conecte-se conosco


POLÍTICA NACIONAL

“Em fase de conversas”, diz presidente do PDT sobre chapa Ciro-Marina

Publicado


source
Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) conversam sopre possível formação de chapa para 2022
Reprodução

Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) conversam sopre possível formação de chapa para 2022

Em busca de um vice para a chapa presidencial de Ciro Gomes, o PDT mantém conversas com a ex-ministra Marina Silva (Rede). A negociação foi admitida pelo presidente do partido, Carlos Lupi, ao portal iG. Mas, segundo o dirigente, não há definição.

“É uma conversa antiga, mas não teve nenhuma evolução, está tudo em fase de conversa”, disse Lupi.

A possível aliança animou a militância pedetista. Após a informação do jornalista Gustavo Uribe, da CNN, de que Ciro estaria tentando convencer Marina Silva a ingressar na campanha do presidenciável, o assunto chegou aos Trending Topics do Twitter.

O desejo do PDT de ter a ambientalista Marina Silva como vice mostra uma mudança de estratégia em relação a 2018, quando o partido escolheu a pecuarista e ex-presidente da Confederação Nacional da Agricultura, senadora Kátia Abreu (PDT-TO) para a chapa. As duas defendem interesses antagônicos.

Mudança no tabuleiro político

Para Rodrigo Prando, cientista político e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma eventual aliança entre os dois teria um grande valor simbólico, mas pequeno do ponto de vista eleitoral. 

Leia Também

Leia Também

Leia Também

“Tem um valor simbólico importante, pois são dois políticos que já disputaram juntos a presidência da República se unindo em uma chapa única,mas pouco impacto eleitoral. O Ciro está com sua candidatura estagnada, e a Marina também não foi bem na última eleição. É um movimento que mostra um diálogo importante, um recado dado inclusive para o PT, mas, em termos de impacto eleitoral e de voto — que é o que interessa para ser eleito — não consegue impulsionar”, avalia.

Leia mais:  Durante live, ex-ministros de Bolsonaro atacam aliança com Centrão

Ciro aparece em quarto lugar nas últimas pesquisas de intenção de voto, atrás de Lula (PT), que vence em todos os cenários, Bolsonaro (PL) e Sergio Moro (Podemos), que recentemente ultrapassou o pedetista.

Para Rodrigo Prando, uma aliança com Marina seria um a aceno ao centro e à centro-esquerda e, por isso, dificilmente tiraria votos de Sergio Moro, atualmente seu rival direto nas pesquisas. Ele pontua, porém, que Marina como vice tem muito mais pontos em comum com Ciro do que Kátia Abreu, escolhida no pleito passado.

“Não retiraria voto do Moro. O eleitor do Moro é lavajatista, conservador, que tem alguma ligação com as Forças Armadas, com o discurso da segurança pública e da corrupção, diferentemente do que defendem Marina e o Ciro, que têm experiência política e capacidade de gestão, coisa que o Sérgio Moro não tem ou terá de provar. A aliança busca trazer alguém de esquerda que está descontente com o Lula. O PDT busca sinalizar para o público que tem na Marina uma pessoa que atua em prol das questões ambientais, da sustentabilidade, trazer para a candidatura do Ciro alguém que, no campo democrático, estaria mais próximo dele.”

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA NACIONAL

Durante live, ex-ministros de Bolsonaro atacam aliança com Centrão

Publicado


source
Durante live, ex-ministros de Bolsonaro atacam aliança com Centrão
Reprodução/Youtube

Durante live, ex-ministros de Bolsonaro atacam aliança com Centrão

Os ex-ministros Abraham Weintraub (Educação) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores) criticaram na segunda-feira a aliança do presidente Jair Bolsonaro com partidos do Centrão. Para Araújo, o grupo “começou a dominar o governo e pautar o governo”, prejudicando a política externa. Já Weintraub disse que os conservadores foram “substituídos por essa turma”.

As declarações ocorreram durante o “ConservaTalk”, programa no Youtube do qual os dois fazem parte, ao lado do também ex-ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) e de outras personalidades de direita. O convidado do programa foi o pastor Silas Malafaia, que criticou a postura de ministros palacianos durante o processo de indicação de André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal (STF).

As críticas ao Centrão começaram justamente quando Malafaia disse que os ministros Ciro Nogueira (Casa Civil), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Fábio Faria (Comunicações) não se empenharam na aprovação do nome de Mendonça, que demorou quatro meses e meio para ter sua indicação analisada pelo Senado.

“Quando é que abertamente que Ciro Nogueira, que Fábio Faria e (Flávia) Arruda, abertamente declararam apoio ao André? Onde? O que eles gravaram? Qual o vídeo?”, questionou Malafaia. “Eles eram obrigados a fazer campanha ostensiva a favor de André e eles não fizeram”.

