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Após fofoca no ‘Power Couple’, MC Gui é exposto por romance com ex-BBB

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MC Gui e Flay
Reprodução/Instagram

MC Gui e Flay


O jogador de futebol Hadson Nery revelou para Ivy, que MC Gui teve um affair com Flay, participante do “BBB 20”. A revelação aconteceu na noite desta terça-feira (3) durante uma conversa na mansão do Power Couple.

Hadballa descobriu durante uma conversa entre ele e Rogério, pai de MC Gui. Eles falavam sobre a vida fora do reality da Record TV. Logo em seguida, o jogador foi contar a fofoca para Ivy, amiga íntima de Flay.


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A amiga da cantora acreditou na história e ainda relembrou que Flay gosta de homens mais novos. Hadson, Flay e Ivy participaram da mesma edição do “BBB” em 2020, causando muitas polêmicas.

Até hoje, o relacionamento entre os dois não era de reconhecimento do público. MC Gui está solteiro desde o fim de 2021 quando rompeu o noivado com Bia Michelle. O término aconteceu por conta das polêmicas que o funkeiro se envolveu na última edição de “A Fazenda”.


Fonte: IG GENTE

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Yarley entrega crush em Gil do Vigor: ‘Tenho tara nele’

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Yarley relembra 'Farofa da Gkay' e revela crush em Gil do vigor
Reprodução/Instagram @Yarley – 25/05/2022

Yarley relembra ‘Farofa da Gkay’ e revela crush em Gil do vigor

Yarley Ara tem 21 anos, mais de 6 milhões de seguidores, e é um dos influenciadores da área de humor nas redes sociais. Em 2021, Yarley causou na “Farofa da GKay” e ganhou mais holofote. Sem segredos, o influenciador entrega um crush famoso ao iG Gente e planeja o affair para a próxima festa da GKay.

Yarley diz que em festas como a “Farofa da GKay” incorpora o verdadeiro significado de liberal. E, apesar de se definir como homossexual, abre espaço para se relacionar com mulheres. “Eu sou gay, porém, quando eu bebo, eu gosto de ficar com mulheres e homens ao mesmo tempo. E a farofa é isso, né? A farofa é liberdade, é você ficar sem se preocupar, a farofa é diversão, eu acredito ser um momento em que todo mundo fala ‘Quer saber? Eu vou guardar o celular e vou me jogar'”, reflete.

Não é novidade de que o que torna a farofa especial é a união dos famosos e influenciadores das redes sociais. No entanto, embora haja muitas celebridades para se divertir, Yarley conta que prefere pessoas que estão fora dos holofotes. 

“Eu adoro beijar na boca, mas eu não gosto de ficar com famoso. Eu gosto de ficar com anônimo, eu gosto de ficar com segurança, com o porteiro, com manobrista. Gosto de estar com o famoso, mas o problema de famoso é que é tudo escondido, famoso é tudo no sigilo”, entrega.

Entretanto, para os planos da edição deste ano, Yarley diz abrir exceção para um ex-BBB famoso. “Quero muito beijar o Gil do Vigor, eu tenho uma tara nele, já vi umas olhadas, acho ele super gostosinho.”

E, assim como há interesses e amizades, o mundo das webcelebridades também é marcado por confusões. Questionado se havia algum famoso com quem não se desse muito bem, Yarley pondera, mas relembra um atrito com o influenciador Álvaro. 

Na conversa, o influenciador de 21 anos relembra um momento cômico em que recebeu um ‘não’ de Álvaro durante a Farofa. Mas, apesar do quase beijo, assume que a relação entre eles é de “amor e ódio”. 

“Eu já levei um fora do Álvaro na Farofa, babado!”, recorda rindo da situação. “Eu sempre falo que a gente tem um caso de amor e ódio, porque, se vamos para o rolê, ou a gente se fala muito, ou não olhamos nem na cara um do outro”, confessa.

Sobre Lucas Guedes, parceiro de Álvaro, Yarley diz não ter nada a reclamar. “Eu amo o Lucas, ele me trata muito bem ele é incrível. Eu não entendo, não sei se é ciúme de Álvaro, mas Lucas é incrível”.

Carreira

Quem vê Yarley levando riso a outras pessoas, não imagina que por trás do sucesso na internet o influenciador teve que passar por situações difíceis. Yarley é um dos três filhos adotivos de Ariete, mãe também de Patrícia, de 25 anos, e Raíssa, de 10. A família morava na favela do Barroso, em Fortaleza.

