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POLICIAL

Operação Acessum cumpre mandados judiciais contra militares investigados por homicídio

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Assessoria/Polícia Civil-MT 

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP), deflagrou nesta semana a Operação Acessum para cumprimento de mandados judiciais de buscas e apreensões e o cumprimento de medidas cautelares contra dois policiais militares, alvos de uma investigação que apura um homicídio ocorrido em junho do ano passado.

Os militares estão lotados no setor de inteligência de um batalhão da Capital.

Durante as investigações sobre o homicídio de Jarley Gustavo Cândido da Silva, no bairro São Gonçalo, na Capital, a DHPP constatou que os militares acessaram de modo ininterrupto o sistema de monitoramento da tornozeleira eletrônica da vítima, além de um deles se encontrar nas proximidades da região onde ocorreu o crime. O acesso ao sistema de monitoramento foi finalizado minutos depois da vítima ser executada.

Medidas cautelares

Por determinação judicial, a equipe da DHPP cumpriu ainda medida cautelar de exclusão de todos os acessos (logins e senhas) dos dois policiais aos sistemas de inteligência, para que não tenham mais comunicação com dados de inteligência do Estado.

Os investigados, por ordem judicial, foram afastados de suas funções pelo período de 90 dias, não podendo frequentar qualquer unidade da área de segurança pública. Entre outras medidas judiciais diversas da prisão está também a determinação de uso de tornozeleira eletrônica pelos investigados.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Suspeito de abusar sexualmente de enteada de 11 anos é preso pela Polícia Civil

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Policiais da Delegacia de Sorriso prenderam nesta terça-feira (30.11) um homem de 47 anos pelo crime de estupro de vulnerável, em cumprimento a mandado de prisão expedido pela 2a Vara Criminal do município.

A investigação conduzida pelo Núcleo de Violência Doméstica e Crimes Sexuais da Delegacia de Sorriso apurou que o suspeito abusou sexualmente da enteada de 11 anos.

A mãe da criança levou a menor até uma unidade de saúde, após a menina contar que padrasto cometia os abusos há pelo menos, um ano, desde que se mudou para a casa da família. O Conselho Tutelar foi acionado e comunicou a Delegacia de Sorriso.

A mãe da menor relatou em depoimento que no último sábado, a criança espontaneamente disse que já fazia um tempo que vinha sofrendo os abusos e não contou por medo.

Ao ser questionado pela mãe sobre os abusos, o padrasto da menina negou que houvesse ocorrido algo. A criança passou por exame de corpo de delito que confirmou o estupro.

O delegado Márcio Henrique Portela instaurou inquérito e após colher depoimentos, representou à Justiça pela prisão preventiva do suspeito.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Receptador de material furtado de outdoor é preso pela Polícia Civil

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Um homem de 42 anos acusado de receptar material subtraído de um outdoor em Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil, na segunda-feira (29.11), após diligências da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

O material plástico fazia parte de um anúncio publicitário de outdoor, e foi furtado no mês de setembro. Para tanto, os policiais civis receberam informações que o objeto subtraído estava em uma obra de construção civil na cidade.

Diante dos fatos a equipe foi até o local, onde recuperou o material furtado que foi restituído para vítima, bem como conduziu o suspeito para esclarecimentos.

Na Derf de Confresa o suspeito foi ouvido pelo delegado Bruno Gomes, e autuado em flagrante por receptação dolosa. Ele efetuou o pagamento da fiança arbitrada e responderá pelo crime em liberdade, podendo ser condenado a pena de até 4 anos de prisão.

“A Polícia Civil concluirá as investigações com indiciamento do envolvido e encaminhará o inquérito ao Poder Judiciário com cópia para o Ministério Público”, destacou o delegado.

Bruno Gomes orienta a população em ao adquirir produtos de pessoas desconhecidas, procure saber a procedência do bem, se o valor está condizente com o valor de comércio, se há nota fiscal ou outro documento que comprove a origem lícita de tal bem. Assim, evitando problemas com a polícia e não fomentando a criminalidade patrimonial.

Fonte: PJC MT

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