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Alok é eleito o 4º melhor DJ do mundo pela revista DJ Mag

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Alok é eleito o 4º melhor DJ do mundo pela revista DJ Mag
Marcelo de Assis

Alok é eleito o 4º melhor DJ do mundo pela revista DJ Mag

O ranking realizado anualmente pela DJ Mag , onde concorrem os principais DJ’s do mundo, o brasileiro Alok ficou em quarto lugar – uma posição acima da anterior, em 2020. A votação é considerada uma das principais da cena eletrônica e acontece anualmente, destacando os melhores profissionais da área. Alok foi o primeiro brasileiro a conquistar a posição.

“Esse quarto lugar na DJ Mag tem uma importância muito grande na minha história e a cada ano de conquista eu fico ainda mais ciente de que sozinho não conseguiria caminhar até aqui. É uma conquista não só minha, mas dos meus fãs, da minha equipe e de todos os meus parceiros que me acompanham nesta jornada. Muito orgulhoso desse resultado, o que me deixa ainda mais empolgado com o retorno dos shows e da normalidade, nosso maior sonho coletivo atual” , disse Alok.

Recentemente, Alok foi a segunda atração do Global Citizen , onde levou vozes ancestrais dos povos indígenas Huni Kuin, Yawanawa e Guarani para o mundo, em apresentação que aconteceu direto da Amazônia. O evento global foi transmitido simultaneamente em 100 países, e tem como objetivo alertar os líderes mundiais, a sociedade e as corporações, na prioridade para questões relativas às mudanças climáticas, fome e inclusão.

Alok é o brasileiro mais ouvido no mundo e conta com quase 19 milhões de ouvintes mensais somente no Spotify .

Fonte: IG GENTE

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‘Heroína é quem acolhe migrantes’, diz Angelina Jolie em Roma

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'Heroína é quem acolhe migrantes', diz Angelina Jolie em Roma
Ansa

‘Heroína é quem acolhe migrantes’, diz Angelina Jolie em Roma


Estrela do filme de super-heróis “Eternals”, a atriz Angelina Jolie afirmou neste domingo (24) que as verdadeiras heroínas são as mulheres que dedicam sua vida a acolher migrantes e refugiados.

A declaração foi dada durante a apresentação de “Eternals” na Festa do Cinema de Roma, encerrada justamente neste domingo e que deu amplo espaço à crise migratória no Mediterrâneo.

Questionada pela imprensa sobre quem seriam as “super-heroínas de hoje”, Jolie respondeu: “As mulheres que estão na linha de frente e dedicam cada minuto de suas vidas a acolher migrantes e pessoas que fugiram para evitar a guerra e dar segurança às suas famílias”.


A atriz de 46 anos também é ativista pelos direitos humanos e tem um longo histórico de envolvimento com a causa dos refugiados.

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Em “Eternals”, Jolie interpreta Thena, integrante de um grupo de guerreiros eternos que se reúnem após milhares de anos para proteger a Terra e a humanidade.

Refugiados

Quem também levou o tema dos refugiados para a Festa do Cinema de Roma foi o filme “Mediterraneo: The Law of the Sea” (“Mediterrâneo: A Lei do Mar”, em tradução livre), de Marcel Barrena.

O longa venceu o prêmio do público no festival e se baseia na história do ativista espanhol Òscar Camps, fundador da ONG ProActiva Open Arms, uma das mais ativas nos resgates de deslocados internacionais no Mediterrâneo.

“Esse prêmio nos dá força, nos dá esperança, porque nos faz lembrar que o mundo precisa ouvir essa história”, declarou Barrena em uma mensagem em vídeo.

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O filme conta a história de dois salva-vidas espanhóis, Òscar e Gerard, que viajam à ilha grega de Lesbos após terem visto uma foto chocante de um menino afogado no Mediterrâneo.

A partir disso, eles descobrem a realidade das pessoas que se arriscam no mar para fugir de conflitos em seus países, e decidem iniciar um trabalho de socorro marítimo para evitar a perda de mais vidas. 

Fonte: IG GENTE

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Wagner Moura nega briga com José Padilha e critica governo Bolsonaro

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Wagner Moura nega briga com José Padilha e critica governo Bolsonaro
Sandra Delgado

Wagner Moura nega briga com José Padilha e critica governo Bolsonaro


O ator Wagner Moura, que voltou para o Brasil após um período em Los Angeles, participou de uma entrevista à Folha de S.Paulo para divulgar seu filme “Marighella” e abriu o jogo sobre suas opiniões políticas.


Durante o bate-papo, o diretor negou qualquer briga com o cineasta José Padilha, com quem trabalhou nos filmes “Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2”, em relação seu posicionamento político. “Nós nunca brigamos, nós nos afastamos. Trocamos mensagens duras, sobretudo em relação ao [juíz Sergio] Moro na época do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Sempre vi o Moro como uma figura desprovida de qualidades. Acho que hoje está provado que ele foi parcial no julgamento do Lula. A perseguição ao PT era óbvia”, contou.

“Embora eu, antes de 2013, tenha sido um dos que mais bateram no PT por causa dos casos de corrupção. Depois ‘virei petista’, coisa que nunca fui. Mas tudo bem. O ponto é manter meu juízo. Não deixei a polarização política que tomou do país atrapalhar a minha amizade com o Padilha. Simplesmente, paramos de trocar mensagens em determinado momento”, completou.

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O filme “Marighella” estreia dia 4 de novembro e estava previsto para o início de 2019, mas foi postergado. “É inacreditável que o filme só vá estrear agora. Em Berlim, foi aplaudido de pé por dez minutos; Seu Jorge já ganhou prêmios na Itália e na Índia. Mas é um filme feito para o Brasil. A primeira estreia foi cancelada pela censura. Os pedidos que a [produtora] O2 fez à Ancine eram absolutamente normais, negados assustosamente numa época em que Bolsonaro atacava o cinema nacional”, pontuou Wagner.

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“Se tivesse sido lançado em 2019, seria um filme. Em 2020, outro. Hoje, espero que ‘Marighella’ enfrente menos oposição. Pois agora está claro para todo mundo que este governo é uma tragédia. Para todo mundo, não… Tem aqueles 25% que foram ao 7 de Setembro, mas a maioria já entendeu que não é uma questão de direita ou esquerda, é uma questão de civilização contra a barbárie. Por isso acho que agora a reação será menos violenta com o elenco”, continuou.

Moura também contou que não teve lucros com a produção: “Artista não é ladrão. A acusação de ‘mamar na Lei Rouanet’ me dá tanto ódio. Em ‘Marighella’, não usei um real da Lei Rouanet. Da Lei do Audiovisual também não, porque nenhuma empresa quis botar dinheiro. É uma produção feita com o fundo setorial e dinheiro da Globo Filmes. Não recebi um tostão por esse trabalho. Pelo contrário. Só gastei. E isso também não é problema, porque é um filme que eu amo”.

O artista ainda criticou o governo Bolsonaro, atual presidente do Brasil. “Foi uma tragédia, sobretudo porque a grande maioria das 600 mil mortes no Brasil poderia ter sido evitada, como a do Paulo Gustavo. A gente não era tão amigo, mas era um cara com quem eu falava. Quando ele teve os filhos, a gente se falou, trocou ideias sobre a paternidade… Isso é muito doloroso. E o presidente segue andando por aí sem máscara, sem dar exemplo. O Bolsonaro precisa responder por essas mortes. Ele tem que ser preso”, declarou.

Fonte: IG GENTE

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