Ao compartilhar os primeiros vídeos nas redes sociais, Yarley refletiu se as pessoas gostariam de ver a rotina de uma garoto pobre da periferia da capital cearense.

“Quando comecei eu falei assim: ‘Eu não tenho nada para mostrar, eu tenho a minha realidade, eu não sei se o pessoal quer ver a minha casa do jeito que é'”, relembra.

“Eu tinha um preconceito comigo mesmo, tinha preconceito com meu corpo, com a minha casa. E eu falei ‘É essa a minha casa, a minha realidade, a minha história e a minha mãe. Eu não posso negar isso aqui’. E foi quando eu gravei e as pessoas se identificaram muito com a minha família”, conta.

Os vídeos do influenciador bombam nas redes sociais pelas pegadinhas familiares, os comentários debochados e as frases engraçadas. Com isso, a mãe de Yarley e a irmã, Raíssa, passaram a trabalhar com a internet também. 

Com o sucesso dos vídeos no Instagram e TikTok, o influenciador passou a marca dos seis milhões de seguidores. Mas para além dos números, o sucesso fez com que Yarley prosperasse financeiramente.

Ao iG, o influenciador conta que percebeu que havia ‘chegado lá’ quando em apenas um dia recebeu a quantia de 100 mil reais por um trabalho publicitário. Atualmente, Yarley monetiza os canais das redes sociais e também atua como uma empresa utilizando o próprio nome e a influência. Com o trabalho, o influenciador pôde comprar uma casa para a família e proporcionar um alto padrão de vida. 

“Eu tinha um sonho, sabe? Eu falava, ‘Meu Deus, eu quero comprar minha casa com, pelo menos, 25 anos’, e hoje com 21 anos eu consegui comprar. Desde pequenininho eu queria uma casa grande e confortável, que eu pudesse receber meus amigos”.

“Mas o que de fato fez mudar a minha vida? Eu sempre falava ‘Eu só vou ser famoso se um dia eu conseguir que minha mãe pare de trabalhar’. Eu sou o provedor da casa, hoje ela não trabalha, hoje eu cuido de tudo, então, isso, para mim, é a maior conquista. Sucesso é quando minha geladeira está cheia, quando o armário está lotado, quando minha família está na mesa e está todo mundo feliz”, analisa.


Do bullying ao estrelato

Yarley já postava vídeos quando viu o perfil passar a ter milhares de seguidores. O motivo? Um vídeo com a irmã Raíssa que viralizou na web. Na gravação, Yarley diz o bordão “Trava na beleza”, que passou a ser a marca registrada dos vídeos de humor.

No entanto, apesar de ter viralizado como um vídeo engraçado, a história por trás escâncara uma realidade difícil de bullying e racismo. Yarley explica que na época em que postou o vídeo, Raíssa, a irmã caçula, era vítima de perseguição e comentários maldosos na escola em que estudava. A situação era tão grave, que Raíssa passou a evitar frequentar o ambiente escolar. 

“Tive que tirar a Raíssa da escola. Eu me lembro que ela começou a fazer queixas de não querer ir para a escola e, para mim, aquilo ali era muito estranho, porque ela sempre foi determinada. Ela é toda para frente e aquilo ali me assustou muito. Eu pensei ‘Meu Deus, o que está acontecendo?'”, recorda.

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Yarley diz que a irmã, por receio da reação do influenciador, não contou o problema que estava passando no ambiente escolar. E foi através de outros familiares que ficou sabendo do caso de bullying.

“Na escola, estavam chamando ela de macaca, falando do cabelo dela, que era crespo, que era bombril, que ela era gorda, estavam falando da cor dela, e chegou em um ponto da Raíssa não se sentir bem e começar a querer alisar o cabelo, a raiz, ela sempre ficava com cabelo amarrado”.

Com a presença da irmã nos vídeos, Yarley passou a levantar a autoestima da garota e trazer pautas de empoderamento. A ocorrência de bullying só chegou ao fim quando a família transferiu Raíssa para uma escola particular. 

Assim como o irmão, a garota de 10 anos também é influenciadora e conta com mais de 1 milhão de seguidores no perfil do Instagram. Atualmente, com uma nova rotina, Yarley conta que Raíssa é adorada nos lugares em que passa, como na escola e nas ruas ao ser reconhecida pelos seguidores. 

