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POLÍTICA NACIONAL

Pesquisa: Bolsonaro é ruim ou péssimo para 57%; aprovação chega à mínima de 22%

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Nova  pesquisa realizada pelo PoderData mostra que a parcela da população que considera o trabalho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) “bom” ou “ótimo” chegou à mínima de 22%. O estudo foi feito nesta semana, entre os dias 22 e 24 de novembro.

As pessoas que consideram o mandatário “ruim” ou “péssimo” continuaram nos mesmos 57%, como na pesquisa anterior. Os que consideram o presidente “regular” são 16%, enquanto outros 4% não souberam responder. Todos os índices têm margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A taxa da  avaliação negativa de Bolsonaro coloca o presidente em seu pior saldo desde abril de 2020, segundo o mesmo estudo. Agora, a diferença entre os que consideram o chefe do Executivo “ótimo” ou “bom” e “ruim” ou “péssimo” é de 35 pontos percentuais, enquanto na última rodada era de 33.

Para coletar os dados, foram ouvidos 2.500 entrevistados em 459 municípios das 27 unidades da Federação.

Destaques

  • 29% dos homens consideram Bolsonaro “ótimo” ou “bom”;
  • 67% das pessoas com ensino superior acham o presidente “ruim” ou “péssimo”;
  • 67% dos moradores do Nordeste consideram Bolsonaro “ruim” ou “péssimo”;
  • 30% dos moradores do Norte acham “ótimo” ou “bom”.

Avaliação do governo

De acordo com o mesmo estudo, os números mostram uma queda de 5 pontos percentuais na desaprovação do governo federal como um todo, tendo chegado aos 56%. A aprovação está nos 33%, tendo aumentado 2 pontos desde a última pesquisa.

Como na avaliação de Bolsonaro, o governo é melhor avaliado entre homens (43%) e moradores da região Norte (49%). Já a desaprovação, é maior entre mulheres (60%) e moradores do Nordeste (61%). 

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Evangélicos cedem 8 jatinhos para garantir senadores em votação de Mendonça

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Agência Brasil

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A fim de garantir que o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha um ministro “terrivelmente evangélico”,  como prometido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em 2019, lideranças religiosas não têm poupado esforços. Elas conseguiram pelo menos oito jatinhos e aeronaves de pequeno porte para levar senadores a Brasília na próxima semana. 

Na próxima terça-feira (30), o ex-advogado-geral da União, André Mendonça,  será sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O colegiado vai apreciar a indicação feita por Bolsonaro para a Corte.

Segundo a coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles, os aviões foram colocados à disposição de apoiadores por empresários e pastores que possuem aeronaves. O esquema foi organizado de tal forma que os jatinhos serão distribuídos estrategicamente em quase todas as regiões do Brasil. Serão dois no Norte, dois no Nordeste, três no Sudeste e um no Sul.


De acordo com a publicação, a medida foi pensada porque pilotos e comissários anunciaram greve para a próxima segunda (29) e as lideranças ainda temem que o presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) consiga fazer com que senadores não compareçam à votação. O parlamentar  retardou a votação de Mendonça ao longo dos últimos quatro meses.

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Evangélicos cedem 8 jatinhos para garantir senadores em votação de Mendonça

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A fim de garantir que o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha um ministro “terrivelmente evangélico”, como prometido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anos atrás, lideranças religiosas não têm poupado esforços. Elas conseguiram pelo menos oito jatinhos e aeronaves de pequeno porte para levar senadores a Brasília na próxima semana. 

Na próxima terça-feira (30), o ex-advogado-geral da União, André Mendonça, será sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O colegiado vai apreciar a indicação feita por Bolsonaro para a Corte.

Segundo a coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles, os aviões foram colocados à disposição de apoiadores por empresários e pastores que possuem aeronaves. O esquema foi organizado de tal forma que os jatinhos serão distribuídos estrategicamente em quase todas as regiões do Brasil. Serão dois no Norte, dois no Nordeste, três no Sudeste e um no Sul.

De acordo com a publicação, a medida foi pensada porque pilotos e comissários anunciaram greve para a próxima segunda (29) e as lideranças ainda temem que o presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) consiga fazer com que senadores não compareçam à votação. O parlamentar retardou a votação de Mendonça ao longo dos últimos quatro meses.

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