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Moraes prorroga inquérito sobre milícias digitais antidemocráticas

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O ministro do STF Alexandre de Moraes
Nelson Jr/SCO/STF

O ministro do STF Alexandre de Moraes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu no último dia 5 prorrogar, por 90 dias, o inquérito que investiga a atuação de supostas milícias digitais antidemocráticas. Relator do caso, Moraes deu prazo extra às investigações sobre uma suposta milícia digital que teria atuado contra a democracia e o Estado democrático de direito.

“(…) Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações e a existência de diligências em andamento, nos termos previstos no art. 10 do Código de Processo Penal, prorrogo por mais 90 (noventa) dias, a partir do encerramento do prazo final anterior (6 de janeiro de 2022), o presente inquérito.”, escreveu o ministro no despacho, que foi publicado na última sexta-feira.

A investigação está a cargo da Polícia Federal. Foi no âmbito deste inquérito que a Polícia Federal intimou o guru bolsonarista Olavo de Carvalho para prestar depoimento, mas ele não compareceu, conforme revelado pelo GLOBO. A defesa do ideólogo alegou que ele estava com problemas de saúde e não poderia ser interrogado.

O inquérito sobre as milícias digitais foi aberto por determinação de Moraes, após provas colhidas pela PF sobre a articulação de grupos bolsonaristas nas redes sociais com ataques às instituições democráticas. Foi no âmbito dessa investigação que o ex-deputado federal Roberto Jefferson foi preso em agosto de 2021. O blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, que está foragido nos Estados Unidos, também é alvo deste inquérito.

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Ciro Nogueira volta a atacar o PT: “Tenta impor o discurso do medo”

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Ciro Nogueira volta a atacar o PT:
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Ciro Nogueira volta a atacar o PT: “Tenta impor o discurso do medo”

Ministro-Chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI)  publicou um artigo na última segunda-feira (18) em que acusa o Partido dos Trabalhadores de utilizar uma estratégia semelhante à utilizada pelo presidente eleito do Chile, Gabriel Boric. Para o político, o PT quer “radicalizar no primeiro turno para moderar no segundo”, uma “cortina de fumaça”.

“Muitos estão estranhando a ‘radicalização’ do tom do Partido dos Trabalhadores e de seu candidato à Presidência da República. Há quem imagine que isso é um ‘tiro no pé’. Não: é uma cortina de fumaça. O objetivo é uma das mais conhecidas táticas de guerra, a manobra diversionista”, afirma o ministro.

Membro do governo Bolsonaro, Nogueira ressalta um problema com este método. “Boric é um jovem político. Não tem passado. O PT tem. E é marcado por graves e inquestionáveis fatos. Ao fingir ser um novo Boric, o velho PT tenta ocultar do debate o que realmente pretende fazer. Tenta uma carta branca para governar sem compromissos com nada. Sem coerência com nada”.

Em 2018, Ciro declarou voto no então candidato e ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que o petista foi o melhor presidente da história do país. Agora, acusa a sigla de radicalizar “para não discutir as suas cicatrizes, que não se resumem às condenações do ex-presidente Lula”.


“O desastre econômico de 2015 e 2016 não pode ser retirado da história do partido. E, ao tentar impor o discurso do medo, o PT tenta colocar uma venda nos olhos para que ninguém olhe o PT. O futuro com o PT pode ser assustador, sim. Mas o passado já é suficiente para causar espanto”, conclui.

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Membros do MBL migram para o Podemos, partido de Sergio Moro

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Ex-juiz e pré-candidato à Presidência Sergio Moro
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Ex-juiz e pré-candidato à Presidência Sergio Moro

Os membros do Movimento Brasil Livre (MBL) começarão a mudar de seus atuais partidos para entrar no Podemos, onde está atualmente o ex-juiz e pré-candidato à Presidência Sergio Moro , a partir deste mês. O grupo já manifestava apoio a Moro para o Planalto desde o anúncio de sua pré-candidatura, em novembro do ano passado, e ensaia a formação de palanques estaduais com ele.

O deputado estadual Arthur do Val, mais conhecido como Mamãe Falei (Patriota), pré-candidato ao governo de São Paulo, afirmou ao Estadão que o movimento de migração é “natural”, uma vez que o MBL e o ex-juiz defendem ideais semelhantes.

A filiação deve ocorrer junto com a divulgação de uma “carta de independência” entre o grupo e o partido.

Além de Arthur do Val, os outros integrantes do MBL que acertam filiação ao Podemos inclui o deputado federal Kim Kataguiri (DEM), o vereador Rubinho Nunes (PSL) e Adelaide Oliveira, que foi candidata a vice-prefeita de São Paulo em 2018 pelo Patriota.

Adelaide descreveu os dois como os futuros presidente da República e governador paulista. Os integrantes do MBL manifestam interesse em projetar um palanque com Moro para Arthur do Val.

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