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POLÍTICA NACIONAL

Fernando Henrique deixa presidência da fundação que leva seu nome

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Fernando Henrique Cardoso deixou fundação nesta sexta-feira (29)
Wilson Dias/Agência Brasil – 23.05.2015

Fernando Henrique Cardoso deixou fundação nesta sexta-feira (29)

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de 90 anos, anunciou que deixou nesta sexta-feira a presidência da fundação que tem o seu nome, criada em 2004. O cargo passará a ser ocupado pelo ex-ministro das Relações Exteriores Celso Lafer, escolhido pelo próprio FH.

Fernando Henrique, que governou o Brasil por dois mandatos entre 1995 e 2002, passará a ocupar a presidência de honra da entidade.

O ex-presidente tem reduzido sua exposição desde o mês passado, quando quebrou o fêmur ao cair em sua residência, em São Paulo. Fernando Henrique se submeteu a uma cirurgia no Hospital Sírio-Libanês após o acidente doméstico e teve alta no dia 12 de março.

O comunicado da Fundação que anuncia a decisão de FH destaca que a trajetória de Celso Lafer “se entrelaça à de Fernando Henrique Cardoso” e que a escolha de seu nome “recebeu o apoio unânime dos conselheiros pela afinidade que tem com os valores e com a missão da instituição”.

A Fundação Fernando Henrique Cardoso reúne o acervo privado do ex-presidente, o primeiro a ser reeleito em eleições diretas após a redemocratização do país, além de ser um reconhecido think thank nas áreas de ciência política e políticas públicas.

A instituição “carrega a marca do intelectual e político dedicado à compreensão da realidade brasileira” que é o ex-presidente, segundo o comunicado.

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Assim como Fernando Henrique, Lafer é membro da Academia Brasileira de Letras. Jurista, ele foi chanceler em duas ocasiões, no governo de Itamar Franco (1992) e no segundo mandato de FH (2001 a 2003). Também no segundo mandato do tucano, chegou a ocupar a pasta de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, em 1999.

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A Fundação FHC também anunciou a entrada de quatro novos membros em seu conselho curador, cuja função é determinar as estratégias de ação da entidade e aprovar sua programação e seus demonstrativos contábeis.

Ingressaram no conselho o investidor e ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga, a especialista em segurança pública Ilona Szabó, a ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira e José Olympio Pereira, presidente do banco Credit Suisse no Brasil. Com isso, o órgão passa a ter 13 membros, incluindo FH e seus três filhos Beatriz, Luciana e Paulo Henrique. O cientista político Sergio Fausto segue na diretoria executiva da Fundação.

“Todos os quatro são profissionais reconhecidos, dentro e fora do Brasil, em suas áreas de atuação e aportam à Fundação uma combinação variada e rica de experiências na vida pública, no setor privado e na sociedade civil”, diz o documento.

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POLÍTICA NACIONAL

‘É provável que eu seja candidato ao Senado por São Paulo’, diz Moro

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Sergio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública
Rafael Cautella/Lide Ribeirão Preto

Sergio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública

O ex-ministro  Sergio Moro declarou ser “provável” uma candidatura ao Senado por São Paulo. Filiado ao União Brasil desde março, o ex-juiz da Lava-Jato ainda precisa garantir apoio de sua nova legenda à empreitada. 

Dirigentes do União Brasil preferem vê-lo como candidato a deputado federal, pela possibilidade de ser um puxador de votos que ajude a levar mais parlamentares da legenda para a Câmara dos Deputados.

Moro não descarta a possibilidade, mas deixou claro ontem preferir concorrer ao Senado.

“Estou hoje em São Paulo e estou construindo aqui um espaço. Isso tem que ser construído, evidentemente, dentro do partido. Mas é possível, provável, que eu seja candidato ao Senado por São Paulo, mas isso ainda está em construção”, afirmou o ex-juiz em entrevista à webradio Insuperável, admitindo concorrer a outro cargo. “Posso ser também candidato a uma outra posição.”

