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‘Mansão Jurídica’: criador do reality show diz que quer “popularizar o Direito”

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O reality viralizou nas redes sociais pelo tema curioso
Reprodução/Mansão Jurídica Reality Show

O reality viralizou nas redes sociais pelo tema curioso

Há realities shows de chefes de cozinha, de vida real, até com temática de fazenda. Por que não um reality show de advogados e magistrados? Essa foi a pergunta que o juiz leigo do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro do Juizado Especial Cível de Mesquita, Alberto Lopes Jr., fez ao criar o ‘Mansão Jurídica’, reality show que mistura palestras, competição e áreas diversas do direito constitucional. 

A ideia de Alberto viralizou nas redes sociais e rendeu diversos memes. O reality estreia dia 2 de dezembro e será multimidiático: além dos programas gravados e publicados no Youtube, a ‘Mansão Jurídica’ terá participação do público em lives, enquetes nas redes sociais dos participantes e, segundo o criador, terá “duas câmeras na área comum da casa para transmitir o que está acontecendo ali enquanto o evento está ocorrendo”.

A página do programa, que irá estrear dia 2 de dezembro, virou assunto nas redes sociais pela ideia curiosa e diferente de reality show. Alguns adoraram a ideia, outros criticaram e até afirmaram que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) não deveria permitir o reality. Em entrevista para o iG Gente, Alberto conta detalhes do programa dele. 

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Mas Alberto, que é dono da página ‘Portal do Direito’ no Instagram, com mais de 16 mil seguidores, acha a ideia viável. Ele considera o projeto como uma semente de conteúdo sobre direito para o público em geral. O juiz diz que quer “quebrar a barreira entre o direito e as pessoas”. “A ‘Mansão Jurídica vai unir palestras de professores, autoridades no mundo jurídico que tenham presença digital, roda de debate, networking, integração, interação, troca de experiências, empreendedorismo e produção de conteúdos”, declara.

Alberto acredita que, para muitos, o direito é tratado como “uma iguaria”. “Entendo que a minha missão de democratizar o Direito é fazer que ele chegue a todos. Só que o direito é chato de ensinar, então pensei no que mais chama a atenção das pessoas na internet. As pessoas, de modo geral, engajam muito em memes e conteúdos de humor e observei que os programas com mais audiência no Brasil são os realities shows”, conta. 

“Então eu bolei uma competição entre juristas que houve um momento de inscrição, as pessoas se inscreveram e eu fui pincelando vários perfis de pessoas que eu acharia interessante participar desse projeto”, diz. Alberto não contou como será a competição, mas disse que terá provas de conhecimento jurídico, histórico e até físicas. Nessas, ele se inspirou nas provas de resistência do ‘Big Brother Brasil’. 

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Os competidores serão divididos em duas equipes: ‘Como Está o Seu Processo’ e ‘Vida de Estudante de Direito’. “Essas equipes são os nomes das páginas que irão fazer a cobertura do programa. Terão provas em equipe e provas individuais, mas as individuais irão juntar pontos para a equipe. No fim, há uma equipe campeã, mas terá apenas um jogador vencedor da ‘Mansão Jurídica'”, conta.

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‘Uma nova era no Direito’

No documento enviado ao iG Gente para apresentar o reality, Alberto explica em 14 páginas o evento: a ‘Mansão Jurídica’ terá oito palestrantes, contando com Alberto e com média de 77 mil seguidores nas redes sociais. Dos palestrantes, dois irão competir também: Giovanni Fialho e Juana Carvalho, que compõem a lista de 16 participantes que são ativos nas redes sociais. 

No total, foram 500 inscrições para competir no reality. “Analisei o perfil de todas as pessoas que se inscreveram, também conversei com as pessoas que para mim, tinham um perfil para participar do reality. Então vai ter influenciador jurídico com mais de 50 mil seguidores, vai ter ex-assessor de ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que tem uma presença digital forte, terá um advogado da ‘quebrada de Santos’, vai ter funcionário público do Tribunal de Regional do Trabalho, etc”, conta.

“Peguei vários perfis de pessoas totalmente diferentes, mas todas na área do direito para participar desse evento plural”, conta. Ele conta que tentou convidar Deolane Bezerra, conhecida como ‘Dra. Deolane’ ou viúva de MC Kevin. “Entrei em contato com a assessoria dela, mandei e-mail, mas não aconteceu nada. Eu acredito que ela traria visibilidade para o evento, mesmo que o projeto dela seja entretenimento e não Direito. Não vejo ela compartilhando conhecimento jurídico além de dizer que é advogada”, comenta. 

