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Ataques de Bolsonaro ao STF miram inquéritos na Justiça eleitoral

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Ataques de Bolsonaro ao STF miram inquéritos na Justiça eleitoral
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Ataques de Bolsonaro ao STF miram inquéritos na Justiça eleitoral

Depois de um período de armistício com o Judiciário e as instituições, o  presidente Jair Bolsonaro (PL) abriu o ano eleitoral voltando a atacar integrantes do  Supremo Tribunal Federal (STF) e abrindo uma trincheira contra a  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na última semana.

Os alvos da vez foram os ministros da Corte Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e Edson Fachin e, na outra frente, o presidente da autarquia, Antonio Barra Torres.

Ao atacar os ministros do STF, Bolsonaro manifestou mais uma vez sua preocupação com o rigor da Justiça no sentido de reprimir práticas de desinformação durante as eleições — ele se considera alvo preferencial de ministros por sua atuação nas redes.

Bolsonaro responde a inquéritos no Supremo por ter disseminado fake news sobre a pandemia e a lisura do processo eleitoral brasileiro. O presidente já demonstrou temer que tenha conta nas redes sociais bloqueadas pelas plataformas ou pela Justiça e ontem citou uma decisão de Moraes sobre o combate às fake news.

Bolsonaro fez os ataques ontem durante entrevista ao canal do YouTube Gazeta Brasil. Ao discorrer sobre a atuação de Moraes e Barroso, o presidente os acusou de terem uma atuação contaminada por supostas preferências políticas.

“Quem é que esses dois pensam que são? Quem eles pensam que são? Vão tomar medidas drásticas dessa forma, ameaçando, cassando liberdades democráticas nossas, a liberdade de expressão. Porque eles não querem assim, porque eles têm candidato. Os dois, nós sabemos, são defensores do Lula”, disse Bolsonaro.

Chapa de 2018

Em outro trecho, o titular do Planalto citou declaração de Moraes no ano passado, durante o julgamento no  Tribunal Superior Eleitoral (TSE) das ações que pediam a cassação da chapa formada por ele e Hamilton Mourão à Presidência.

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Embora a Corte a tenha absolvido, o ministro afirmou na ocasião que se práticas adotadas pela campanha de Bolsonaro nas eleições de 2018 se repetirem em 2022, como disparos de mensagens em massa, o candidato será cassado.

“Fui julgado no TSE, e lá foi a vez de o senhor Alexandre de Moraes falar claramente: “Houve disparo em massa. Sabemos. No ano que vem, se tiver vamos cassar o registro e prender o candidato”. Olha, isso é jogar fora das quatro linhas. Só tenho isso a dizer a vocês”, criticou o presidente.

Bolsonaro reabriu seu arsenal de ataques depois de passar aproximadamente quatro meses sem protagonizar grandes embates com representantes de outras instituições.

Acossado por cinco inquéritos no STF, quatro deles relatados por Moraes, e por um procedimento administrativo no TSE, tocado por Barroso, o presidente também se vê pressionado na esfera política. Nas pesquisas de opinião, ele aparece atrás do seu principal adversário na corrida eleitoral, Luiz Inácio Lula da Silva, e seu governo é mal avaliado por 53% dos brasileiros, segundo o Datafolha.


Na segunda-feira, as críticas presidenciais sobraram para outro membro do Supremo, Edson Fachin, por ter suspendido uma lei estadual de Santa Catarina que vedava a utilização nas escolas da chamada linguagem neutra — termos que podem designar uma pessoa independentemente do gênero, como “meninx”, em vez de menino ou menina.

“Que país é esse? Que ministro é esse do Supremo Tribunal Federal? O que ele tem na cabeça? O que ele… É “eu quero”? Virou “eu quero”, “eu não quero”?”, questionou Bolsonaro.

