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Moraes prorroga inquérito que apura se Bolsonaro interferiu na PF

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Jair Bolsonaro
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, prorrogou por mais 90 dias o inquérito que apura se o presidente Bolsonaro interferiu na Polícia Federal (PF).

O inquérito, que foi aberto em 2020 pelo Supremo, tem como base acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Ao sair do Ministério, Moro alegou que Bolsonaro tentou interferir nas investigações da PF. 

O presidente teria cobrado a troca do chefe da Polícia Federal no Rio de Janeiro e exonerado a indicação de Sergio Moro, Mauricio Valeixo, para blindar investigações de seus alidados. O prazo inicial para o inquérito acabaria no próximo dia 27 de janeiro.

“Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações e a existência de diligências em andamento, nos termos previstos no art. 10 do Código de Processo Penal, prorrogo por mais 90 (noventa) dias, a partir do encerramento do prazo final anterior (27 de janeiro de 2022), o presente inquérito”, decidiu Moraes.


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Membros do MBL migram para o Podemos, partido de Sergio Moro

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Ex-juiz e pré-candidato à Presidência Sergio Moro
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Ex-juiz e pré-candidato à Presidência Sergio Moro

Os membros do Movimento Brasil Livre (MBL) começarão a mudar de seus atuais partidos para entrar no Podemos, onde está atualmente o ex-juiz e pré-candidato à Presidência Sergio Moro , a partir deste mês. O grupo já manifestava apoio a Moro para o Planalto desde o anúncio de sua pré-candidatura, em novembro do ano passado, e ensaia a formação de palanques estaduais com ele.

O deputado estadual Arthur do Val, mais conhecido como Mamãe Falei (Patriota), pré-candidato ao governo de São Paulo, afirmou ao Estadão que o movimento de migração é “natural”, uma vez que o MBL e o ex-juiz defendem ideais semelhantes.

A filiação deve ocorrer junto com a divulgação de uma “carta de independência” entre o grupo e o partido.

Além de Arthur do Val, os outros integrantes do MBL que acertam filiação ao Podemos inclui o deputado federal Kim Kataguiri (DEM), o vereador Rubinho Nunes (PSL) e Adelaide Oliveira, que foi candidata a vice-prefeita de São Paulo em 2018 pelo Patriota.

Adelaide descreveu os dois como os futuros presidente da República e governador paulista. Os integrantes do MBL manifestam interesse em projetar um palanque com Moro para Arthur do Val.

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Fim da aliança? Bolsonaro se irrita com postura de Abraham Weintraub

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Fim da aliança? Bolsonaro se irrita com postura de Abraham Weintraub
Marcos Corrêa/PR

Fim da aliança? Bolsonaro se irrita com postura de Abraham Weintraub

O presidente Jair Bolsonaro tem demonstrado irritação com seu ex-ministro da Educação Abraham Weintraub, que articula uma candidatura ao governo de São Paulo mesmo com Bolsonaro defendendo publicamente o nome do ministro Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) para o posto. Weintraub também tem feito críticas à aliança do presidente com partidos do Centrão.

Em conversas com ministros, Bolsonaro comparou Weintraub a outros antigos colegas de ministério que passaram a ser críticos do governo, como Luiz Henrique Mandetta (Saúde), Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral) e Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo).

Weintraub voltou no fim de semana ao Brasil para tentar articular sua candidatura ao governo de São Paulo. Ele estava nos Estados Unidos desde junho de 2020, quando ganhou um cargo no Banco Mundial, em Washington, após ter sido demitido do Ministério da Educação por ter entrado em atrito com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Caso consiga viabilizar sua candidatura em São Paulo, Weintraub deve enfrentar Tarcísio, seu antigo colega de governo e preferido de Bolsonaro para assumir o Palácio dos Bandeirantes. O apoio ao ministro da Infraestrutura foi uma das condições impostas por Bolsonaro para se filiar ao PL.

No ano passado, em entrevista à revista Oeste, Weintraub alfinetou Tarcísio, dizendo que a “linha de pensamento” dele é diferente:

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“A linha de pensamento deles não é igual a minha e de meu irmão, porque nós somos conservadores, anti-sistema, não queremos ficar batendo papo furado com quem tem ligação com esquema de corrupção ou com quem prega o absurdo”, disse o ex-ministro, referindo-se também à deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) e à médica Nise Yamaguchi, possíveis candidatas ao Senado. “Estou aqui para defender os valores que acredito, coisa que eu não vejo na mesma proporção, nesses nomes que mencionei”.

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Apesar de atacar a aproximação de Bolsonaro com o Centrão — na segunda-feira, por exemplo, o ex-ministro disse que os conservadores foram “substituídos por essa turma” —, Weintraub evita criticar diretamente Bolsonaro.

Em uma entrevista exibida no domingo, por exemplo, ele disse que não falaria mal do seu antigo chefe:

“Eu não falo mal dele. Não falo por várias razões”, afirmou, acrescentando: “Não vou entrar em detalhes aqui. Tenho boas lembranças do presidente Bolsonaro”.

Na mesma entrevista, Weintraub afirmou que Bolsonaro soube com antecedência da acusação de um suposto esquema de desvio de salário no gabinete de Flávio Bolsonaro (na época deputado estadual, hoje senador) e que o presidente relatou isso a membros da equipe de transição do governo, em novembro de 2018. A suspeita só se tornaria pública em dezembro daquele ano.

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