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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro sobre recomendações médicas: ‘Não consigo me controlar’

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Bolsonaro confessa que será difícil seguir recomendações médicas
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Bolsonaro confessa que será difícil seguir recomendações médicas

presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou o hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde estava internado desde segunda-feira (03) para tratar uma obstrução intestinal, na manhã desta quarta-feira (05). Ele afirmou à imprensa, na saída do hospital, que “vai ser difícil seguir” a dieta recomendada.

“Vai ser difícil. Eu não consigo me controlar. Ele [doutor Macedo] recomendou não comer pastel e nem tomar caldo de cana. Recomendou. Recomendar não é ordem. Acontece. Eu sei que sempre fui, na minha vida toda de atleta das forças armadas e militar, de gostar de muita aventura. Sou paraquedista, mergulhador, motociclista. É difícil você ficar parado”, afirmou o mandatário.

Na sequência, o presidente disse que tentará ir a uma partida beneficente entre o [cantor] Marrone e do Gustavo Lima. “Estou tentando ir, não para jogar, logicamente, mas estou tentando ir para lá. Vou ver como fica. Vida continua, todo mundo vai embora um dia. A gente lamenta. Agradeço o doutor Macedo, a força que deu para mim. Vou tentar seguir a recomendação, minha esposa [Michelle Bolsonaro] está olhando torta para mim. É vida que segue”.

Bolsonaro estava internado há três dias. Ele afirma ter sentido “dores abdominais” na tarde do domingo. Ele interrompeu as férias em Santa Catarina para se tratar na capital paulista.

Na última noite, Bolsonaro teve boa aceitação da dieta líquida e retirou a sonda nasogástrica que utilizava para o tratamento, segundo a equipe médica. O trato digestivo do paciente mostrou sinais de recuperação.

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É a segunda vez em seis meses que o presidente é internado em São Paulo por conta de dores abdominais. Em julho de 2021 ele teve alta após cinco dias com diagnóstico de obstrução intestinal. Na ocasião, Macedo afirmou que o presidente deveria se alimentar com alimentos não fermentados para evitar a formação de gases, e descartou a realização de uma sétima cirurgia.


A obstrução intestinal ocorre quando há bloqueio de parte do intestino, o que impede o funcionamento normal do sistema digestivo ou a passagem das fezes. Em julho passado, Bolsonaro reclamava de soluços persistentes havia mais de dez dias até ser internado.

O tratamento indicado para esse tipo de obstrução consiste em suspender a alimentação, manter a hidratação intravenosa, realizar caminhadas para movimentar o intestino, e instalar uma sonda para drenar o conteúdo do estômago. Cirurgias só são indicadas quando o tratamento clínico não dá resultado em cerca de 48 horas, segundo cirurgiões.

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Bolsonaristas lamentam a morte de Olavo de Carvalho: “Foi um gigante”

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Bolsonaristas lamentam a morte de Olavo de Carvalho:
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Bolsonaristas lamentam a morte de Olavo de Carvalho: “Foi um gigante”

Com a  morte do guru bolsonarista Olavo de Carvalho, aos 74 anos de idade – em Richmond, no estado norte-americano da Virgínia -, apoiadores que integram o governo brasileiro publicaram mensagens lamentando a partida do escritor.

O presidente Jair Bolsonaro escreveu que o Brasil perdeu “um dos maiores pensadores da história” e que Olavo foi “um gigante na luta pela liberdade e um farol para milhões de brasileiros. Seu exemplo e seus ensinamentos nos marcarão para sempre”.

Eduardo Bolsonaro, deputado federal e tido como o filho mais ideológico do presidente, afirmou que os “livros, vídeos e ensinamentos” de Olavo “permanecerão por muito tempo ainda”.

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O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, contou que conheceu o filósofo “de forma espontânea em 2012, em seu programa de rádio” e agradeceu por Olavo ter semeado “em uma terra arrasada chamada Brasil”.


Embora tenha sido diagnosticado com Covid-19 em 16 de janeiro, a causa da morte do escritor ainda não foi anunciada.

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Olavo de Carvalho morre aos 74 anos

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Olavo de Carvalho morre aos 74 anos
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Olavo de Carvalho morre aos 74 anos

O escritor bolsonarista  Olavo de Carvalho faleceu, aos 74 anos, na noite de 24 de janeiro. A notícia da morte foi comunicada pela família nas redes sociais do autor. Segundo a postagem no Twitter, o guru da família Bolsonaro estava hospitalizado na região de Richmond, no estado da Virgínia (EUA).

Olavo de Carvalho foi diagnosticado com Covid-19 em 16 de janeiro. Oficialmente, porém, a causa da morte ainda não foi divulgada.


Em seu perfil, também no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro lamentou a morte: “Nos deixa hoje um dos maiores pensadores da história do nosso país, o Filósofo e Professor Olavo Luiz Pimentel de Carvalho. Olavo foi um gigante na luta pela liberdade e um farol para milhões de brasileiros. Seu exemplo e seus ensinamentos nos marcarão para sempre”, escreveu.

Em julho do ano passado, o escritor – ferrenho crítico às universidades públicas brasileiras – havia sido internado às pressas no Instituto do Coração, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (InCor), em São Paulo.

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Naquela ocasião, foi submetido a uma cirurgia renal (um mês antes, Olavo tinha operado um câncer na bexiga, nos EUA). Depois de receber alta, teve novas complicações e passou mais de quatro meses internado na clínica Saint Marie, na Zona Sul da capital paulista.

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No dia 9 de novembro, ainda internado, Olavo recebeu uma intimação para depor no inquérito sobre a existência de milícias digitais. No dia seguinte, ele fugiu da clínica e, no dia 13 de novembro, voltou para os Estados Unidos.


Olavo de Carvalho, que nasceu em Campinas, interior de SP, em 1947, era cardiopata e portador da Doença de Lyme, infecção transmitida por carrapatos. Autointitulado professor de filosofia e apoiador do conservadorismo, o escritor deixa a esposa, Roxane, oito filhos e 18 netos.

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