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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro volta a atacar as urnas e diz que eleições serão “limpas”

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 Jair Bolsonaro (PL)
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Jair Bolsonaro (PL)

Durante entrevista coletiva a jornalistas que o aguardavam em frente ao Hospital Vila Nova Star, onde  estava internado para tratar de uma suboclusão intestinal por não mastigar camarões, Jair Bolsonaro (PL) , afirmou que neste ano as eleições serão “limpas e transparentes” e apontou “fragilidade” no sistema de urnas eletrônicas.

O mandatário justificou que as eleições serão limpas por conta das Forças Armadas, que irão participar de “todo o processo eleitoral”. Desde 1996, quando as urnas eletrônicas foram instaladas para realizar as eleições, nunca houve comprovação de fraude.

“E não vai ser com bravata, de quem quer que seja no Brasil, que nós vamos aqui aceitar o que querem impor à nossa população. O brasileiro merece eleições limpas e transparentes e ninguém é dono da verdade aqui no nosso país. Então a lei vai ser cumprida e não teremos, ou melhor, teremos eleições limpas e transparentes, pode ter certeza disso”, disse Bolsonaro nesta manhã após alta médica em Hospital de São Paulo , onde estava internado há três dias.

Segundo o chefe do Executivo, o Ministério da Defesa fez interrogou o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o questionando sobre possíveis “fragilidades da urna eletrônica”.

“Estamos aguardando a resposta do TSE e do senhor ministro Barroso, pode ser que nos convença que estamos errados. Agora, se nós não tivermos errados, pode ter certeza que algo tem que ser mudado dentro do TSE”, afirmou Jair Bolsonaro.

Em 2021, durante os atos antidemocráticos de 7 de setembro, Bolsonaro atacou a veracidade das urnas eletrônicas, mecanismo que o elegeu em 2018, e afirmou que queria a volta dos votos impressos.

Leia mais:  Frota acusa Bolsonaro de aparelhar PF, COAF e MP: "Não sou ingênuo"

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O mandatário ainda insinuou que não haveria eleições este ano se o voto impresso não fosse aprovado após afirmar, sem provas, que as urnas eram fraudadas.

Pressionado por sua nova base (aliada ao centrão), o presidente baixou o tom e passou a dizer que as eleições seriam seguras depois que as Forças Armadas foram convidadas a participar do grupo formado pelo tribunal.



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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro confirma Alexandre Silveira como líder do governo no Senado

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Alexandre Silveira será novo líder do governo Bolsonaro no Senado
Gustavo Lima

Alexandre Silveira será novo líder do governo Bolsonaro no Senado


O governo Jair Bolsonaro (PL) já decidiu quem será seu novo líder no Senador. O escolhido foi o senador Alexandre Silveira (PSD-MG), suplente de Antonio Anastasia (PSD-MG) e aliado do presidente da Casa , Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

“Estou combinando com o Tarcisio [Freitas, ministro da Infraestrutura] três, quatro dias montado num trem nessa ferrovia. Talvez março. A gente vai convidar a bancada mineira, tem que convidar, né? Vamos convidar o novo líder do governo que vai assumir agora em fevereiro, o Alexandre Vieira. Silveira. Desculpa aí, Alexandre Silveira”, disse Bolsonaro durante sua tradicional live de quinta-feira (20) nas redes sociais.

No momento que confirmou o cargo, ele falava sobre a ferrovia Norte-Sul. Nesta edição, a transmissão ao vivo contou com a presença de Tarcísio Freitas, ministro da Infraestrutura, e de Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia.

Mais cedo, Silveira havia dito que não poderia analisar o convite para assumir a liderança antes de tomar posse como senador. Isso não deve acontecer antes de fevereiro, quando o Congresso dará início aos trabalhos legislativos.

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Anastasia, titular da vaga, vai deixar a cadeira no Senado porque foi aprovado pelo Congresso para o cargo vitalício de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Sua posse, no entanto, também não foi marcada.

Saída de Fernando Bezerra

conquista de Anastasia tem relação direta com a mudança na liderança do governo. Ele disputou a vaga contra os senadores Fernando Bezerra (MDB-PE), então líder da gestão na Casa, e Kátia Abreu (PP-TO).


O resultado da votação foi com 52 votos para o vencedor, 19 para Kátia e apenas 7 para Bezerra. Com isso, de acordo com o blog de Valdo Cruz, no G1, o emedebista se sentiu traído. No dia seguinte, ele entregou o cargo.

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POLÍTICA NACIONAL

Lula alcança patamar de Bolsonaro entre evangélicos, aponta pesquisa

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Ex-presidente Lula
Ricardo Stuckert

Ex-presidente Lula


O presidente Jair Bolsonaro (PL) já não lidera sozinho a preferência dos eleitores evangélicos para a eleição de 2022. Ele foi alcançado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como mostra a nova pesquisa  PoderData, realizada entre domingo (16) e terça-feira (18) e divulgada nesta quinta (20).

Segundo o levantamento, Bolsonaro possui 40% das intenções de voto desses eleitores, enquanto Lula possui 36%. Com a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, no entanto, os dois empatam tecnicamente.

O Poder360 destaca o crescimento do petista nesse segmento, já que a pesquisa feita no final de dezembro mostrou que ele tinha a preferência de apenas 26% desse eleitorado.

Entre católicos, Lula se manteve na liderança, com 46% de apoio. Já Bolsonaro caiu quatro pontos, chegando a 21% das intenções de voto.

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 No espectro geral dos eleitores, o petista lidera com 42%, seguido de Bolsonaro, com 28%. Com essa porcentagem, Lula também empata tecnicamente com a soma do apoio dos outros pré-candidatos listados na pesquisa. O levantamento considerou o ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro (Podemos), que teve 8% das intenções de voto; o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), com 3%; o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 2%; Janones (Avante), 2%; e os senadores Alessandro Vieira (Cidadania), com 1%; e Simone Tebet (MDB), também com 1%.

Juntos, eles e Bolsonaro chegam a 46% das intenções de voto. A pesquisa citou ainda o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), e o empresário Felipe d’Ávila (Novo), mas ambos não pontuaram.

Outros 6% dos entrevistados disseram que votariam nulo e 6% ainda não sabem como votar. O PoderData ouviu 3 mil pessoas, espalhadas em 511 municípios do país, por telefone. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR 02137/2022.

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