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Polícia Civil recupera 48 ampolas de medicação furtadas da UPA e prende suspeito por receptação

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Quarenta e oito ampolas de medicamento furtadas da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), foram recuperadas pela Polícia Civil, na segunda-feira (22.11).

A ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município, resultou na prisão em flagrante do suspeito de 28 anos, pelo crime de receptação.

Durante diligências para apurar a subtração de uma caixa da medicação chamada Epinefrina, os policiais civis identificaram um indivíduo que estava na posse de parte das ampolas furtadas.

Com base nas suspeitas a equipe foi até o endereço no bairro Jardim Nova Barra, e recebida pelo investigado, o qual autorizou a entrada no local. No imóvel foram localizadas 48 ampolas da substância Epinefrina.

Questionado sobre os fatos, o morador informou que havia comprado a medicação de uma pessoa, porém não sabia informar o nome. Diante do flagrante, o suspeito foi conduzido para esclarecimentos e preso por receptação.

De acordo com o delegado Nelder Martins Pereira, as investigações apontam que o autor do furto contou com a participação de um funcionário da UPA para a subtração dos produtos. 

Nelder Martins explicou também que, segundo o médico responsável pelo órgão público, a Epinefrina é um medicamento que apresenta os mesmos efeitos entorpecentes da cocaína, quando usado demasiadamente.

“Com a rápida ação da Derf foi possível evitar que esse medicamento fosse utilizado de forma criminosa, colocando em risco a vida de outras pessoas”, destacou o delegado.

As diligências continuam para conclusão do inquérito e esclarecer se os envolvidos praticaram o furto de outros medicamentos, bem como há quanto tempo vinham cometendo o crime.

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil prende um dos envolvidos em roubo a motorista de caminhão em Sinop

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

Um suspeito envolvido em um roubo a um motorista de caminhão foi preso nesta sexta-feira (26.11), em Sinop, após investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município. 

No início da madrugada de 04 de outubro deste ano, dois homens, armados com uma faca,  renderam o motorista de uma empresa de cargas, que estava estacionado em frente a empresa de transportes. Ele dormiu no veículo esperando amanhecer o dia para descarregar os produtos. 

Mesmo rendido, o motorista foi ameaçado de morte a todo momento. Os criminosos disseram à vítima que iriam descarregar a carga em uma região. Depois, foram até outro bairro de Sinop para pegar um segundo motorista e conduzir o caminhão.

Durante o trajeto, o criminoso que conduzia o caminhão perdeu o controle da direção ao realizar uma curva e caiu com o veículo dentro de uma vala de escoamento de água. Em virtude do acidente, a dupla criminosa fugiu e abandonou o caminhão e a vítima, que foi socorrida por terceiros.

Após 30 dias de investigações, a equipe da Derf identificou os dois suspeitos, que foram reconhecidos pela vítima.

O delegado Paulo César Brambila Costa responsável pelo caso, representou ao Poder Judiciário pela prisão preventiva dos suspeitos. Um deles, de 22 anos, foi localizado no bairro São Cristóvão, em Sinop, e encaminhado à delegacia para formalização do mandado de prisão decretado pela 1a Vara Criminal. 

As diligências seguem para localizar o segundo investigado pelo roubo.

Fonte: PJC MT

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Empresário que comprou fios de cobre furtados por adolescentes e crianças é preso em flagrante por receptação

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Um empresário de 56 anos, que atua no ramo de compra e venda de sucatas, foi preso nesta sexta-feira (26) pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande pelo crime receptação.

Conforme a investigação da Derf, o empresário, que tem um estabelecimento no bairro Mapim, comprou 600 metros de fios de cobre, que foram furtados de uma residência situada na mesma localidade.

Na quinta-feira (25.11), quatro adolescentes e duas crianças de nove anos, escalaram até o telhado da residência da vítima, invadiram a casa e furtaram praticamente toda a fiação elétrica. Depois, foram a uma empresa de compra e venda de sucatas, situada no mesmo bairro, a duas ruas da casa da vítima, e venderam a fiação ao proprietário do comércio.

A vítima não havia registrado o boletim de ocorrência. Nesta sexta-feira, os adolescentes retornaram à residência e furtaram o restante da fiação e venderam para a mesma empresa.

Pela terceira vez, o grupo de adolescentes foi à casa para verificar se ainda havia mais algum produto que pudessem furtar, quando a vítima foi alertada por vizinhos e surpreendeu os adolescentes e as crianças no local, que tentaram fugir, mas foram impedidas.

A vítima acionou a equipe policial, que foi ao local e indagou aos adolescentes sobre a empresa para a qual venderam os produtos furtados. O grupo de menores de idade informou o estabelecimento e em diligências no local, os investigadores apreenderam parte do produto furtado e receptado pelo empresário.

Conforma informações da vítima, além do prejuízo com o material furtado (fiação, tomadas e lâmpadas), avaliados em três mil reais, ainda terá que arcar com o custo da mão-de-obra, orçado em cerca de R$ 1.200,00.

A delegada titular da Derf, Elaine Fernandes, observa que os índices de furtos de fios de cobre refletem a postura criminosa de alguns empresários que adquirem os produtos para a revenda, mesmo cientes de que são de origem ilícita.

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“Pensam somente no lucro, não se preocupando com o impacto de sua conduta criminosa na sociedade. E esse caso é ainda mais grave, pois, o empresário adquiriu os fios de cobre das mãos de crianças e adolescentes, tendo pago um valor irrisório, de R$ 122,00, mesmo sabendo que o produto possui alto valor de mercado. E pela idade do conduzido, certamente já possui experiência suficiente para saber que crianças e adolescentes não teriam o consentimento de seus pais para terem acesso a todo esse material e, mais que isso, para efetuar a venda desse produto, ou seja, o empresário sabia que estava adquirindo produto de origem ilícita”.

Fonte: PJC MT

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