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Mendonça pede informações à Presidência sobre fundão eleitoral

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André Mendonça em coletiva
Jefferson Rudy/ Agência Senado

André Mendonça em coletiva

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, aprovado para o cargo no final do ano passado, pediu informações à Presidência da República e ao Congresso Nacional sobre a criação de um fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões para bancar a realização do pleito deste ano.

O despacho, proferido em uma ação movida pelo partido Novo que aponta ilegalidade na criação do fundão, é o primeiro de Mendonça desde que assumiu a função de ministro da Corte.

Antes de entrar no mérito do assunto, Mendonça determinou um pedido de informações sobre o assunto, em um prazo de cinco dias, para a Câmara dos Deputados, Senado e Presidência da República. Depois, pediu pronunciamento da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) em três dias, para em seguida tomar uma decisão.

No despacho, Mendonça escreve que, “em homenagem à segurança jurídica” desse tema, “demontra-se recomendável que esta Corte aprecie de maneira colegiada o pleito cautelar aqui apresentado”. Por isso, o ministro aponta que, após receber as informações, deve pautar o tema para julgamento dos demais ministros, sem tomar uma decisão individual sobre o assunto.

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Eleições: Governadores negociam apoio de mais de um presidenciável

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Eleições: Governadores negociam apoio de mais de um presidenciável
Reprodução/Montagem iG

Eleições: Governadores negociam apoio de mais de um presidenciável

Em ao menos dez estados, candidatos a governador podem receber o apoio de dois ou mais presidenciáveis — há também casos de postulantes ao  Planalto cujas alianças vão englobar mais de um nome em determinados locais. A indefinição para a composição das chapas e alianças, a menos de um ano da disputa, e os resultados recentes das pesquisas de intenção de voto abrem brechas para a formação de palanques múltiplos.

Os estados em que há a maior possibilidade de palanques duplos são aqueles em que há candidatos do PT, PSB e PDT. Petistas e socialistas ainda discutem a formação de uma chapa presidencial, com o PSB ocupando a vaga de vice do  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As tratativas, no entanto, estão travadas por falta de acordo sobre as candidaturas estaduais.

Em São Paulo, caso PT e PSB não cheguem a um acordo,  Fernando Haddad e Márcio França podem estar ao lado de Lula na campanha. O cenário deve se repetir em Pernambuco, onde petistas avaliam lançar o senador Humberto Costa ao Palácio do Campo das Princesas.

O estado é prioritário para o PSB, que o comanda desde 2007. Mas o partido está sem um nome, desde que o ex-prefeito do Recife Geraldo Júlio disse que não pretende concorrer.

O cenário nacional também está influenciando os rumos de candidatos aos governos estaduais do PDT, que terá o  ex-ministro Ciro Gomes como candidato à Presidência. Com Lula à frente nas pesquisas e questionamentos internos sobre a viabilidade do pedetista, nomes do partido já admitem ter o ex-presidente e Ciro em seus palanques.

É o caso do Rio de Janeiro. O ex-prefeito de Niterói Rodrigo Neves (PDT) tenta convencer diferentes partidos para formar uma chapa ao governo fluminense. Ele foi filiado ao PT por 20 anos e disputa o apoio de Lula com o  pré-candidato do PSB, Marcelo Freixo. Os petistas também ensaiam lançar a candidatura do presidente da Assembleia, André Ceciliano.

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“Estamos trabalhando para construir uma alternativa para o Rio que agregue diferentes espectros políticos. Tenho uma excelente relação com o ex-presidente Lula e seria natural contar com seu apoio, já que somos a única candidatura com experiência no Executivo”, disse Neves.

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Desde que o  ex-ministro Sergio Moro (Podemos) oficializou sua pré-candidatura à Presidência, dois fiéis aliados do presidente Jair Bolsonaro, os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e do Paraná, Ratinho Junior (PSD), articulam para ter o apoio do ex-juiz em busca da reeleição.

O Podemos integra a base de Ratinho na Assembleia Legislativa e busca apoio do governador para a candidatura de Álvaro Dias à reeleição no Senado em troca da manutenção da aliança. Integrantes do partido querem que o chefe do Executivo estadual esteja ao lado de Moro. Já aliados de Ratinho ainda avaliam o impacto de um possível rompimento com Bolsonaro.

Em Minas, Moro se encontrou com Zema em busca de uma aliança. Apesar da boa relação, o governador ainda busca o apoio de PL, PSDB e Podemos. De acordo com o presidente estadual do Podemos no estado, deputado Igor Timo, Zema e Moro compartilham os mesmos princípios:

“Há uma afinidade entre os programas do governador e de Moro. As conversas existem e há uma abertura de diálogo. O Podemos se transformou no partido que mais cresceu em Minas e se tornou uma sigla atrativa, tanto para candidaturas próprias como para a composição de alianças.”


Para a cientista política Maria do Socorro, da Ufscar, Lula se tornou o principal cabo eleitoral da esquerda, enquanto Moro é uma opção para evitar associação direta a Bolsonaro.

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“Nomes de esquerda não querem perder o efeito Lula, caso as pesquisas se mantenham constantes. E aliados de Bolsonaro temem ser alvos de questionamentos sobre ações do governo.”

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Apenas seis ministros de Bolsonaro não contraíram Covid-19; veja quem

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Seis ministros de Bolsonaro ainda não testaram positivo para Covid-19
Agência Brasil

Seis ministros de Bolsonaro ainda não testaram positivo para Covid-19

A maioria dos ministros do governo de Jair Bolsonaro já teve diagnóstico positivo para a Covid-19 desde o início da pandemia. Dos 23 ministros, 17 já informaram ter contraído a doença em algum momento. O último a ter contraído o vírus foi o ministro do Turismo Gilson Machado, que anunciou em uma rede social neste sábado ter testado positivo para o novo coronavírus.

Machado afirmou que está assintomático e seguirá o protocolo do Ministério da Saúde, que inclui a recomendação de isolamento para impedir a contaminação de outras pessoas. O ministro já havia recebido duas doses da vacina.

“Testei positivo para Covid. Estou assintomático. Seguirei o protocolo de recuperação do Ministério da Saúde e do meu médico”, escreveu em uma rede social.

Ele teve uma agenda com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto na última quarta-feira e, em seguida, participou de uma cerimônia no local, sem usar máscara de proteção facial. Bolsonaro tem afirmado publicamente que não tomou nem pretende tomar a vacina contra a Covid-19.

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Na última semana, a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) também anunciou ter contraído Covid-19 e disse estar com sintomas leves.

Além de Machado e Damares, já contraíram a doença Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Marcelo Queiroga (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura), Bruno Bianco (Advocacia-Geral da União), Fábio Faria (Comunicações), Braga Netto (Defesa), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Milton Ribeiro (Educação), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Bento Albuquerque (Minas e Energia).

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Os ministros Ciro Nogueira (Casa Civil) e Anderson Torres (Justiça) tiveram Covid-19 em agosto de 2020, quando ocupavam, respectivamente, os cargos de senador e secretário de Segurança Pública do Distrito Federal.

Dentre os ministros que não foram diagnosticados ou não anunciaram publicamente estão Carlos Alberto França (Relações Exteriores), Flávia Arruda (Secretaria de Governo), João Roma (Cidadania), Joaquim Álvaro Pereira Leite (Meio Ambiente), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Paulo Guedes (Economia).

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