Weintraub, então, afirmou que os partidos do Centrão são um “grande obstáculo” aos conservadores:

“Uma das frentes que a gente está sofrendo grandes ataques, os conservadores, é justamente uma turma do Centrão”, disse o ex-ministro. “Um grande obstáculo que nós conservadores estamos passando, estamos sendo atacados continuamente, e fomos substituídos por essa turma do Centrão que você citou”.

Weintraub tenta viabilizar uma candidatura ao governo de São Paulo, apesar de Bolsonaro apoiar o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para o cargo.

Leia mais:  Sociedade de Pediatria denuncia Bia Kicis ao MP por vazamento de dados

Leia Também

Nesse momento, Salles, Malafaia e o deputado federal Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), que também participou da transmissão, afirmaram que a aliança com o Centrão é  necessária.

“Essa história do Centrão também não pode virar um cavalo de batalha. Por que? Porque a política é feita de alianças. A política é feita de união”, ponderou Salles.

Entretanto, Ernesto Araújo — que foi demitido em março do ano passado por pressão do Congresso —reforçou as críticas ao bloco, dizendo que esses partidos o impediram de fazer uma “política externa transformadora”:

“E o que aconteceu quando o Centrão começou a dominar o governo e pautar o governo? Fui cada vez mais isolado e tirado da capacidade de levar adiante essa política externa transformadora. Porque esse Centrão que veio aí é um Centrão que acha que política externa é fazer tudo que a China quer. Não sei qual o grau de interesse econômico que essas figuras têm com a China”.

O ex-chanceler reforçou as críticas a Nogueira, Arruda e principalmente a Fábio Faria, dizendo que ele “entregou o 5G para a China”, e disse que é preciso saber se os eleitores de Bolsonaro “topam isso”.

“O senhor citou três pessoas que são chave nisso. Ciro Nogueira, Fábio Faria, que entregou o 5G para a China, e Flávia Arruda. Isso aí é o seguinte. As pessoas têm que saber isso. Se os eleitores do presidente Bolsonaro, os conservadores, topam isso…(Podem dizer) Vamos tentar continuar a transformar o Brasil internamente, mas vamos deixar o Brasil ser dominado pela China”.

Leia mais:  Bolsonaro é proibido pela Justiça de usar termo "lepra" publicamente

Comentários Facebook
Continue lendo

POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro revela que passeou de moto sem seguranças em Brasília

Publicado


source
Bolsonaro revela que passeou de moto por Brasília sem seguranças
Reprodução/Youtube

Bolsonaro revela que passeou de moto por Brasília sem seguranças

presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou aos apoiadores no Palácio do Alvorada, na última segunda-feira (17), que sua segurança foi ‘driblada’ no último domingo para que o mandatário pudesse andar de moto sozinho por Brasília.

“Meu pessoal da segurança tava meio dormindo, relaxado. Peguei a moto e saí sozinho”, explicou o presidente, que não havia avisado ao GSI (Gabinete de Segurança Institucional) que sairia do Palácio. Sua saída ocorreu as 15h45, com retorno as 18h.

“Eu saí, fui atrás do Itamaraty, parei um tempinho lá e depois fui embora. Se eu ficasse mais 10, 15, 20 minutos e fosse em direção do Setor Militar Urbano para outro lugar não iam me achar nunca. Agora eu paro, converso com o pessoal”, afirmou o mandatário.

Bolsonaro também teceu críticas e reclamações sobre o seu dia a dia no comando do Executivo federal. “Falam tanto daqui [Palácio do Alvorada]. Aqui é um paraíso, mas é rotina, não tem graça. Saudade de um caldo de cana, um pastel”.

Leia Também

O capitão do Exército aproveitou para falar sobre as críticas de seus gastos no cartão corporativo. Segundo o presidente, as emas que vivem no Palácio do Alvorada são custeadas pelo cartão. “Tem umas 50 emas aí”, disse Bolsonaro.


“São 3 cartões corporativo. Por vezes se paga também custo de viagem, combustível de aeronave. Se eu virar R$ 1 milhão por mês, acham que eu peguei para comprar leite condensado para mim. O TCU faz o controle. Um dos cartões é privativo meu. Por que a imprensa não mostra o que eu gastei no meu cartão privativo? Porque eu não gastei nada. Dá pra comprar tubaína à vontade, leite condensado, comer churrasquinho de gato se quiser, sacar dinheiro. Não faço para dar exemplo”, alega Jair.

Leia mais:  Bolsonaro diz que 'poderio ditatorial' na internet favorece esquerda

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana