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Adolescentes do Centro Socioeducativo de Barra do Garças fazem curso de marcenaria

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Adolescentes do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Barra do Garças (519 km de Cuiabá) tiveram  a oportunidade de aprender o ofício de marceneiro para, posteriomente, montar o seu próprio negócio. Dois menores receberam o certificado de conclusão do curso, nesta terça-feira (11.01), e a partir de agora vão auxiliar o instrutor do curso a repassar o conhecimento para outros internos.

O curso foi desenvolvido pelo gerente do Case, Jean Felipe de Souza Mesquita, que compartilhou sua experiência de marceneiro ensinada pelo pai. Os adolescentes passaram quatro meses aprendendo a trabalhar com todas as ferramentas de marcenaria, entre elas, tupia, a serra tico-tico, lixadeira, além de aprender cálculos de ângulos.

Para as aulas, foi montada uma marcenaria dentro da própria unidade. As aulas foram realizadas duas vezes por semana e durante as oficinas, os internos produziram diversos itens de madeira maciça, como tábua de cortar carne, mesas, estantes, painéis e objetos de decoração, que foram vendidos aos familiares que visitam o Centro de Atendimento.

Agora, os primeiros adolescentes formados vão auxiliar o instrutor do curso a ensinar o ofício aos outros adolescentes da unidade. “O curso será levado para outras turmas e a intenção é oferecer esta oportunidade para todos os adolescentes que passarem pela unidade, para que eles possam aprender mais ensinando”.

O gerente disse que o curso proporcionou aos internos um conhecimento completo para que eles também possam ter a oportunidade de administrar seu próprio negócio. “Os adolescentes foram para sala de aula e aprenderam como funciona o mercado de marcenaria e a relação de despesa e renda baseada em cálculos, para que eles possam obter lucro nos serviços prestados”.

A proposta é levar aos adolescentes em conflito com a lei a habilidade de produzir diversos itens de madeira e proporcionar uma nova forma de obter trabalho e renda, após eles deixarem a unidade. “Com todo esse conhecimento que compartilhamos, eles realmente estão preparados para montar seu negócio e obter sucesso no mercado”.

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Workshop de Churrasqueiro

No mês passado, oito adolescentes do Case de Barra do Garças participaram do curso de churrasqueiro realizado na própria unidade. Foram 3 horas de workshop, nas quais os menores aprenderam sobre temperos, tipos de corte, técnicas de acendimento e nível de fogo, além dos diferentes pontos do churrasco, bem passado, mal passado, entre outras técnicas.

Ao fim do curso, os socioeducandos receberam um certificado, pois a intenção foi levar aos adolescentes a oportunidade de aprender o ofício de churrasqueiro para que eles possam trabalhar em um restaurante ou churrascaria após deixarem a unidade. Durante as aulas, os menores não tiveram acesso aos objetos de corte. 

Fonte: GOV MT

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Manejo e adubação refletem em maior produção de café para agricultores de Cotriguaçu

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Assistidos há um ano pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer), junto ao Programa REM-MT, produtores de café de Cotriguaçu (a 940 km de Cuiabá) estão otimistas com a safra deste ano. Na segunda colheita prevista para o mês de abril, a meta é chegar a 100 sacas por hectare, 60% a mais que o total do ano passado, que chegou a 60 sacas por hectare.

O aumento na produção dos 50 produtores atendidos nesse período está relacionado ao manejo com o uso de técnicas corretas para adequação do solo, adubação, podas, manejo integrado de pragas e doenças, além do controle de plantas daninhas.

Um exemplo é a produtora Daiane Gilioli, que chegou a pensar em desistir após anos de muita dor de cabeça e despesa. Ela lembra que seu café era amarelo e já teve 70% da produção perdida por não saber como e o que fazer.

Atualmente, com 13 mil pés de café, Daiane destaca que espera ter todo investimento de anos, finalmente, revertidos em renda com a colheita de 2022. “Aprendi que tem tempo para tudo, desde a correção do solo, a adubação, a poda, até as demais técnicas. Segui todas as recomendações e vou colher o resultado de todo esse trabalho”.

O produtor Samuel dos Santos Freitas, do Projeto de Assentamento Nova Cotriguaçu, tem a mesma expectativa de aumento da produção para este ano, em que espera colher até 300 sacas em 2,4 hectares, sendo 8 mil pés de café. Além dos anos de experiência, ele destaca que a assistência da Empaer tem contribuído muito para a superação das metas.

Ainda assim, o maior temor é com as pragas, entre elas, as mais perigosas são a cochonilha e a broca. “Vi produtor perder até 40% da produção por causa dessas pragas. Em 15 dias elas se espalham pela lavoura e tudo fica comprometido. A orientação do uso e da aplicação do inseticida correto faz toda diferença”.

