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POLÍTICA NACIONAL

PT crê que Bolsonaro não irá a debates eleitorais, diz jornalista

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PT crê que Bolsonaro não irá a debates eleitorais, diz jornalista
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PT crê que Bolsonaro não irá a debates eleitorais, diz jornalista

Políticos filiados ao  Partido dos Trabalhadores (PT) acreditam que o atual  presidente Jair Bolsonaro (PL) não irá comparecer aos debates eleitorais para o pleito deste ano. A prática se assemelharia a utilizada em 2018, quando o então candidato da direita não compareceu a maioria dos embates.

Aliados do ex-presidente  Luis Inácio Lula da Silva (PT) apostam que o ocupante do Palácio do Planalto não irá se expor. Na última campanha, Bolsonaro deixou de ir aos debates com a justificaiva de que tratava-se de uma orientação médica. Isso porque, dias antes, o candidato sofreu uma facada em Juiz de Fora-MG.

Alexandre Padilha (PT), deputado federal, afirmou ao jornalista Igor Gadelha, que “Bolsonaro é um fujão de qualquer debate, todo mundo sabe. Independente de sua condição de saúde. Ele foge dos debates e continuará fugindo. Como foge de prestar contas a sociedade, faz com que seus ministros não comparecem ao Congresso. Ele é um fujão e continuará sendo independente de sua condição de saúde”.


O candidato que viria a vencer as eleições participou dos debates pela Band e pela RedeTv. Pessoas próximas a Lula relembram que Bolsonaro já cogitava não comparecer aos encontros com demais candidatos. Gustavo Bebianno, então presidente do PSL, havia afirmado à Folha de S.Paulo que o ex-deputado federal estava “de saco cheio” de “debates inócuos”.

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PT firma acordo com PSB no Rio e apoiará candidatura de Marcelo Freixo

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PT firma acordo com PSB no Rio e apoiará candidatura de Marcelo Freixo

Em meio às movimentações para a formação de palanques no Rio para as eleições deste ano, lideranças do PT fluminense se reuniram com o ex-presidente  Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente nacional do partido,  Gleisi Hoffmann, na tarde de terça-feira, em São Paulo.

O partido anunciou que deve lançar o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), André Ceciliano, para o Senado, abrindo caminho para selar a aliança com o PSB em torno da chapa do deputado federal Marcelo Freixo — pelo acordo, cabe ao PT indicar o vice.

Lideranças do PT fluminense vinham resistindo a consolidar a aliança com o PSB para apoiar a candidatura de Freixo no Rio. Em movimentação nos bastidores, Ceciliano avaliava se colocar como candidato pelo partido.

O vice-presidente nacional do PT Washington Quaquá divulgou o encontro em publicação nas redes sociais. Ele voltou a afirmar que a prioridade do partido no estado é a campanha de Lula e que ele pode aparecer em outros palanques para ampliar sua inserção no eleitorado fluminense.

“Vamos com tudo com Lula Presidente e Andre Ceciliano Senador! O PT negociará com o PSB e a presidenta Gleisi tem nosso apoio total para isso! E o presidente Lula terá quantos palanques estiverem dispostos a apoiá-lo! Objetivo é isolar Bolsonaro e ampliar Lula no Rio!”, postou Quaquá.

Outras pré-candidaturas no estado seguem articulando as alianças. O PDT, que vai lançar o ex-prefeito de Niterói Rodrigo Neves, trabalha com a possibilidade da pulverização de palanques, dependendo de alianças locais e das possíveis federações nacionais entre os partidos.

No Rio, o partido trabalha com a possibilidade de apoiar Ceciliano ao Senado — o que resultaria num palanque múltiplo, já que ele receberia o apoio de Neves e, por tabela, de Ciro Gomes.

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Ao mesmo tempo, Neves poderia eventualmente compartilhar um palco de campanha com Ceciliano e Lula — apesar de apoiar Ciro oficialmente. Neves foi filiado ao PT e conta com a simpatia de Lula.

Segundo o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, configurações parecidas devem ocorrer em outros estados, como na Bahia, onde o PDT deve apoiar a candidatura de ACM Neto (DEM). Porém, em meio a fusão do DEM com o PSL para formar o União Brasil, o palanque segue aberto no estado, por ora.

“Diversos estados podem ter essas alianças locais que ainda dependem dos acordos nacionais”, diz Lupi. “Ainda estão todos em fase de conversa inicial.”


No PSD, as conversas se dão em torno do prefeito Eduardo Paes. Seu candidato ao governo do Rio é o presidente da OAB Felipe Santa Cruz. Apesar do bom relacionamento com Lula, a campanha vê um apoio petista cada vez mais distante por conta do acordo com Freixo.

Santa Cruz desconversa sobre as movimentações em torno de palanques. Ele diz que ainda é prematuro falar sobre alianças políticas e que os partidos deveriam estar preocupados em apresentar projetos. Porém, diz que sua candidatura buscará ampliar conversas com diferentes espectros.

