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POLÍTICA NACIONAL

VÍDEO: Lula minimiza ditadura na Nicarágua e compara Ortega a Merkel

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Lula minimiza ditadura na Nicarágua e compara Daniel Ortega a Angela Merkel
Reprodução/redes sociais

Lula minimiza ditadura na Nicarágua e compara Daniel Ortega a Angela Merkel

ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) minimizou o regime ditatorial existente na Nicarágua e comparou a permanencia no poder do ditador Daniel Ortega com as eleições democráticas que elegeram Angela Merkel na Alemanha. As declarações foram realizadas em entrevista ao jornal espanhol El País, na noite da última segunda-feira (22). Assista:


“Por que a Angela Merkel pode ficar 16 anos no poder e Daniel Ortega, não? Por que [o ex-presidente da Espanha] Felipe González, aqui, pôde ficar 14 anos? Qual é a lógica?”, questionou o ex-metalúrgico às jornalistas presentes.

Em seguida, as profissionais de imprensa responderam que Merkel e González não prenderam opositores no período em que estiveram no poder.

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Lula, então, moderou o discurso: “Eu não posso julgar o que aconteceu na Nicarágua. No Brasil, eu fui preso. Fiquei 580 dias preso para que o Bolsonaro fosse eleito presidente. Eu não sei o que as pessoas fizeram [na Nicarágua] para que fossem presas. Se o Daniel Ortega prendeu a oposição, como fizeram comigo no Brasil, ele estará totalmente errado”.

A releeição do ditador Daniel Ortega na Nicarpagua foi motivo de repulsa para os principais países do ocidente. Já o Partido dos Trabalhadores (PT) seguiu na direção oposta e comemorou a “grande manifestação popular e democrática” da população nicaraguense.


Ortega venceu as eleições com 75% dos votos válidos, após uma série de prisões de seus opositores durante o pleito. Sua principal oponente, Cristiana Chamorro, junto de outros seis possíveis adversários, foram detidos no período eleitoral.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro grava vídeo pedindo que senadores aceitem Mendonça para o STF; assista

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Bolsonaro e André Mendonça
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Bolsonaro e André Mendonça

O presidente Jair Bolsonaro gravou um vídeo nessa segunda-feira desejando ”boa sorte” ao ex-ministro da Justiça André Mendonça, que será sabatinado na próxima quarta-feira para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal no Congresso . Na gravação, o mandatário disse que terá ”um representante de todos nós dentro do Supremo Tribunal Federal”.

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“A gente espera, obviamente, que seja aprovado e tenhamos, então, um representante de todos nós dentro do Supremo Tribunal Federal. André, boa sorte. Senhores senadores, espero, de coração, que aprovem o nome dele […] Ao ser aprovado, temos um representante lá a altura dos interesses da nossa nação”, declarou o chefe do Executivo.

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Indicado ao STF por Bolsonaro desde julho, Mendonça enfrentou resistência de Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, para pautar sua sabatina na Casa. Alcolumbre chegou a dizer que estava ”tudo parado” ao ser questionado sobre a indicação do ex-palaciano de Bolsonaro.

Para assumir a cadeira na Corte, Mendonça precisa ser aprovado pela maioria simples no Senado Federal, ou seja, ter o ”sim’ de 41 dos 81 parlamentares. O ex-advogado-geral da União foi indicado para vaga no STF após a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Mello.

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POLÍTICA NACIONAL

Alckmin diz que possibilidade para ser vice de Lula ‘caminha’

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 Geraldo Alckmin e Lula
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Geraldo Alckmin e Lula

Em reunião na manhã desta segunda-feira (29), o ex-governador Geraldo Alckmin , que está de saída do PSDB , ouviu um apelo de dirigentes de centrais sindicais para que aceite ser vice na chapa encabeçada pelo ex-presidente Lula (PT).

Estavam presentes os comandos da Força Sindical, UGT, Nova Central e CTB. Apenas os representantes da última, que é ligada ao PCdoB, não foram diretos no apelo.

Em resposta, Alckmin disse ter se preparado novamente para concorrer ao governo do estado, mas afirmou que “surgiu a hipótese federal”. Essa hipótese exigirá trabalho, mas, segundo o ex-governador, “caminha”.

“Preparei-me novamente pra ser governador do estado. Surgiu a hipótese federal. Os desafios são grandes. Essa hipótese caminha e eu considero essa reunião com as quatro principais centrais histórica”.

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Chamou a atenção dos presentes o fato de Alckmin ter tratado em sua fala da conjuntura internacional e dos caminhos para o Brasil sair da crise. As questões estaduais ficaram de fora.

Outro ponto foi o fato de o ex-governador ter aceitado rapidamente o encontro. O convite havia ocorrido na sexta-feira. Com saída anunciado do PSDB, Alckmin não deu pistas para qual partido migrará.

“Dentro da situação atual, seria muito importante que ele aceitasse (ser vice de Lula). Nós daremos todo o apoio”, afirmou Miguel Torres, presidente da Força.

O ex-governador paulista deve se reunir com sindicatos ligados à alimentação no dia 8 e aos metalúrgicos no dia 16.

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