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POLÍTICA NACIONAL

A busca de Bolsonaro por um partido: da saída do PSL a aliança com Centrão

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O Antagonista

“O Centrão quer mais um pouco”

RIO – O presidente Jair Bolsonaro deixou o PSL em novembro de 2019 em meio a atritos com o comandante da legenda, o deputado federal Luciano Bivar (PE). Desde então, entre a criação de um partido próprio até o provável acerto com o Centrão, ainda não selou 100% seu destino para concoorrer à reeleição em 2022. Relembre a trajetória do presidente nos últimos dois anos em busca de uma sigla para chamar de sua.

Saída e racha no PSL

Em conversa com apoiadores, o titular do Palácio do Planalto disse que o parlamentar estava “queimado” — em referência a apurações sobre gastos da sigla com supostos candidatos-laranja em 2018. A declaração desencadeou uma crise e rachou o partido, situação que persiste até hoje.

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Partido próprio ficou no papel

Em seguida, Bolsonaro deu largada ao projeto de criar o próprio partido, que se chamaria Aliança pelo Brasil.A ideia era que a legenda fosse formada a tempo das eleições municipais de 2020, mas, com o tempo, a iniciativa foi sendo abandonada. Na semana passada, o colunista Lauro Jardim, do GLOBO, mostrou que, até o momento, 153.646 assinaturas foram reunidas — 31% do necessário para o TSE chancelar a criação.

‘Controle’ frustrado em sigla pequena

Bolsonaro, então, decidiu entrar em um partido pequeno que franqueasse ao seu grupo político o controle dos diretórios. O senador Flávio Bolsonaro (RJ) deixou o Republicanos e migrou para o Patriota com o objetivo de organizar a legenda. Uma disputa judicial, no entanto, fez com que Adilson Barroso, então presidente da sigla e interessado em receber os bolsonaristas, fosse afastado. O substituto, Ovasco Resende, tinha outrosplanos.

Centrão surge como solução

Com o fracasso das iniciativas anteriores, restou a Bolsonaro buscar abrigo no Centrão. O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, abriu as portas do PP, mas, após largar na frente nas negociações, a legenda perdeu espaço para o PL — que já deu a filiação como certa duas vezes, para recuar em ambas. O Republicanos corre por fora e espera, ao menos, contar com parlamentares bolsonaristas para impulsionar a bancada em 2022.

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Bolsonaro grava vídeo pedindo que senadores aceitem Mendonça para o STF; assista

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Bolsonaro e André Mendonça
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Bolsonaro e André Mendonça

O presidente Jair Bolsonaro gravou um vídeo nessa segunda-feira desejando ”boa sorte” ao ex-ministro da Justiça André Mendonça, que será sabatinado na próxima quarta-feira para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal no Congresso . Na gravação, o mandatário disse que terá ”um representante de todos nós dentro do Supremo Tribunal Federal”.

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“A gente espera, obviamente, que seja aprovado e tenhamos, então, um representante de todos nós dentro do Supremo Tribunal Federal. André, boa sorte. Senhores senadores, espero, de coração, que aprovem o nome dele […] Ao ser aprovado, temos um representante lá a altura dos interesses da nossa nação”, declarou o chefe do Executivo.

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Indicado ao STF por Bolsonaro desde julho, Mendonça enfrentou resistência de Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, para pautar sua sabatina na Casa. Alcolumbre chegou a dizer que estava ”tudo parado” ao ser questionado sobre a indicação do ex-palaciano de Bolsonaro.

Para assumir a cadeira na Corte, Mendonça precisa ser aprovado pela maioria simples no Senado Federal, ou seja, ter o ”sim’ de 41 dos 81 parlamentares. O ex-advogado-geral da União foi indicado para vaga no STF após a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Mello.

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Alckmin diz que possibilidade para ser vice de Lula ‘caminha’

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 Geraldo Alckmin e Lula
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Geraldo Alckmin e Lula

Em reunião na manhã desta segunda-feira (29), o ex-governador Geraldo Alckmin , que está de saída do PSDB , ouviu um apelo de dirigentes de centrais sindicais para que aceite ser vice na chapa encabeçada pelo ex-presidente Lula (PT).

Estavam presentes os comandos da Força Sindical, UGT, Nova Central e CTB. Apenas os representantes da última, que é ligada ao PCdoB, não foram diretos no apelo.

Em resposta, Alckmin disse ter se preparado novamente para concorrer ao governo do estado, mas afirmou que “surgiu a hipótese federal”. Essa hipótese exigirá trabalho, mas, segundo o ex-governador, “caminha”.

“Preparei-me novamente pra ser governador do estado. Surgiu a hipótese federal. Os desafios são grandes. Essa hipótese caminha e eu considero essa reunião com as quatro principais centrais histórica”.

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Chamou a atenção dos presentes o fato de Alckmin ter tratado em sua fala da conjuntura internacional e dos caminhos para o Brasil sair da crise. As questões estaduais ficaram de fora.

Outro ponto foi o fato de o ex-governador ter aceitado rapidamente o encontro. O convite havia ocorrido na sexta-feira. Com saída anunciado do PSDB, Alckmin não deu pistas para qual partido migrará.

“Dentro da situação atual, seria muito importante que ele aceitasse (ser vice de Lula). Nós daremos todo o apoio”, afirmou Miguel Torres, presidente da Força.

O ex-governador paulista deve se reunir com sindicatos ligados à alimentação no dia 8 e aos metalúrgicos no dia 16.

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