Emocionado, o influenciador declara o amor pela caçula. “Ela mudou a minha vida, ela acreditou em mim quando ninguém acreditou. Eu não sei falar. Eu acho que é uma coisa também espiritual. Eu tenho uma lição de vida com ela muito genuína, eu amo ela, ela é, para mim, além de irmã, é como se fosse uma filha. Eu sempre me emociono quando eu falo dela porque ela me ajuda diariamente a ser uma pessoa melhor”, finaliza


Fonte: IG GENTE

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“Não cedo à censura”, diz atriz expulsa de debate por blusa pró-Lula

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Karine Telles, Lara Tremouroux e Du Moscovis na exibição do longa Ela e Eu, no Festival de Cinema de Vassouras
Gabriel Perline

Karine Telles, Lara Tremouroux e Du Moscovis na exibição do longa Ela e Eu, no Festival de Cinema de Vassouras


Lara Tremouroux passou por uma situação embaraçosa na noite deste sábado (28) durante o painel do filme Ela e Eu, escolhido para encerrar a programação do Festival de Cinema de Vassouras: ela foi impedida de se juntar ao elenco do longa por vestir uma blusa vermelha com a estampa do nome de Lula e acusou a organização de censura. À coluna, ela disse com exclusividade que pensou em ir embora da cidade, mas desistiu por não querer ceder à censura.


“Pensei bastante, seriamente, em ir embora, se eu deveria continuar aqui hoje. Mas depois eu achei que uma maneira possível de resistir seria vir [à exibição do filme] e usar a minha blusa, porque é algo que está dito sem precisar dizer. Se não fizesse isso eu sinto que estaria cedendo à uma pressão psicológica e à censura. Eu não cedo à censura”, disse a atriz.

O bate-papo com o elenco ocorreu no final da tarde no hotel em que o elenco estava hospedado na cidade de Vassouras. Du Moscovis e Karine Telles conversaram com os jornalistas e convidados juntamente com o diretor do longa, Gustavo Rosa de Moura, mas Lara foi barrada.

À coluna, a atriz disse que uma mulher a abordou no saguão do hotel, identificando-se como sendo da produção do festival, e afirmou que ela não poderia entrar no painel porque o evento não era político e que não era permitido nenhum tipo de manifestação política. Além disso, se quisesse participar do bate-papo de seu próprio filme ela precisaria trocar de roupas.

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“Eu não sei se ela falou em nome de todos. Embora ela tenha dito isso, mas não quero responsabilizar a todos, porque outras pessoas pensam de uma forma diferente, mas ela foi a pessoa que me passou a mensagem e se identificou como sendo do festival. Eu falei que isso não estava certo, porque além de tudo é um direito constitucional da nossa democracia, para o lado que seja, inclusive. E é um espaço público, um direito pessoal e intransferível, e ela me disse que eu não poderia [entrar]”, comentou.

“Ninguém veio desmenti-la ou dizer que eu poderia. E aí é um erro da organização que não cabe a mim. Mas acredito que dentro desse conjunto de pessoas haja quem pense diferente e que vai votar no Lula. Mas a questão é que alguma falta de organização existe para que essa seja a informação que seja passada para mim de uma forma não delicada”, completou.

A coluna está na cidade de Vassouras a convite da organização do Festival de Cinema, que negou a prática de qualquer tentativa de censura aos artistas ou frequentadores de todas as atividades programadas para o evento:

“O Festival de Cinema de Vassouras destaca que em momento algum houve censura ao uso da vestimenta da atriz Lara Tremoroux. Os responsáveis pelo evento, Bruno Saglia e Jane Saglia, fazem questão, a todo tempo, desde o primeiro dia de Festival, de ressaltar que são a favor da liberdade de expressão de cada um aqui presente.

A intenção do 1º Festival de Cinema de Vassouras é levar — não apenas aos Vassourenses e a todo o Vale do Café — a diversão, a diversidade, o empoderamento feminino, a pluralidade. É tornar o audiovisual acessível, possível. Assim tem sido às mais de 18 mil pessoas já passaram pelo evento, assistindo animações, curtas, documentários, longa-metragens. E, de fato, a mensagem é uma so: amor e respeito. Viva a arte!”

Fonte: IG GENTE

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