“Vamos buscar apoio em todo campo político que não seja bolsonarista, obviamente”, diz Santa Cruz.

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Moro procura ‘ganhar terreno’ no cenário digital através do MBL

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Moro busca 'ganhar terreno' em campanha digital através do MBL
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Moro busca ‘ganhar terreno’ em campanha digital através do MBL

Atrás do  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do atual ocupante do posto,  Jair Bolsonaro (PL), nas pesquisas de intenção de voto e no alcance nas redes sociais, o  presidenciável Sergio Moro (Podemos) aposta no  Movimento Brasil Livre (MBL) para alavancar a campanha digital.

Integrantes do grupo formalizaram ontem a entrada no partido do ex-ministro, mas a aliança já é anterior, com publicações coordenadas a favor de Moro e críticas aos principais adversários dele na disputa. A primeira ação mais explícita ocorreu há uma semana, após a entrevista em que Lula chamou o ex-juiz da Lava-Jato de “canalha”.

Em poucas horas, o perfil oficial do MBL e políticos como o deputado federal Kim Kataguiri (SP), de saída do DEM para o Podemos, e Adelaide Oliveira, uma das coordenadoras do movimento, impulsionaram a tag #LulaCanalha. O termo somou mais de 30 mil menções e chegou aos assuntos mais comentados do Twitter.

No dia seguinte, foi a vez de #BolsonaroCovarde, novamente com o endosso de integrantes do grupo, como o deputado estadual de São Paulo Arthur do Val, que está deixando o Patriota e deve concorrer ao governo estadual.

Também com o apoio do MBL, ontem foi a vez de #LulaArregou alcançar a lista de temas mais populares. A hashtag fez referência ao post em que Moro usou a expressão ao replicar uma notícia dizendo que o ex-presidente havia mandado o PT desistir da CPI para investigar a relação do ex-ministro com a consultoria Alvarez & Marsal.

Fliperama

O MBL ganhou tração nas redes sociais no curso do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, quando organizou manifestações pelo país. O movimento se notabilizou por uma linguagem irônica, por vezes agressiva, com expressões curtas e memes com potencial de rápida disseminação. Ontem, Moro recebeu o apoio de outro grupo envolvido nos atos a favor da saída da petista do cargo, o Vem pra Rua.

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Na esteira da disputa por ampliar seu alcance na internet, Moro também tem buscado passar uma imagem descontraída, em contraposição à postura mais rígida da época de magistrado.

No sábado, ele publicou no Instagram uma foto em que aparecia com uma roupa formal — nas agendas de pré-campanha, ele adotou como “uniforme” o uso de blazer e camisa social, sem gravata —, mas jogava em uma máquina de fliperama o game Street Fighter 2.

Na legenda, recheada de ironias, disse que “ser brasileiro é viver no modo hard” e recobrou seus “tempos de universidade, nos anos 1990, jogando num fliperama de rodoviária”. Nos comentários, foi apoiado por Kataguiri: “Desafia Lula e Bolsonaro pra um x1 valendo a Presidência”, brincou o parlamentar.

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Já na noite de segunda-feira, Moro foi o convidado do podcast Flow, que tem grande popularidade entre os jovens. Até ontem, o episódio somava mais de 1,3 milhão de visualizações.

Nas redes sociais, o bate-papo e sua repercussão foram amplamente divulgados pelo ex-juiz, com vídeos, imagens e trechos de frases ditas por ele. Mais uma vez, o MBL auxiliou compartilhando o link da transmissão ao vivo e com análise do que foi dito no canal de lives do movimento.

A guinada de postura é a aposta em um cenário desfavorável: a participação de Lula em um podcast similar, o Podpah, por exemplo, ultrapassou a casa de 8,5 milhões de visualizações desde 2 de dezembro, quando foi ao ar.

Engajamento menor

Conforme mostra levantamento da Bites, nos últimos 30 dias, o ex-ministro ganhou 17 mil novos seguidores nos seus perfis oficiais no Twitter, Instagram e Facebook.

Já o petista, acumulou 322 mil novos usuários em suas contas, e Bolsonaro, 187 mil. A análise ressalta, ainda que as bases de Bolsonaro (41 milhões) e Lula (11,6 milhões) são mais expressivas que a de Moro (6 milhões) — este recorte leva em consideração também o YouTube.


O engajamento do ex-juiz também segue distante. No mesmo período, Moro fez 300 posts e alcançou 4,5 milhões de interações (entre curtidas, compartilhamentos e comentários). Lula, por sua vez, fez 275 publicações e chegou a 8,2 milhões de interações. Bolsonaro postou 288 vezes e chegou a 29 milhões.

“Esses números mostram que Moro ainda tem uma grande estrada para pavimentar dentro das redes sociais”, afirma Manoel Fernandes, diretor da Bites.

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