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Ciosp registra mais de 7 mil denúncias anônimas em 2021

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Juliano Patrick | Sesp-MT

De janeiro a dezembro de 2021, os números de emergência do Disque-Denúncia da Polícia Judiciária Civil (197 e 181) receberam 7.001 denúncias anônimas que auxiliaram não só nas investigações de possíveis crimes ocorridos, mas também no combate à criminalidade em Mato Grosso. As ligações de emergências são recebidas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).
 
O crime que apresentou o maior registro de denúncias no ano passado foi o tráfico de drogas, com 2.471 registros. Em seguida, estão os crimes de estelionato/fraude, que somam cerca de 739 denúncias. Os maus-tratos contra animais também apresentaram um grande volume de denúncias, sendo 387 ocorrências registradas. 

A gerente de denúncias anônimas da Sesp-MT, Daise Beckmann, avalia como positivo o ano de 2021 e destaca o papel importante que a sociedade tem para elucidar os crimes e combater a criminalidade em Mato Grosso.

“Isso se deve a confiança que a população apresenta na segurança, podendo, por meio dos canais 197 e 181, fornecer informações sobre crimes ou delitos de forma anônima. As denúncias têm sido muito significativas para a segurança pública e para as investigações, pois as informações obtidas por meio das ligações norteiam ou até mesmo complementam a investigação policial, contribuindo para o combate ao crime”, destacou Daise.

Além disso, também estão entre os maiores registros de ligações em 2021, os crimes de formação de quadrilha/associação criminosa, sendo 298 registros; foragidos, com 167 casos; coronavírus/aglomeração, com 126 ocorrências; roubo/furto de veículos, com 98 denúncias e maus-tratos a menores, que totalizaram 87 registros.  

Comparativo com 2020

No ano de 2020, a população também se manteve parceira da Sesp-MT na prevenção da criminalidade. Os números de ligações anônimas foram ainda maiores em 2020, sendo registradas ao todo 7.963 denúncias. O tráfico de drogas ficou na posição de crime com maior número de denúncias na ocasião, com 3.054 registros, seguido de estelionato/fraude, com 588 denúncias e coronavírus/aglomeração, sendo 482 ocorrências. 

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Ainda ocupa a lista de denúncias, formação de quadrilha (388), maus-tratos contra animais (343), ameaça (291), foragidos (178), maus-tratos a menores (133) e roubo/furto de veículos (123).

A redução no número de denúncias de um ano para o outro tem uma explicação, conforme afirmou a gerente de denúncias anônimas. “Eu acredito que houve uma diminuição de um ano para o outro, pois 2020, por conta da pandemia, o nosso registro de denúncias de aglomeração foi maior. Já em 2021, as pessoas se conscientizaram mais, buscaram ficar em suas casas. Até mesmo os índices de criminalidade apresentaram redução de um ano para o outro”, destacou Daise. 

As ligações telefônicas para o 197 e o 181 não têm custo para o denunciante, são anônimas e também é possível denunciar todo o tipo de crime. O atendimento ao cidadão acontece de forma ininterrupta, funcionando 24 horas por dia, sete dias da semana.

O Ciosp também recebe chamadas dos números de emergência da Polícia Militar (190), Corpo de Bombeiros Militar (193), Guarda Municipal (153), Trânsito do Município (118), Defesa Civil (199) e da Polícia Rodoviária Federal (191).
 
Canal virtual

Além das ligações telefônicas, outra alternativa são os canais virtuais. O denunciante pode recorrer ao site da Sesp-MT, por meio do E-Denúncias e o site da delegacia virtual da Polícia Judiciária Civil (PJC-MT).

Para o site E-Denúncias, o cidadão pode acessar o site: www.edenuncias.mt.gov.br ou acessando o site da Sesp-MT, localizando o ícone no canto superior direito do site. A ferramenta também é disponibilizada no ícone Cidadão, na barra de Serviços do site da secretaria.

Outra opção de denúncia é pelo canal da delegacia virtual da Polícia Judiciária Civil, pelo site: www.delegaciavirtual.mt.gov.br.

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(Com supervisão de Julia Oviedo) 

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil alcança índice de 69,12% de resolução de homicídios na Região Metropolitana

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), unidade da Polícia Civil responsável pelas investigações de homicídios na Região Metropolitana de Cuiabá, encerrou 2021 com um índice de resolutividade de 69,12% dos inquéritos policiais. Juntas, as duas cidades registraram 81 homicídios dolosos, o menor número dos últimos 20 anos na região Metropolitana da Capital, que tem uma população de quase um milhão de habitantes.