Para o juiz e criador do programa, a repercussão do reality show é um sinal de que o programa será um sucesso. “Toda essa repercussão nas redes sociais é um sinal de que o direito pode ser sim popularizado como são os programas de chef de cozinha, como são os programas de médico, pessoas no mercado financeiro, que há mercado para a popularização do Direito”, diz. 

Alberto também conta que as críticas ao programa são feitas por pessoas que não conhecem a proposta do programa. “Estão falando sem ter lido a proposta do evento, pensando que vai ser um ‘Big Brother’, mas as pessoas vão se surpreender porque não é isso que eu quero mostrar. O reality é para qualificar, fazer networking com as pessoas que estão lá presentes e também construir conteúdo jurídico numa linguagem acessível para todos”, diz.

Sem estrear, a ‘Mansão Jurídica’ já pode ter outras edições

Sem patrocinadores, Alberto espera que a repercussão nas redes sociais traga um patrocinador que compre a ideia da ‘Mansão Jurídica’. “Queremos alguém que leia a proposta, que acredite e que nos ajude a oferecer um prêmio para o ganhador”, conta. O prêmio até então será apenas um troféu. 

Dada a repercussão, ele pensa em fazer outras edições do reality. “Penso em fazer uma versão no Centro-Oeste, acabei de receber uma ligação de uma pessoa que quer fazer uma edição no Nordeste, tenho também o projeto de fazer uma edição no Norte”, conta. “A ideia é viajar com o projeto pelo Brasil, democratizando o Direito e trazendo pluralidade e conhecimento para todo mundo”, diz. 

Alberto diz que não pensava que o projeto teria tanta repercussão. “Nem nos melhores sonhos eu pensei que essa ideia ia tomar essa proporção”, diz. O ‘Mansão Jurídica’ começa 2 de dezembro e termina dia 5 e será gravado em Búzios, no Rio de Janeiro.

Fonte: IG GENTE

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A fila andou! Jojo Todynho aparece com novo namorado: ‘Homem da minha vida’

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A fila andou! Jojo Todynho aparece com novo namorado: 'Homem da minha vida'
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A fila andou! Jojo Todynho aparece com novo namorado: ‘Homem da minha vida’


A fila andou para Jojo Todynho! A funkeira anunciou nesta segunda-feira (29) seu novo namoro em suas redes sociais; conheça o felizardo.


Em seu perfil do Instagram, a artista compartilhou um registro ao lado de Lucas Souza, oficial do Exército Brasileiro. “Homens da minha vida”, escreveu na legenda sobre ele e seu cachorro.

Nos comentários, os fãs e amigos desejaram felicidades ao casal. “Maravilhosos”, escreveu uma seguidora. “Sejam muito felzes”, desejou outra. “Arrasou, gata”, completou uma internauta.


Fonte: IG GENTE

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Julia Guerra, do Futuro Ex-Porta, reality do Porta dos Fundos, fala ao iG Gente

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Julia Guerra
Fabian Alvarez

Julia Guerra


Julia Guerra, que já integrou o elenco de “Os Dias Eram Assim” e “Deus Salve o Rei”, na Globo, e “Gênesis”, na RecordTV, é uma das dez concorrentes do “Futuro Ex-Porta”, que selecionará um humorista para participar do coletivo Porta dos Fundos, que tem o ator e roteirista  Fábio Porchat como um de seus fundadores.

Ela está na disputa ao lado de Rodrigo Naice, Catharina Conte, Macla Tenório, Dan Biurrum, Rafael Pimenta, Bruna Trindade, Luiz Titoin, Pedro Truszko e Priscila Castello Branco. Só para se ter ideia do poder: foram sete mil inscritos ao posto do novo membro da trupe. “É uma sensação única”, disse durante bate-papo com o site.

Mas engana-se quem pensa que as novidades param por aí! A artista carioca, que começou a estudar teatro em 2013, também ostenta orgulhosa em seu currículo a participação na série “Perdido”, do Canal Brasil, e na peça “Estúpido Cupido”, com direção de Gilberto Gawronski.  Confira os melhores momentos na íntegra! 

Julia Guerra
Fabian Alvarez

Julia Guerra



1. Você começou a estudar teatro em 2013. Como aconteceu essa escolha e quando decidiu levá-lo como profissão? 

A arte faz parte de mim desde criança. Sempre gostei de imitar os outros, de criar personagens, histórias, de cantar, mas exercê-la foi algo que nunca cogitei fazer, porque minha mãe dizia que morreria de fome (risos). Só que também nunca consegui me encaixar nesse modelo “cartesiano de viver”. Não gosto de rotina, e a ideia de trabalhar de segunda a sexta, de 8h as 17h, me deprimia. Até tentei me adaptar: cheguei a cursar arquitetura e depois engenharia, porém não me formei em nenhuma delas e, em 2013, resolvi entrar em um curso na CAL. Aí percebi que seria muito feliz vivendo disso, fui me profissionalizando, estudando, e cá estou. 

