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DIAMANTINO

Aos 65 anos, servidor abre mão de aposentaria pelo prazer de trabalhar

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Aos 65 anos, o sr. Deusdet Santana Lira é um dos servidores que mais tem história de trabalho na Prefeitura de Diamantino e, por isso, neste dia 1º de maio ele representa todo o time de trabalhadores que cumprem diariamente a função de servir nossa cidade.

Aqui, ele começou a trabalhar em 1986, fez concurso para pedreiro no ano de 1991, totalizando 36 anos de dedicação como servidor do município. “Na prefeitura eu me sinto em casa, sinto muito prazer pelo que faço e  orgulho do meu trabalho. Foi com ele que criei e sustentei minha família”, comenta.

A jornada de Deusdet traduz a realidade de quem trabalha com amor, perseverança e otimismo. Alvo de admiração, por onde ele passa, deixa sua marca de humildade, reconhecida por todos. “Comigo tristeza é só na doença”, afirma.

Sempre bem humorado, o flamenguista preferiu não se aposentar para desfrutar do clima alegre que vive todos os dias com seus companheiros, principalmente, os da Secretaria de Infraestrutura: “O que gosto é do meu trabalho é da minha galera”, disse.

Superação

No ano passado, um fato marcou a vida do nosso homenageado. Ele foi uma das vítimas da Covid-19. Sofreu a dor da enfermidade durante várias semanas e chegou a ser internado por quatro dias. Conta que teve 26% do pulmão comprometido com a infecção, mas enfrentou a batalha pela vida e sobreviveu. “Senti medo de não ver mais meus netos”, lembra.

Agora feliz, esse avô carinhoso disse que aproveita cada momento, mimando os pequenos que são o xodó da família, o João Pedro de três anos e a Laura, de 8 meses.

Casado com a servidora aposentada Nery Mendes com quem teve dois filhos, Deusdet é um pai de família amoroso e dedicado.  Ainda se emociona ao falar dos momentos de angústia, mas expressa toda a alegria de quem saiu vitorioso e sabe valorizar a vida e as pessoas com quem convive.

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DIAMANTINO

Conselheiros tutelares de 17 municípios participam de Oficina de Capacitação do Sipia em Diamantino

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Diamantino sediou esta semana a Oficina de Capacitação do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (SIPIA/CT-MT) provida pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca/MT). Ao todo, participaram representantes de 17 municípios, sendo 8 do núcleo regional de Diamantino e 8 municípios convidados. A capacitação foi ministrada pela Coordenadora Estadual do SIPIA/CT, Rebecca Alves Marques Souza.

Integram o núcleo regional os municípios de Diamantino, Alto Paraguai, Nobres, São José do Rio Claro, Denise, Nortelândia, Rosário Oeste e Arenápolis, e foram convidados representantes dos municípios de Brasnorte, Santo Afonso, Jangada, Acorizal, Colniza, Juara, Tangará da Serra, Castanheira, Lucas do Rio Verde.

O Sipia, explicou a coordenadora, é um sistema nacional de registro e tratamento de informação sobre a promoção e defesa dos direitos fundamentais preconizados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) onde propõem gerar informações com a finalidade de subsidiar a adoção de decisões governamentais sobre políticas para crianças e adolescentes, garantindo-lhes acesso à cidadania.

E esta formação, de acordo com Rebecca Alves, teve como objetivo orientar os conselheiros tutelares na implementação de melhorias e aprimoramento no que diz respeito ao sistema.

“O Sipia é a única ferramenta informatizada do conselheiro tutelar. É um banco de dados onde são registradas todas as violações de direitos humanos de crianças e de adolescentes e quando o Conselho Tutelar utiliza o CIPIA o município tem diagnóstico, tem dados estatísticos das violações que acontecem nos seus municípios para gerenciar as políticas públicas voltadas para as áreas da infância e da juventude, nas áreas que mais tem violação dentro daquela localidade”, detalhou.

Regiane Chaves Carrijo, conselheira tutelar de Lucas do Rio Verde, reconheceu a importância da capacitação para a o pleno funcionamento do Sipia. “Era a complementação que falava para os conselheiros realizarem a correta inserção de dados no sistema”.

Leia mais:  Secretaria de Assistência Social entrega 800 cobertores a famílias de Diamantino

De Arenápolis, Naine Alves reforçou a fala da colega por entender a importância no Sipia na definição de estratégias de ação e implementação de políticas públicas nos respectivos municípios a partir dos dados estatísticos computados no sistema.

