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POLÍTICA NACIONAL

‘Não aceitaremos adiar as prévias para 2022’, diz presidente do PSDB-SP

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 João Doria, Eduardo Leite e Arthur Virgílio, filiados ao PSDB
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João Doria, Eduardo Leite e Arthur Virgílio, filiados ao PSDB

Após o PSDB anunciar que a votação para as prévias de 2022 encontrava-se pausada por conta de uma instabilidade no aplicativo , o presidente do partido no estado de São Paulo, Marco Vinholi, afirmou que não aceitaria adiar os votos para 2022.

“Nós não vamos aceitar, sobretudo depois de ver uma comissão eleitoral com a maioria pró-Eduardo Leite, de acompanhar um aplicativo feito por uma entidade do Rio Grande do Sul, de tanta coisa ao longo do processo, é que se discuta qualquer tipo de possibilidade de postergação de prévias para o ano que vem. Aí nós não vamos aceitar de maneira alguma”, declarou Vinholi à CNN.

Vinholi, que também é secretário de Desenvolvimento Regional do São Paulo, afirmou que o mais prejudicado nessa instabilidade foi o diretório comandado por ele, que configura mais de 60% do PSDB.

“Finalizar as Prévias garantindo o direito do voto dos filiados e escolher o candidato a presidência da República do PSDB. Melar a prévias e jogar para 2022 jamais”, disse Vinholi ontem em seu perfil no Twitter.

Segundo o partido, a votação para escolher o candidato que representará o PSDB nas eleições presidenciais em 2022 foi suspensa por questões de infraestrutura técnica, que não comportou a demanda dos votantes das prévias.

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Concorrem à posição de pré-candidato do partido o governador de São Paulo, João Doria , o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite , e o ex-prefeito de Manaus (AM), Arthur Virgílio Neto .

Ainda nesta segunda, o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, deve definir os próximos passos do partido em relação as prévias. Segundo Araújo, o parecer técnico sobre a falha do aplicativo poderá ser apresentado ainda hoje.

“No início da tarde, haverá parecer técnico dos representantes do três candidatos sobre o real status e diagnóstico do aplicativo para entender qual é o tempo de resolução dele. Se for de curtíssimo prazo, a ideia é que seja disponibilizado praticamente que imediatamente para o filiado. Se a posição for outra, as campanhas vão ter de dialogar para saber como vamos fechar essa parte para fechar o resultado”, disse Araújo.

A suspensão das prévias presidenciais entre os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) aconteceu no último domingo (21) por conta de um problema técnico no aplicativo onde ocorreria a votação. De acordo com o partido, eles pretendem retomar o processo o mais breve possível.

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POLÍTICA NACIONAL

Ida de Bolsonaro para PL é condicionada ao apoio à Lira

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Arthur Lira pretende se candidatar às eleições da Câmara em 2023 e conta com PL para conseguir apoio
O Antagonista

Arthur Lira pretende se candidatar às eleições da Câmara em 2023 e conta com PL para conseguir apoio

O presidente Jair Bolsonaro deve assinar na terça-feira (30) a sua filiação com o Partido Liberal (PL), após resolver divergências sobre apoio às candidaturas de estados do Nordeste e de São Paulo com o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto. Entretanto, o acordo foi costurado com o aval do Presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), na condição de que o partido apoie sua candidatura à reeleição para o comando da casa em 2023.

A expectativa do PL é de se transformar em uma das maiores bancadas da Câmara após as eleições de 2022. A previsão é de eleger pelo menos 65 deputados, 22 a mais dos atuais 43 parlamentares do partido nesta legislatura. Lira, então, estaria de olho nessa quantia para conseguir apoio e se manter na Mesa Diretora.

Para isso, o Presidente da Câmara negociou um acordo entre Bolsonaro e Costa Neto para firmar a filiação do presidente junto ao PL. As negociações ultrapassaram os desejos do próprio Progressistas, partido de Arthur Lira,  que sonhava ter Bolsonaro em seus quadros.

No entanto, as desavenças sobre costura de acordos estaduais com os quadros do Nordeste travou a negociação. Historicamente, o PP apoia candidatos de esquerda nos estados nordestinos.

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Lira também se posicionou contra a filiação de Bolsonaro ao Progressistas. Embora seja o principal articulador das pautas governistas na Câmara, o deputado analisou que a entrada do presidente ao seu partido poderia atrapalhar seus planos na presidência da Casa, caso seus adversários fossem eleitos.

Leia mais:  Bolsonaro diz que formação no Exército foi mais difícil do que Presidência

Nesse cenário, Lira poderia convencer seus pares a negociar um acordo com a bancada governista para apoiá-lo em seus objetivos. Se Bolsonaro estivesse no PP, a negociação ficaria mais difícil.

Jair Bolsonaro está sem partido desde 2019. Nesse meio tempo, já flertou com Patriotas, Republicanos, Progressistas e PL. O PTB também foi cogitado, mas o presidente desistiu após aconselhamento da ala política.

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Novo Código Eleitoral: projeto que propõe mudanças deve sofrer ajustes no Senado

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Senador Antonio Anastasia (PSD-MG)
Agência Senado

Senador Antonio Anastasia (PSD-MG)

projeto de lei que altera o Código Eleitoral deve sofrer ajustes no Senado, onde ainda precisa ser analisado pelos parlamentares. A proposta causou polêmica na Câmara dos Deputados e algumas medidas são consideradas um retrocesso por muitos especialistas, entre elas, a que proíbe a realização de pesquisas de opinião na véspera e no dia da votação . O relator do projeto, senador Antonio Anastasia (PSD-MG), deve apresentar seu parecer sobre o texto nas próximas semanas.

Nos bastidores o senador já adiantou que vai manter um dos pontos que gerou mais discussão: a redução da fiscalização, ao permitir que os partidos contratem empresas privadas para auditar suas contas. 

A questão preocupa técnicos do TSE sobre um possível conflito de interesses, já que as siglas usariam dinheiro público para contratar uma empresa que fiscalizaria o uso dessa verba. Desse modo, o TSE não faria uma análise mais profunda das despesas e só pode reprovar as contas caso o relatório da auditoria apresente “incongruências graves e insanáveis”.

Apesar de manter esse ponto, Anastasia deve retirar a possibilidade de o Congresso derrubar resoluções do TSE em casos em que os senadores concluam que a Corte extrapolou suas competências. O relator também deve resgatar a possibilidade dos parlamentares acionarem o TSE por meio de consultas, que servem para o tribunal esclarecer pontos em aberto na legislação.

Embora a medida não agrade alguns dirigentes partidários, o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, é um defensor dela.

Um dos tópicos que ainda está em aberto é o dispositivo que proíbe a exclusão das contas em plataformas de candidatos durante o período eleitoral de 2022, independente da disseminação de fake news ou discurso de ódio, por exemplo. Segundo texto, esse tipo de conteúdo pode ser removido, mas as contas não podem ser retiradas do ar.

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