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Sema realiza visita técnica em Juína para aprimorar dados de manejo e exploração florestal

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Equipe de desenvolvimento em Tecnologia e Informação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) realizou uma visita técnica em Juína para conhecer a realidade e verificar o funcionamento da coleta de dados em campo do manejo florestal, exploração e transporte de madeira.

A visita faz parte da implementação do sistema tecnológico de rastreabilidade de exploração florestal, que o estado vem desenvolvendo desde 2017, em contato com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para que o mesmo controle de rastreamento desenvolvido no estado seja implementado no restante do país.

“A implementação dessa proposta é para colocar um sistema que tenha o controle dessa matéria prima, mas que não engesse para o produtor de forma que ele não consiga trabalhar”, explicou a Superintendente de Gestão florestal da Sema-MT, Suely Bertoldi.

De acordo com Superintendente de Gestão Ambiental é fundamental que a equipe técnica de Tecnologia e Informação conheça o funcionamento do processo em campo, desde a coleta de dados em campo de manejo florestal até a exploração e o transporte, para a implementação do sistema de rastreabilidade de exploração florestal.

Parcerias

Para realizar a visita, a equipe da Sema contou com parcerias do Sindicato da Indústria Madeireiras e Moveleiras do Noroeste de Mato Grosso (SIMNO) e do Centro de Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem).

“Hoje, nós estamos com a Sema que é o órgão licenciador então quanto mais próximos nós estivermos e o produtor e o industrial madeireiro estiverem alinhados com o órgão ambiental os erros são minimizados e a gestão se torna muito mais eficiente”, destacou Valdinei Bento dos Santos, diretor executivo do Cipem.

O presidente do do SIMNO, Edvaldo Dal Pozzo, elogiou a iniciativa da Sema e pontuou que a visita facilita no conhecimento da realidade local e auxilia na efetivação do projeto. “Eles vêm ver a dificuldade que temos aqui na estação da madeira e conhecer como funciona. Isso é muito importante para o desenvolvimento deste trabalho”.

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A visita contou com a presença do prefeito de Juína, Paulo Veronese, que ressaltou a importância da visita técnica e parcerias entre os órgãos para beneficiar a região. “Hoje aqui no manejo florestal é mais um dia de campo, acompanhando os trabalhos da equipe da Sema, pensando no futuro, pensando nessa melhoria, enquanto empresário, enquanto engenheiro e enquanto equipe de exploração”

O empresário de Brasnorte Wilkler Fábio destacou como as instituições públicas tem visto as empresas de um modo diferente e vem tentando trabalhar em cooperação. “Hoje eles já veem a gente como uma forma real. Só tenho a agradecer por estar aqui visualizando a nossa realidade, para assim buscar melhorias para o nosso setor”.

Denúncias

A exploração ilegal de madeira é crime e pode ser denunciada pela Ouvidoria Setorial da Sema: 0800-065-3838, pelo WhatsApp (65) 99321-9997, nas unidades regionais do órgão ambiental, ou ainda, pelo aplicativo MT Cidadão.

*Texto com supervisão de Renata Prata

Fonte: GOV MT

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Websérie e livro homenageiam fundadores de grupo de siriri de Chapada dos Guimarães

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Reconhecidos pelo trabalho de fortalecimento e difusão do cururu e siriri em Chapada dos Guimarães, o casal Deijanil Maria do Nascimento e Pedro Boaventura da Silva será homenageado em uma websérie e um livro desenvolvidos com recursos do edital Conexão Mestres da Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

As obras trazem uma retrospectiva do trabalho realizado pelos fundadores do Grupo Folclórico Siriri Patucha, bem como o reconhecimento pela valorização da cultura popular no município. O lançamento será na segunda-feira (29.11), às 19h, na Casa da Quineira, em Chapada dos Guimarães.

O projeto ‘Aos mestres com carinho’ foi selecionado no edital, desenvolvido a partir da Lei Aldir Blanc. No dia 01 de dezembro ocorre a exibição pública da websérie, na Câmara Municipal de Vereadores de Chapada dos Guimarães, às 19h. O material, que conta com 10 episódios, também ficará disponível no youtube.

Proposto pela incubadora de negócios Pedaço do Mundo Hub, coordenado por Eliana Muxfeldt e Idineia Bressan, o projeto possui um instagram (@mestresculturaismt), onde há informações e contato do grupo.  

