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Projeto ‘Inclusão Literária’ é instalado na Delegacia do Adolescente em Várzea Grande

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Assessoria/Polícia Civil-MT

O projeto Inclusão Literária, que tem o objetivo de oferecer acesso e estimular a leitura tanto dos servidores órgãos públicos quanto da população em geral, está instalado na Delegacia Especializada do Adolescente de Várzea Grande (DEA-VG),

O projeto idealizado pelo historiador e produtor cultural, Clovis Matos, em março de 2017, cria pontos de leitura, disponibilizando livros de forma gratuita a população, sendo implantado na DEA-VG, por meio de articulação do delegado da unidade, Romildo Grota Junior.

O projeto consiste em livros dos mais variados temas que ficam armazenados e disponíveis para serem emprestados ou doados aos que trabalham ou passam pelos locais onde estão instaladas a minibibliotecas. A pessoa pode pegar e ficar com o livro ou ler e devolver, dando a possibilidade para outras conhecerem a obra. À medida que o estoque de livros for diminuindo, a biblioteca é reabastecida.

Há alguns anos, o delegado Romildo Grota tem feito a ‘ponte’ para levar o projeto a outras unidades da Polícia Civil e a também a unidades do Sistema Penitenciário, como a Penitenciária Central do Estado e a Penitenciaria Feminina, Ana Maria do Couto May.

“Creio que para obtermos uma sociedade melhor, precisamos agir em duas frentes: segurança e educação. O incentivo ao hábito de ler é o primeiro passo a aumentar nossa capacidade cognitiva e, com isso, melhorar nossas vidas e tudo mais em nossa volta”, disse o delegado.   

Clóvis Matos agradeceu o apoio do delegado ao projeto de incentivo a leitura. “Acabamos de criar mais um ponto de leitura, com livros livres para o povo. O ponto de leitura que atenderá aos funcionários da Delegacia e também às pessoas que por lá passarem. Tudo livre, sem burocracia e gratuitamente”, disse o historiador.

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil alcança índice de 69,12% de resolução de homicídios na Região Metropolitana

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), unidade da Polícia Civil responsável pelas investigações de homicídios na Região Metropolitana de Cuiabá, encerrou 2021 com um índice de resolutividade de 69,12% dos inquéritos policiais. Juntas, as duas cidades registraram 81 homicídios dolosos, o menor número dos últimos 20 anos na região Metropolitana da Capital, que tem uma população de quase um milhão de habitantes.

Conforme dados de homicídios reunidos nos últimos anos e considerando a série histórica que vem sendo estudada pela DHPP desde 2008, o ano de 2014 foi o que registrou mais homicídios, com 470 assassinatos. No comparativo de 2020 com os números do ano passado, a redução na Região Metropolitana foi de 39,55%.

Considerando apenas a cidade de Cuiabá, que registrou 45 homicídios no ano passado e 82 no ano anterior, o decréscimo foi ainda maior, de 45,12%. Já em Várzea Grande, a redução ficou em 30,77%, com 36 mortes dolosas registradas no ano passado contra 52 em 2020.

Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (20.01) à imprensa pelo delegado titular da DHPP, Fausto Freitas, que pontuou a integração da equipe da unidade especializada, que conta atualmente com seis delegados para a investigação de homicídios consumados, dois na apuração de tentativas de homicídio e um profissional que coordena o Núcleo de Pessoas Desaparecidas.

“A delegacia alcançou a marca de resolutividade em quase 70% dos homicídios dolosos cometidos no ano passado, um número acima da média nacional e que nos impulsiona a fazer o melhor a cada ano”, destacou Fausto, destacando que a redução dos homicídios é um trabalho integrado, que tem a repressão como prevenção e alcançou, desta forma, um índice de 7,2 mortes a cada 100 mil habitantes em Cuiabá, número que está dentro dos padrões aceitáveis considerados pela Organização das Nações Unidas.

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“Temos também um trabalho de excelência na área de inteligência e a eficiência da aquipe da delegacia. “Desta forma, a poulação compreeende que o autor do crime contra a vida será responsabilizado e punido”.

A Delegacia de Homicídios instaurou 121 novos inquéritos e concluiu 204 que incluem casos referentes a anos anteriores ocorridos nas duas. Do total de investigações concluídas, 141 delas tiveram a autoria criminal identificada.

Núcleo de Pessoas Desaparecidas

O núcleo atua na apuração de desaparecimento de pessoas na Região Metroplitana e obteve no ano passado uma taxa de 93,15% de localização. Significa que dos 728 registros de desaparecidos em Cuiabá e Várzea Grande, 658 foram localizados no ano passado.

O NPD também auxilia delegacias do interior do estado e foi responsável pela criação de um banco de dados virtual que reúne ionformações de pessoas desaparecidas no estado, que tiveram o registro realizado na Polícia Civil.

Mortes a mando de facções

No ano passado, a DHPP organizou e reuniu em um mesmo cartório da unidade policial todas as investigações cujos indícios apontam para o envolvimento de integrantes de organizações criminosas.

O trabalho foi adotado para otimizar a atuação das equipes policiais na apuração de homicídios consumados relacionados ao mesmo grupo criminoso o que, na opinião do delegado titular da DHPP, Fausto Freitas, auxilia a polícia a entender melhor como agem esses criminosos e como a força policial pode trabalhar para esclarecer os crimes e chegar às prisões dos autores.

“O núcleo operacional criado para atuar especificamente nesse tipo de investigação consegue, desta forma, fazer um enfrentamento mais qualificado ao tipo de homicídio praticado, unindo informações que às vezes estavam espalhadas em outras equipes. Com todas concentradas em uma única equipe, é posível identificar as ligações entre vários crimes ocorridos, conhecendo as regiões, locais de ocorrência, quem está por trás”, reforçou Fausto.

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A sociedade pode colaborar com o trabalho da DHPP por meio de denúncias, que podem ser feitas pelo telefone 197 ou diretamente no (65) 3901-4825.

Fonte: PJC MT

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Investigado por estupro de vulnerável ocorrido há 3 anos em MT é preso no interior do Paraná

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Um homem de 34 anos, investigado pela Polícia Civil por estupro de vulnerável ocorrido em Sinop, há três anos, foi preso nesta quarta-feira (19.01), no interior do Paraná.

Após nformações repassadas pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Sinop sobre o paradeiro do foragido, a Polícia Militar de Matelândia, cidade na região de Foz do Iguaçú, cumpriu o mandado de prisão contra o homem procurado pela Justiça de Mato Grosso.

L.S. era procurado desde 2018 peloc rime cometido contra sua enteada, que atualmente tem 12 anos. Depois da decretação da prisão pela Comarca de Sinop, ele ficou foragido até que a Polícia Civil conseguiu descobrir o paradeiro dele na cidade do interior paranaense.

Depois da prisão, ele foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Matelândia e aguardará a autorização para recambiamento a Mato Grosso.

Outra prisão

Na última semana, outro homem investigado por estupro de vulnerável foi preso pela Polícia Civil em Sinop. V.G., de 47 anos, teve a prisão decretada pela 2a Vara Criminal do município após investigação realizada pela Delegacia da Mulher, Criança e Idoso pelos crimes de estupro de vulnerável e ameaça.

Fonte: PJC MT

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