucas do Rio Verde.

O Sipia, explicou a coordenadora, é um sistema nacional de registro e tratamento de informação sobre a promoção e defesa dos direitos fundamentais preconizados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) onde propõem gerar informações com a finalidade de subsidiar a adoção de decisões governamentais sobre políticas para crianças e adolescentes, garantindo-lhes acesso à cidadania.

E esta formação, de acordo com Rebecca Alves, teve como objetivo orientar os conselheiros tutelares na implementação de melhorias e aprimoramento no que diz respeito ao sistema.

“O Sipia é a única ferramenta informatizada do conselheiro tutelar. É um banco de dados onde são registradas todas as violações de direitos humanos de crianças e de adolescentes e quando o Conselho Tutelar utiliza o CIPIA o município tem diagnóstico, tem dados estatísticos das violações que acontecem nos seus municípios para gerenciar as políticas públicas voltadas para as áreas da infância e da juventude, nas áreas que mais tem violação dentro daquela localidade”, detalhou.

Regiane Chaves Carrijo, conselheira tutelar de Lucas do Rio Verde, reconheceu a importância da capacitação para a o pleno funcionamento do Sipia. “Era a complementação que falava para os conselheiros realizarem a correta inserção de dados no sistema”.

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De Arenápolis, Naine Alves reforçou a fala da colega por entender a importância no Sipia na definição de estratégias de ação e implementação de políticas públicas nos respectivos municípios a partir dos dados estatísticos computados no sistema.

Tanto Regiane quanto Naine apontaram com um dos grandes desafios do Conselho Tutelar a compreensão por parte da sociedade de sua real função que é a garantia dos direitos da criança e do adolescente.

Sipia

O Sipia fundamenta-se no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e tem três objetivos primordiais que são: operacionalizar na base a política de atendimento dos direitos; encaminhar a aplicação da medida mais adequada com vistas ao ressarcimento do direito violado, para sanar a situação em que se encontra a criança ou adolescente e outras.

Por estruturar-se com base nos mesmos conceitos do Eca e do Adolescente, o Sipia constitui-se em instrumento de capacitação para os conselheiros tutelares e para os conselheiros de direitos, contribuindo para a implantação e o adequado funcionamento de ambos e, assim, para a implantação do próprio estatuto. 

Conselhos tutelares

Os Conselhos Tutelares são responsáveis por receber e apurar denúncias sobre violações dos direitos da criança e do adolescente – que incluem maus-tratos, crianças fora da escola, trabalho e prostituição infantil ou do adolescente, cabe também ao Conselho Tutelar repassar as denúncias para o Poder Judiciário naquilo que lhes compete. 

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