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2. Como é fazer parte do reality “Futuro Ex-Porta”, tendo sido selecionada em meio a centenas de candidatos?

Ser um dos dez selecionados é uma sensação única. Acompanho o Fábio Porchat e o canal do Porta dos Fundos desde os primórdios, e sempre sonhei em integrar o elenco. Então, poder ter a chance de disputar essa vaga é muito louco! Mas assistir a si própria em uma competição é complexo. Existem momentos em que tenho orgulho, mas também tem algumas coisas que fico remoendo, porque queria voltar no tempo e agir diferente. 

3. O que espera alcançar depois desse projeto? 

Pretendo começar a ter estabilidades profissional e financeira, além de maior reconhecimento no mercado. O sonho de todo ator autônomo é parar de contar moeda (risos). 

4. Você tem no currículo alguns títulos de novelas e séries, mas nem sempre esses personagens foram de comédia. Podemos dizer que seu foco profissional atual é nesse gênero? 

Na verdade, a maioria dos meus trabalhos foi de humor, mas não gosto de definir um único objetivo. Claro que me concentro muito em comédia, porque amo e consumo bastante, e quase tudo que escrevo é nessa pegada. Mas, antes de comediante, sou atriz. Adoraria fazer uma vilã dramática, por exemplo.




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Julia Guerra
Fabian Alvarez

Julia Guerra


5. Como você analisa hoje a oportunidade para mulheres no humor? Acha que (ainda) existe preconceito? 

Certamente! Esse é um estilo que ainda é muito ocupado por homens, então a dificuldade de habitar o espaço vai existir. Algumas discriminações são abertamente faladas, como “mulher não sabe fazer comédia”, que já vi por aí, mas, às vezes, isso é um pouco velado. Sinto que o sexo feminino precisa ser extremamente engraçado para ocupar o mesmo lugar e ter o mesmo respeito que um comediante medíocre já tem de primeira. O homem que faz um show stand up comedy ruim é apenas definido como ruim. Já a mulher que faz um show de stand up comedy ruim não apenas vai ser chamada de ruim, como também será definida como ruim por ser quem é. Tem muito humorista sem graça por aí, mas ninguém diz que é por ele ser homem. Mas acredito que, aos poucos, isso está sendo quebrado. Temos ótimas comediantes para provar que fazer piada não tem gênero predefinido. 

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6. Hoje, muita gente que trabalha com comicidade é também roteirista, responsável pelos próprios textos. Você faz o mesmo? Como costuma criar? 

Gosto de escrever para mim mesma, porque eu, melhor que ninguém, entendo o meu próprio humor e o que quero fazer. Adoraria redigir e estrelar um seriado estilo “Fleabag” ou um longa de comédia. Mas acho que poderia produzir e me divulgar ainda mais nas minhas redes sociais. Não tenho um processo criativo específico; apenas passo para o papel quando a ideia vem. O problema é que muitas vêm quando estou deitada para dormir (risos). 

7. Para você, qual o limite do humor? 

Acho que ele cabe em tudo, depende de onde se faz, com quem e como. O contexto é a chave. É muito difícil definir um limite, até porque quem sou eu para isso? Posso considerar ruim e não consumir, mas limitar acredito ser prepotência da minha parte. 

Julia Guerra
Fabian Alvarez

Julia Guerra


8. E que tira você do sério? 

Injustiça e coentro na comida. Gente, sério, pra quê? 

9. O mercado está dando visibilidade para muita gente “criada” nas redes sociais. Como você analisa essa ferramenta e se relaciona com ela? 

Considero isso megapositivo. Acredito que é um espaço democrático, que permite que pessoas possam mostrar o seu trabalho ou as suas ideias sem depender de grandes veículos. Vários talentos, que talvez nunca tivessem uma oportunidade na velha mídia, estão conseguindo trabalhar com o que amam graças a essas mídias. Eu, inclusive, creio que o caminho seja cada vez mais esse. Estou investindo no meu Instagram e quero produzir conteúdos próprios pra lá. Com o TikTok tenho menos intimidade, mas também acho que é bobagem não aproveitar tudo que a internet tem a oferecer. 

10. Quais seus próximos projetos? 

De uns ainda não posso falar, mas me encontro aberta a propostas! Também estou investindo no meu canal pessoal do YouTube e no meu Instagram. Quero estabelecer uma comunicação por lá.

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Fonte: IG GENTE

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