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POLÍTICA NACIONAL

Aliados defendem que Bolsonaro espere prévias do PSDB para definir filiação

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Presidente Jair Bolsonaro
Alan Santos/ PR

Presidente Jair Bolsonaro


Com a filiação do presidente Jair Bolsonaro ao Partido Liberal em suspensão, seus aliados no Palácio do Planalto defendem que ele espere o resultado das prévias do PSDB para decidir seu futuro partidário. A filiação ao PL estava marcada para o próximo dia 22, mas  o evento foi cancelado neste domingo (14) após  “intensa troca de mensagens” entre Bolsonaro e o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto.

Segundo a Folha de S. Paulo, auxiliares do chefe do Executivo preferem que ele aguarde as prévias para também definir seu palanque no estado. Relatos apontam que foi esse um dos motivos para o recuo na filiação , já que Bolsonaro não quer que o PL apoie a eventual candidatura do hoje vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), ao governo estadual – o Partido Liberal integra a base tucana no estado.

“A gente não vai aceitar em São Paulo o PL apoiar alguém do PSDB. Não tenho candidato em São Paulo ainda, talvez o Tarcísio [Freitas, ministro da Infraestrutura] aceite esse desafio. Seria muito bom para São Paulo e para o Brasil, mas temos muita coisa a afinar ainda”, disse Bolsonaro, em Dubai, nos Emirados Árabes.

No geral, a liberdade para que o PL continue a fazer suas alianças estaduais, o que inclui opositores de Bolsonaro, é um problema para ele. 

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Em meio a isso, uma ala de apoiadores do presidente defende que o candidato dele em São Paulo pode ser Garcia. Mas, para isso, o vice-governador precisaria estar fora do PSDB e distante do governador João Doria, antes aliado e hoje um dos principais adversários políticos de Bolsonaro.

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Doria é um dos candidatos nas prévias do PSDB. Ele disputa com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, para ser o nome do partido na eleição presidencial. A votação tucana será no próximo domingo.


Diante disso, os aliados de Bolsonaro que aprovam o nome de Garcia defendem que, caso Doria perca as prévias, o vice migre para o PL e saia candidato ao governo estadual. Assim, ele poderia ser o nome de Bolsonaro no maior estado do país, considerado essencial para a reeleição do presidente.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro grava vídeo pedindo que senadores aceitem Mendonça para o STF; assista

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Bolsonaro e André Mendonça
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Bolsonaro e André Mendonça

O presidente Jair Bolsonaro gravou um vídeo nessa segunda-feira desejando ”boa sorte” ao ex-ministro da Justiça André Mendonça, que será sabatinado na próxima quarta-feira para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal no Congresso . Na gravação, o mandatário disse que terá ”um representante de todos nós dentro do Supremo Tribunal Federal”.

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“A gente espera, obviamente, que seja aprovado e tenhamos, então, um representante de todos nós dentro do Supremo Tribunal Federal. André, boa sorte. Senhores senadores, espero, de coração, que aprovem o nome dele […] Ao ser aprovado, temos um representante lá a altura dos interesses da nossa nação”, declarou o chefe do Executivo.

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Indicado ao STF por Bolsonaro desde julho, Mendonça enfrentou resistência de Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, para pautar sua sabatina na Casa. Alcolumbre chegou a dizer que estava ”tudo parado” ao ser questionado sobre a indicação do ex-palaciano de Bolsonaro.

Para assumir a cadeira na Corte, Mendonça precisa ser aprovado pela maioria simples no Senado Federal, ou seja, ter o ”sim’ de 41 dos 81 parlamentares. O ex-advogado-geral da União foi indicado para vaga no STF após a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Mello.

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POLÍTICA NACIONAL

Alckmin diz que possibilidade para ser vice de Lula ‘caminha’

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 Geraldo Alckmin e Lula
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Geraldo Alckmin e Lula

Em reunião na manhã desta segunda-feira (29), o ex-governador Geraldo Alckmin , que está de saída do PSDB , ouviu um apelo de dirigentes de centrais sindicais para que aceite ser vice na chapa encabeçada pelo ex-presidente Lula (PT).

Estavam presentes os comandos da Força Sindical, UGT, Nova Central e CTB. Apenas os representantes da última, que é ligada ao PCdoB, não foram diretos no apelo.

Em resposta, Alckmin disse ter se preparado novamente para concorrer ao governo do estado, mas afirmou que “surgiu a hipótese federal”. Essa hipótese exigirá trabalho, mas, segundo o ex-governador, “caminha”.

“Preparei-me novamente pra ser governador do estado. Surgiu a hipótese federal. Os desafios são grandes. Essa hipótese caminha e eu considero essa reunião com as quatro principais centrais histórica”.

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Chamou a atenção dos presentes o fato de Alckmin ter tratado em sua fala da conjuntura internacional e dos caminhos para o Brasil sair da crise. As questões estaduais ficaram de fora.

Outro ponto foi o fato de o ex-governador ter aceitado rapidamente o encontro. O convite havia ocorrido na sexta-feira. Com saída anunciado do PSDB, Alckmin não deu pistas para qual partido migrará.

“Dentro da situação atual, seria muito importante que ele aceitasse (ser vice de Lula). Nós daremos todo o apoio”, afirmou Miguel Torres, presidente da Força.

O ex-governador paulista deve se reunir com sindicatos ligados à alimentação no dia 8 e aos metalúrgicos no dia 16.

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