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Bolsonaro confirma Alexandre Silveira como líder do governo no Senado

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Alexandre Silveira será novo líder do governo Bolsonaro no Senado
Gustavo Lima

Alexandre Silveira será novo líder do governo Bolsonaro no Senado


O governo Jair Bolsonaro (PL) já decidiu quem será seu novo líder no Senador. O escolhido foi o senador Alexandre Silveira (PSD-MG), suplente de Antonio Anastasia (PSD-MG) e aliado do presidente da Casa , Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

“Estou combinando com o Tarcisio [Freitas, ministro da Infraestrutura] três, quatro dias montado num trem nessa ferrovia. Talvez março. A gente vai convidar a bancada mineira, tem que convidar, né? Vamos convidar o novo líder do governo que vai assumir agora em fevereiro, o Alexandre Vieira. Silveira. Desculpa aí, Alexandre Silveira”, disse Bolsonaro durante sua tradicional live de quinta-feira (20) nas redes sociais.

No momento que confirmou o cargo, ele falava sobre a ferrovia Norte-Sul. Nesta edição, a transmissão ao vivo contou com a presença de Tarcísio Freitas, ministro da Infraestrutura, e de Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia.

Mais cedo, Silveira havia dito que não poderia analisar o convite para assumir a liderança antes de tomar posse como senador. Isso não deve acontecer antes de fevereiro, quando o Congresso dará início aos trabalhos legislativos.

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Anastasia, titular da vaga, vai deixar a cadeira no Senado porque foi aprovado pelo Congresso para o cargo vitalício de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Sua posse, no entanto, também não foi marcada.

Saída de Fernando Bezerra

conquista de Anastasia tem relação direta com a mudança na liderança do governo. Ele disputou a vaga contra os senadores Fernando Bezerra (MDB-PE), então líder da gestão na Casa, e Kátia Abreu (PP-TO).


O resultado da votação foi com 52 votos para o vencedor, 19 para Kátia e apenas 7 para Bezerra. Com isso, de acordo com o blog de Valdo Cruz, no G1, o emedebista se sentiu traído. No dia seguinte, ele entregou o cargo.

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POLÍTICA NACIONAL

Lula alcança patamar de Bolsonaro entre evangélicos, aponta pesquisa

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Ex-presidente Lula
Ricardo Stuckert

Ex-presidente Lula


O presidente Jair Bolsonaro (PL) já não lidera sozinho a preferência dos eleitores evangélicos para a eleição de 2022. Ele foi alcançado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como mostra a nova pesquisa  PoderData, realizada entre domingo (16) e terça-feira (18) e divulgada nesta quinta (20).

Segundo o levantamento, Bolsonaro possui 40% das intenções de voto desses eleitores, enquanto Lula possui 36%. Com a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, no entanto, os dois empatam tecnicamente.

O Poder360 destaca o crescimento do petista nesse segmento, já que a pesquisa feita no final de dezembro mostrou que ele tinha a preferência de apenas 26% desse eleitorado.

Entre católicos, Lula se manteve na liderança, com 46% de apoio. Já Bolsonaro caiu quatro pontos, chegando a 21% das intenções de voto.

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 No espectro geral dos eleitores, o petista lidera com 42%, seguido de Bolsonaro, com 28%. Com essa porcentagem, Lula também empata tecnicamente com a soma do apoio dos outros pré-candidatos listados na pesquisa. O levantamento considerou o ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro (Podemos), que teve 8% das intenções de voto; o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), com 3%; o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 2%; Janones (Avante), 2%; e os senadores Alessandro Vieira (Cidadania), com 1%; e Simone Tebet (MDB), também com 1%.

Juntos, eles e Bolsonaro chegam a 46% das intenções de voto. A pesquisa citou ainda o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), e o empresário Felipe d’Ávila (Novo), mas ambos não pontuaram.

Outros 6% dos entrevistados disseram que votariam nulo e 6% ainda não sabem como votar. O PoderData ouviu 3 mil pessoas, espalhadas em 511 municípios do país, por telefone. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR 02137/2022.

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