Conforme dados de homicídios reunidos nos últimos anos e considerando a série histórica que vem sendo estudada pela DHPP desde 2008, o ano de 2014 foi o que registrou mais homicídios, com 470 assassinatos. No comparativo de 2020 com os números do ano passado, a redução na Região Metropolitana foi de 39,55%.

Considerando apenas a cidade de Cuiabá, que registrou 45 homicídios no ano passado e 82 no ano anterior, o decréscimo foi ainda maior, de 45,12%. Já em Várzea Grande, a redução ficou em 30,77%, com 36 mortes dolosas registradas no ano passado contra 52 em 2020.

Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (20.01) à imprensa pelo delegado titular da DHPP, Fausto Freitas, que pontuou a integração da equipe da unidade especializada, que conta atualmente com seis delegados para a investigação de homicídios consumados, dois na apuração de tentativas de homicídio e um profissional que coordena o Núcleo de Pessoas Desaparecidas.

“A delegacia alcançou a marca de resolutividade em quase 70% dos homicídios dolosos cometidos no ano passado, um número acima da média nacional e que nos impulsiona a fazer o melhor a cada ano”, destacou Fausto, destacando que a redução dos homicídios é um trabalho integrado, que tem a repressão como prevenção e alcançou, desta forma, um índice de 7,2 mortes a cada 100 mil habitantes em Cuiabá, número que está dentro dos padrões aceitáveis considerados pela Organização das Nações Unidas.

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“Temos também um trabalho de excelência na área de inteligência e a eficiência da aquipe da delegacia. “Desta forma, a poulação compreeende que o autor do crime contra a vida será responsabilizado e punido”.

A Delegacia de Homicídios instaurou 121 novos inquéritos e concluiu 204 que incluem casos referentes a anos anteriores ocorridos nas duas. Do total de investigações concluídas, 141 delas tiveram a autoria criminal identificada.

Núcleo de Pessoas Desaparecidas

O núcleo atua na apuração de desaparecimento de pessoas na Região Metroplitana e obteve no ano passado uma taxa de 93,15% de localização. Significa que dos 728 registros de desaparecidos em Cuiabá e Várzea Grande, 658 foram localizados no ano passado.

O NPD também auxilia delegacias do interior do estado e foi responsável pela criação de um banco de dados virtual que reúne ionformações de pessoas desaparecidas no estado, que tiveram o registro realizado na Polícia Civil.

Mortes a mando de facções

No ano passado, a DHPP organizou e reuniu em um mesmo cartório da unidade policial todas as investigações cujos indícios apontam para o envolvimento de integrantes de organizações criminosas.

O trabalho foi adotado para otimizar a atuação das equipes policiais na apuração de homicídios consumados relacionados ao mesmo grupo criminoso o que, na opinião do delegado titular da DHPP, Fausto Freitas, auxilia a polícia a entender melhor como agem esses criminosos e como a força policial pode trabalhar para esclarecer os crimes e chegar às prisões dos autores.

“O núcleo operacional criado para atuar especificamente nesse tipo de investigação consegue, desta forma, fazer um enfrentamento mais qualificado ao tipo de homicídio praticado, unindo informações que às vezes estavam espalhadas em outras equipes. Com todas concentradas em uma única equipe, é posível identificar as ligações entre vários crimes ocorridos, conhecendo as regiões, locais de ocorrência, quem está por trás”, reforçou Fausto.

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A sociedade pode colaborar com o trabalho da DHPP por meio de denúncias, que podem ser feitas pelo telefone 197 ou diretamente no (65) 3901-4825.

Fonte: PJC MT

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Investigado por estupro de vulnerável ocorrido há 3 anos em MT é preso no interior do Paraná

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Um homem de 34 anos, investigado pela Polícia Civil por estupro de vulnerável ocorrido em Sinop, há três anos, foi preso nesta quarta-feira (19.01), no interior do Paraná.

Após nformações repassadas pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Sinop sobre o paradeiro do foragido, a Polícia Militar de Matelândia, cidade na região de Foz do Iguaçú, cumpriu o mandado de prisão contra o homem procurado pela Justiça de Mato Grosso.

L.S. era procurado desde 2018 peloc rime cometido contra sua enteada, que atualmente tem 12 anos. Depois da decretação da prisão pela Comarca de Sinop, ele ficou foragido até que a Polícia Civil conseguiu descobrir o paradeiro dele na cidade do interior paranaense.

Depois da prisão, ele foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Matelândia e aguardará a autorização para recambiamento a Mato Grosso.

Outra prisão

Na última semana, outro homem investigado por estupro de vulnerável foi preso pela Polícia Civil em Sinop. V.G., de 47 anos, teve a prisão decretada pela 2a Vara Criminal do município após investigação realizada pela Delegacia da Mulher, Criança e Idoso pelos crimes de estupro de vulnerável e ameaça.

Fonte: PJC MT

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