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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro diz que ‘destino’ de Tarcísio é voltar à vida pública

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Ministro da Infraestrutura é grande aposta do presidente para eleição em São Paulo
Alan Santos/ PR

Ministro da Infraestrutura é grande aposta do presidente para eleição em São Paulo

Em clima de pré-campanha durante visita à Feira Nacional da Bananicultura nesta quinta-feira, no Vale do Ribeira, o presidente Jair Bolsonaro exaltou o seu pré-candidato ao governo de São Paulo ao dizer que o destino do ex-ministro Tarcísio Freitas (Republicanos) é “voltar à vida pública”.

— Tarcísio, muito obrigado pelo trabalho e pela dedicação que sempre fez em seu ministério. Atualmente, ele está licenciado. Mas se Deus quiser brevemente voltará à vida pública, que parece que é o seu destino para o bem de todos nós — afirmou o presidente.

Tarcísio tem procurado colar sua imagem a de Bolsonaro para se cacifar na disputa ao governo de São Paulo. De acordo com a pesquisa do instituto Datafolha de abril, o ex-ministro aparece na terceira colocação com 10% das intenções de voto. O ex-prefeito Fernando Haddad (PT) liderera com 29% seguido do ex-governador Márcio França (PSB), que tem 20%.

No evento, Bolsonaro citou Tarcísio diversas vezes e disse que ambos estarão juntos no mês que vem num evento de inauguração da ferrovia Norte-Sul.

— Um homem que na frente daquele ministério, usando o exército brasileiro pra recuperar estradas, fazendo contratos sérios com a iniciativa privada, fez ressurgir no Brasil o modal ferroviário — afirmou Bolsonaro ao discursar na feira.

O ex-ministro tem sido alvo de ataques de adversários por concorrer ao Palácio dos Bandeirantes sendo natural do Rio de Janeiro. Além disso, o legado as obras do ex-ministro sob a gestão de Bolsonaro também tem sido criticado pelo governador Rodrigo Garcia (PSDB), que disputa a mesma faixa do eleitorado de centro-direita, como a duplicação da Rio-Santos apenas no trecho do estado do Rio.

Leia mais:  Moraes dá 10 dias para PF entregar ata sobre inquérito de Bolsonaro

Aliados de Tarcísio têm reagido e procuram associar Garcia ao ex-governador João Doria, que tem alta rejeição nas pesquisas de opinião.

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POLÍTICA NACIONAL

‘É provável que eu seja candidato ao Senado por São Paulo’, diz Moro

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Sergio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública
Rafael Cautella/Lide Ribeirão Preto

Sergio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública

O ex-ministro  Sergio Moro declarou ser “provável” uma candidatura ao Senado por São Paulo. Filiado ao União Brasil desde março, o ex-juiz da Lava-Jato ainda precisa garantir apoio de sua nova legenda à empreitada. 

Dirigentes do União Brasil preferem vê-lo como candidato a deputado federal, pela possibilidade de ser um puxador de votos que ajude a levar mais parlamentares da legenda para a Câmara dos Deputados.

Moro não descarta a possibilidade, mas deixou claro ontem preferir concorrer ao Senado.

“Estou hoje em São Paulo e estou construindo aqui um espaço. Isso tem que ser construído, evidentemente, dentro do partido. Mas é possível, provável, que eu seja candidato ao Senado por São Paulo, mas isso ainda está em construção”, afirmou o ex-juiz em entrevista à webradio Insuperável, admitindo concorrer a outro cargo. “Posso ser também candidato a uma outra posição.”

Moro tinha a pretensão inicial de se lançar ao Palácio do Planalto, mas teve de abrir mão do plano quando trocou o Podemos pelo União Brasil. Ao chegar ao novo partido, trazido pelas mãos do presidente da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PE), Moro enfrentou resistência de diversas alas partidárias. Agora, o próprio Bivar se lançou como candidato do União Brasil ao Planalto.

Moro, então, passou a cogitar uma candidatura ao Legislativo. Uma candidatura ao Senado, porém, também enfrenta resistência de algumas lideranças do União Brasil, entre elas o deputado estadual Milton Leite (SP), principal cacique da sigla no estado.

Se conseguir o aval do União Brasil para se lançar ao Senado, Moro precisará ainda de um acordo com o o governador paulista, Rodrigo Garcia (PSDB), a cuja reeleição o União já firmou apoio.


Enquanto ainda busca decidir a qual cargo se candidatar, Moro convive com uma contestação do Ministério Público sobre sua transferência de domicílio eleitoral do Paraná para São Paulo, realizada menos de três meses após sua mudança para a capital paulista. 

Porém, uma jurisprudência do TSE estabelece que o domicílio eleitoral também ocorre pela constituição de “vínculos políticos, econômicos, sociais ou familiares”. Durante a semana, o ex-ministro rebateu:

“A todo momento surge um fato novo para tentar intimidar uma possível candidatura minha. A bola da vez é meu domicílio eleitoral. É sério que essa é a discussão?”

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‘É provável que eu seja candidato ao Senado por São Paulo’, diz Moro

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Sergio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública
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O ex-ministro Sergio Moro declarou ser “provável” uma candidatura ao Senado por São Paulo. Filiado ao União Brasil desde março, o ex-juiz da Lava-Jato ainda precisa garantir apoio de sua nova legenda à empreitada. 

Dirigentes do União Brasil preferem vê-lo como candidato a deputado federal, pela possibilidade de ser um puxador de votos que ajude a levar mais parlamentares da legenda para a Câmara dos Deputados.

Moro não descarta a possibilidade, mas deixou claro ontem preferir concorrer ao Senado.

“Estou hoje em São Paulo e estou construindo aqui um espaço. Isso tem que ser construído, evidentemente, dentro do partido. Mas é possível, provável, que eu seja candidato ao Senado por São Paulo, mas isso ainda está em construção”, afirmou o ex-juiz em entrevista à webradio Insuperável, admitindo concorrer a outro cargo. “Posso ser também candidato a uma outra posição.”

Moro tinha a pretensão inicial de se lançar ao Palácio do Planalto, mas teve de abrir mão do plano quando trocou o Podemos pelo União Brasil. Ao chegar ao novo partido, trazido pelas mãos do presidente da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PE), Moro enfrentou resistência de diversas alas partidárias. Agora, o próprio Bivar se lançou como candidato do União Brasil ao Planalto.

Moro, então, passou a cogitar uma candidatura ao Legislativo. Uma candidatura ao Senado, porém, também enfrenta resistência de algumas lideranças do União Brasil, entre elas o deputado estadual Milton Leite (SP), principal cacique da sigla no estado.

Se conseguir o aval do União Brasil para se lançar ao Senado, Moro precisará ainda de um acordo com o o governador paulista, Rodrigo Garcia (PSDB), a cuja reeleição o União já firmou apoio.

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Enquanto ainda busca decidir a qual cargo se candidatar, Moro convive com uma contestação do Ministério Público sobre sua transferência de domicílio eleitoral do Paraná para São Paulo, realizada menos de três meses após sua mudança para a capital paulista. 

Porém, uma jurisprudência do TSE estabelece que o domicílio eleitoral também ocorre pela constituição de “vínculos políticos, econômicos, sociais ou familiares”. Durante a semana, o ex-ministro rebateu:

“A todo momento surge um fato novo para tentar intimidar uma possível candidatura minha. A bola da vez é meu domicílio eleitoral. É sério que essa é a discussão?”

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