Moro tinha a pretensão inicial de se lançar ao Palácio do Planalto, mas teve de abrir mão do plano quando trocou o Podemos pelo União Brasil. Ao chegar ao novo partido, trazido pelas mãos do presidente da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PE), Moro enfrentou resistência de diversas alas partidárias. Agora, o próprio Bivar se lançou como candidato do União Brasil ao Planalto.

Moro, então, passou a cogitar uma candidatura ao Legislativo. Uma candidatura ao Senado, porém, também enfrenta resistência de algumas lideranças do União Brasil, entre elas o deputado estadual Milton Leite (SP), principal cacique da sigla no estado.

Se conseguir o aval do União Brasil para se lançar ao Senado, Moro precisará ainda de um acordo com o o governador paulista, Rodrigo Garcia (PSDB), a cuja reeleição o União já firmou apoio.


Enquanto ainda busca decidir a qual cargo se candidatar, Moro convive com uma contestação do Ministério Público sobre sua transferência de domicílio eleitoral do Paraná para São Paulo, realizada menos de três meses após sua mudança para a capital paulista. 

Porém, uma jurisprudência do TSE estabelece que o domicílio eleitoral também ocorre pela constituição de “vínculos políticos, econômicos, sociais ou familiares”. Durante a semana, o ex-ministro rebateu:

“A todo momento surge um fato novo para tentar intimidar uma possível candidatura minha. A bola da vez é meu domicílio eleitoral. É sério que essa é a discussão?”

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‘É provável que eu seja candidato ao Senado por São Paulo’, diz Moro

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Sergio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública
Rafael Cautella/Lide Ribeirão Preto

Sergio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública

O ex-ministro Sergio Moro declarou ser “provável” uma candidatura ao Senado por São Paulo. Filiado ao União Brasil desde março, o ex-juiz da Lava-Jato ainda precisa garantir apoio de sua nova legenda à empreitada. 

Dirigentes do União Brasil preferem vê-lo como candidato a deputado federal, pela possibilidade de ser um puxador de votos que ajude a levar mais parlamentares da legenda para a Câmara dos Deputados.

Moro não descarta a possibilidade, mas deixou claro ontem preferir concorrer ao Senado.

“Estou hoje em São Paulo e estou construindo aqui um espaço. Isso tem que ser construído, evidentemente, dentro do partido. Mas é possível, provável, que eu seja candidato ao Senado por São Paulo, mas isso ainda está em construção”, afirmou o ex-juiz em entrevista à webradio Insuperável, admitindo concorrer a outro cargo. “Posso ser também candidato a uma outra posição.”

Moro tinha a pretensão inicial de se lançar ao Palácio do Planalto, mas teve de abrir mão do plano quando trocou o Podemos pelo União Brasil. Ao chegar ao novo partido, trazido pelas mãos do presidente da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PE), Moro enfrentou resistência de diversas alas partidárias. Agora, o próprio Bivar se lançou como candidato do União Brasil ao Planalto.

Moro, então, passou a cogitar uma candidatura ao Legislativo. Uma candidatura ao Senado, porém, também enfrenta resistência de algumas lideranças do União Brasil, entre elas o deputado estadual Milton Leite (SP), principal cacique da sigla no estado.

Se conseguir o aval do União Brasil para se lançar ao Senado, Moro precisará ainda de um acordo com o o governador paulista, Rodrigo Garcia (PSDB), a cuja reeleição o União já firmou apoio.

Leia mais:  TSE e Telegram formalizam acordo para combate à desinformação

Enquanto ainda busca decidir a qual cargo se candidatar, Moro convive com uma contestação do Ministério Público sobre sua transferência de domicílio eleitoral do Paraná para São Paulo, realizada menos de três meses após sua mudança para a capital paulista. 

Porém, uma jurisprudência do TSE estabelece que o domicílio eleitoral também ocorre pela constituição de “vínculos políticos, econômicos, sociais ou familiares”. Durante a semana, o ex-ministro rebateu:

“A todo momento surge um fato novo para tentar intimidar uma possível candidatura minha. A bola da vez é meu domicílio eleitoral. É sério que essa é a discussão?”

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