Tanto Regiane quanto Naine apontaram com um dos grandes desafios do Conselho Tutelar a compreensão por parte da sociedade de sua real função que é a garantia dos direitos da criança e do adolescente.

Sipia

O Sipia fundamenta-se no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e tem três objetivos primordiais que são: operacionalizar na base a política de atendimento dos direitos; encaminhar a aplicação da medida mais adequada com vistas ao ressarcimento do direito violado, para sanar a situação em que se encontra a criança ou adolescente e outras.

Por estruturar-se com base nos mesmos conceitos do Eca e do Adolescente, o Sipia constitui-se em instrumento de capacitação para os conselheiros tutelares e para os conselheiros de direitos, contribuindo para a implantação e o adequado funcionamento de ambos e, assim, para a implantação do próprio estatuto. 

Conselhos tutelares

Os Conselhos Tutelares são responsáveis por receber e apurar denúncias sobre violações dos direitos da criança e do adolescente – que incluem maus-tratos, crianças fora da escola, trabalho e prostituição infantil ou do adolescente, cabe também ao Conselho Tutelar repassar as denúncias para o Poder Judiciário naquilo que lhes compete. 

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Conselheiros tutelares do núcleo regional de Diamantino participam de Oficina de Capacitação do Sipia

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Diamantino sediou esta semana a Oficina de Capacitação do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (SIPIA/CT-MT) provida pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca/MT). Ao todo, participaram representantes de 17 municípios, sendo 8 do núcleo regional de Diamantino e 8 municípios convidados. A capacitação foi ministrada pela Coordenadora Estadual do SIPIA/CT, Rebecca Alves Marques Souza.

Integram o núcleo regional os municípios de Diamantino, Alto Paraguai, Nobres, São José do Rio Claro, Denise, Nortelândia, Rosário Oeste e Arenápolis, e foram convidados representantes dos municípios de Brasnorte, Santo Afonso, Jangada, Acorizal, Colniza, Juara, Tangará da Serra, Castanheira, Lucas do Rio Verde.

O Sipia, explicou a coordenadora, é um sistema nacional de registro e tratamento de informação sobre a promoção e defesa dos direitos fundamentais preconizados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) onde propõem gerar informações com a finalidade de subsidiar a adoção de decisões governamentais sobre políticas para crianças e adolescentes, garantindo-lhes acesso à cidadania.

E esta formação, de acordo com Rebecca Alves, teve como objetivo orientar os conselheiros tutelares na implementação de melhorias e aprimoramento no que diz respeito ao sistema.

“O Sipia é a única ferramenta informatizada do conselheiro tutelar. É um banco de dados onde são registradas todas as violações de direitos humanos de crianças e de adolescentes e quando o Conselho Tutelar utiliza o CIPIA o município tem diagnóstico, tem dados estatísticos das violações que acontecem nos seus municípios para gerenciar as políticas públicas voltadas para as áreas da infância e da juventude, nas áreas que mais tem violação dentro daquela localidade”, detalhou.

Regiane Chaves Carrijo, conselheira tutelar de Lucas do Rio Verde, reconheceu a importância da capacitação para a o pleno funcionamento do Sipia. “Era a complementação que falava para os conselheiros realizarem a correta inserção de dados no sistema”.

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De Arenápolis, Naine Alves reforçou a fala da colega por entender a importância no Sipia na definição de estratégias de ação e implementação de políticas públicas nos respectivos municípios a partir dos dados estatísticos computados no sistema.

Tanto Regiane quanto Naine apontaram com um dos grandes desafios do Conselho Tutelar a compreensão por parte da sociedade de sua real função que é a garantia dos direitos da criança e do adolescente.

Sipia

O Sipia fundamenta-se no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e tem três objetivos primordiais que são: operacionalizar na base a política de atendimento dos direitos; encaminhar a aplicação da medida mais adequada com vistas ao ressarcimento do direito violado, para sanar a situação em que se encontra a criança ou adolescente e outras.

Por estruturar-se com base nos mesmos conceitos do Eca e do Adolescente, o Sipia constitui-se em instrumento de capacitação para os conselheiros tutelares e para os conselheiros de direitos, contribuindo para a implantação e o adequado funcionamento de ambos e, assim, para a implantação do próprio estatuto. 

Conselhos tutelares

Os Conselhos Tutelares são responsáveis por receber e apurar denúncias sobre violações dos direitos da criança e do adolescente – que incluem maus-tratos, crianças fora da escola, trabalho e prostituição infantil ou do adolescente, cabe também ao Conselho Tutelar repassar as denúncias para o Poder Judiciário naquilo que lhes compete. 

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