“O Patucha representa muito mais que um grupo de dança tradicional mato-grossense, foi e continua sendo um espaço afetivo que impactou positivamente a vida de inúmeros jovens, que cresceram em um contexto de união, pertencimento, integração, responsabilidade, amizade e respeito. E esse impacto se deve à dedicação do professor Pedrinho e Deja, como são chamados carinhosamente os homenageados”, descreve o texto de divulgação na mídia social.

O nome Patucha é uma sigla de Panorama Turístico de Chapada, termo que, na década de 70, era usado em um clube onde o siriri era uma das atrações. Nos 20 anos de história, o Grupo Folclórico Patucha fez apresentações em várias cidades de Mato Grosso, além de marcar presença em eventos para turistas, no Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães e no Festival de Cururu e Siriri, em Cuiabá.  

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Conexão Mestres da Cultura

O edital surgiu para compartilhar os saberes e fazeres artísticos e culturais do estado, reconhecendo o trabalho desenvolvido por pessoas impactaram a cultura mato-grossense, considerando sua contribuição para o fortalecimento da cultura do estado e sua importância para a comunidade que atua.

Fonte: GOV MT

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Com livros reciclados, recuperandos de São Félix do Araguaia confeccionam artesanato como forma de ressocialização

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Da riqueza dos livros ao trabalho de reciclagem, para se tornar artesanato e enfim, ser instrumento de ressocialização. Assim, a Cadeia Pública de São Félix do Araguaia (1.150 km da Capital) tem feito valer a Lei de Execução Penal, que entre outras coisas, assegura a reinserção do recuperando por meio do trabalho.

Por meio da doação de livros didáticos e revistas, os recuperandos da unidade dedicam parte de seus dias à produção de artesanatos com estes materiais recicláveis, que vão desde cestas decorativas, bolsas e até mesmo fruteiras.

O projeto “Mãos que Criam” foi uma ideia da assistente do Sistema Penitenciário, Noemi Fernandes de Oliveira, servidora pública há 11 anos. Com o olhar atento à saúde dos presos, Noemi percebeu que muitos faziam o uso de medicamentos controlados. Como forma de diminuir a ociosidade e trabalhar a ressocialização, ela deu o pontapé para o projeto, que abrange 90% dos recuperandos da unidade. E percebeu a diferença na saúde dos internos.

Estes reeducandos são selecionados e, posteriormente, cadastrados como artesãos na unidade prisional. A partir daí, os produtos por eles confeccionados são catalogados e etiquetados. Parte do recurso arrecadado com a venda dos produtos – 60% – é repassado à família do recuperando ou a uma conta bancária do próprio preso. E o restante – 40 % – retorna ao Conselho da Comunidade da comarca de São Félix do Araguaia, para reposição de material (matéria prima) e para custear as despesas com a logística.

“Este projeto visa proporcionar ao apenado capacitação para aprimoramento e ampliação de suas habilidades adquiridas na relação de convivência com outros reclusos, em específico no aprendizado do trabalho artesanal feito em papel (reciclagem de livros e revistas) e crochê (linhas e barbantes)”, explicou Noemi.

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O diretor da Cadeia Pública, Jackson de Souza, destacou que o projeto é uma importante ferramenta de ressocialização da unidade e isso se deve também às parcerias firmadas.

“Para nós, este projeto veio contribuir de forma significativa, pois hoje um dos grandes desafios do Sistema Penitenciário é trabalhar a ressocialização e o retorno do privado de liberdade à convivência em sociedade. E é graças a parceiros como o Conselho da Comunidade e a prefeita Janailza, que se sensibilizaram e se tornaram parceiros do projeto”, disse o diretor.

Exposição

Foi por meio da parceria com a Prefeitura de São Félix do Araguaia, que os recuperandos puderam expor seus produtos durante a inauguração da Praça da Bíblia, ocorrida no último dia 19 de novembro.

Na ocasião, a prefeita Janailza Taveira fez questão de prestigiar o espaço disponibilizado à exposição dos produtos confeccionados pelos recuperandos.

Lei de Execução Penal

A Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984) ressalta que o trabalho nas prisões tem como finalidade alcançar a reinserção do condenado, levando-se em conta a habilitação, a condição pessoal e as necessidades futuras do preso, bem como as oportunidades oferecidas pelo mercado.

Ainda de acordo com a LEP, a cada três dias de trabalho, o preso diminui pode diminuir um dia de sua pena. Além disso, a lei prevê ainda a remição por estudo e por leitura.

Fonte: GOV MT

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