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O engenheiro agrônomo da Empaer, Thiago Tombini, explica que todo trabalho de acompanhamento e orientações associado às práticas recomentadas vêm auxiliando na produtividade e na qualidade dos grãos colhidos.

“Tudo influencia diretamente no crescimento e produtividade do cafeeiro por fornecer nutrientes adequados à planta e, principalmente, representar alto valor no custo da produção. Além das questões técnicas sobre o cultivo, orientamos também o produtor sobre outro tema importante, que é a gestão da propriedade”.

Técnicos orientam produtores sobre o cultivo do café em Cotriguaçu – foto Empaer

Fonte: GOV MT

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Dunga Rodrigues é homenageada em projeto de audiotur pelo Centro de Cuiabá

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Que tal um passeio guiado por pontos históricos de Cuiabá, ouvindo lendas de suspense, mistério e humor? A idealização de um audiotur pelo Centro de Cuiabá foi uma escolha criativa do Grupo Tibanaré para homenagear, in memoriam, uma das mais célebres ativistas culturais de Mato Grosso, Dunga Rodrigues.

Essa é a proposta do projeto “Experiências Sensoriais”, aprovado no edital Conexão Mestres da Cultura de Mato Grosso, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), com recursos da Lei Aldir Blanc. O aplicativo “Passeio Sonoro” estará disponível a partir deste sábado (29.01), às 12h, na Play Store (Android) e App Store (IOS).

O secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Secel-MT, Beto Dois a Um,  celebrou a inciativa. “Dunga tem uma contribuição inconteste para nossa cultura, principalmente pela diversidade de sua produção. Este projeto promove a integração da cultura e do turismo, potencial que deve ser sempre explorado como via de mão dupla no fortalecimento dos dois segmentos”.

Produtora executiva do projeto “Experiências Sensoriais – Dunga Rodrigues”, Fernanda Gandes, conta que, por conta da situação pandêmica, a equipe optou por liberar apenas a visitação individual nesse primeiro momento. Como o app fica ativo por 12 meses, espera-se que os atores que interpretaram os personagens também possam integrar um tour presencial, aos moldes de outro projeto do repertório do Tibanaré, o Passeio Noturno.

“E além disso, é desejo da nossa equipe ampliar o circuito para o Porto e Coxipó. Nessa primeira fase estão disponíveis seis lendas do Centro Histórico. No aplicativo, um mapa revela os pontos de visitação”, explica Fernanda.

Exposição

O projeto prevê ainda uma “exposição virtual” dedicada a Dunga Rodrigues, com a curadoria de Naine Terena, Jefferson Jarcem e Fernanda Gandes. No site oficial do projeto, estarão reunidas fotos e poesias, dentre outros itens de acervo composto a partir da colaboração da família, que vive no Rio de Janeiro, da direção do Conservatório Musical Dunga Rodrigues, em Cuiabá, e extraídas do site www.familiascasabarao.com.br, organizado pela historiadora Elizabeth Madureira Siqueira.

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A curadora explica que o objetivo da exposição é amplificar o alcance da tradição oral das histórias pelas quais Dunga tinha muito apreço.

“Era seu desejo que as lendas fossem mantidas vivas no imaginário popular, sendo reproduzidas pelas próximas gerações. Ela inclusive manifesta esse desejo em um de seus livros, o dedicando às crianças, para que elas celebrem as histórias de seus antepassados”.

Biografia

Maria Benedita Deschamps Rodrigues, nome de batismo, foi professora, musicista, historiadora e escritora. Na perspectiva da literatura, teve como um dos principais focos o registro da história oral da capital mato-grossense.

Dunga Rodrigues nasceu em Cuiabá, em 1908, e morreu em Santos, em janeiro de 2006. Ela é uma das figuras femininas da cultura mato-grossense do século passado, das mais cultuadas. Por conta da sua inconteste produção literária, conquistou uma cadeira na Academia Mato-grossense de Letras, em tempos em que a instituição era frequentada majoritariamente por homens.

Dunga Rodrigues deu aulas de francês e, principalmente, de música. Promoveu recitais, formou muitos músicos na capital e escreveu diversos livros sobre a cultura e história de Cuiabá e Mato Grosso. Também foi membro do Instituto Histórico e Geográfico do Estado, do Centro de Música Brasileira do Estado de São Paulo e integrou a Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra.

Serviço

Lançamento Audiotour do projeto “Experiências Sensoriais – Dunga Rodrigues”

Dia: 29/01/2022

Hora: 12h

Onde baixar o app: Passeio Sonoro – Play Store (Android) e App Store (IOS)

Mais informações: www.grupotibanare.com.br

Fonte: GOV MT

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