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“Retorno às aulas?!”

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Assessoria

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Retorno às aulas? Mas, não está tendo aulas? Depende: no sentido mais convencional em que o aluno vai até a escola e tem acesso a sua carteira e ao seu professor, em um determinado turno por 4 horas seguidas, não está de fato acontecendo. Contudo, isso não significa não ter aulas, pois estas estão sendo ministradas de uma forma bem diferente das que tínhamos até então. Pois, no cenário pandêmico a escola teve que ser reinventada, urgentemente, sem passar por aviso prévio.

Cuiabá, e praticamente o mundo inteiro vivencia um contexto de pandemia do SARS-CoV-2 em que não se aconselha aglomerações, para o bem da saúde pública. Nesse caso, o que fazer se escola é por natureza organizada por agrupamentos, sobretudo de alunos e professores?

Em busca da resposta para tal situação, os profissionais da educação em suas diferentes esferas de atuação, sala de aula, gestão escolar, secretarias, pesquisadores e outros, tiveram que se reinventar e botar a criatividade para trabalhar no limite máximo de suas possibilidades.

Embora, acostumados com as mudanças e alterações que ocorrem cotidianamente, posto que a profissão em si, os fazem entender o quão dinâmico é o cenário social, contudo o presente é um desafio ímpar. Nesse cenário, surgiu o que se designou ensino remoto, medida adotada pela maioria das escolas, como uma opção possível para a educação na pandemia.

O termo “remoto” significa distante no espaço e se refere a um distanciamento geográfico com o objetivo de evitar a disseminação do vírus. Nesse caso, o ensino remoto foi positivo, pois de certa forma cumpriu a função de assegurar as restrições impostas pela saúde no enfrentamento da pandemia, ao mesmo tempo possibilitou que as atividades escolares não fossem interrompidas, ou seja, garantiu o tão importante vínculo do aluno à escola. 

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Nele a interação do aluno com o professor tem a necessidade do uso de recursos tecnológicos. Foi necessário pensar em atividades pedagógicas mediadas pelo uso da internet, pontuais e aplicadas em tempo real e off-line. A ideia inicial foi que professor e alunos de uma mesma turma tivessem interações nos mesmos horários em que as aulas da disciplina ocorreriam no modelo presencial. Constitui em manter a rotina de sala de aula em um ambiente virtual acessado por cada um de diferentes localidades.

O professor precisou se adequar à nova realidade, ou seja, nesse trabalho buscou implementar melhorias dentro das condições que possuía para realizar o melhor possível o desenvolvimento das aulas. E fizeram para garantir o vínculo e os requisitos mínimos, além de manter os alunos assíduos e interessados frente a realidade considerando os modelos do ensino remoto.

Antes da pandemia, o uso da internet, não era uma prática muito disseminada, mas, com as experiências recentes, tem sido um recurso de muita utilidade e gerado muito aprendizado para todos. Isso porque no lugar das aulas presenciais, os professores, propõe entre outras atividades, pesquisas e usam por exemplo, áudios com orientações para que os estudantes executem as atividades sozinhos, ou com ajuda de pais e ou responsáveis em casa. 

A experiência proveniente da situação atual não deve ser desprezada, ao contrário, valorizada e trazida para o centro de discussão, como novas formas e possibilidades de avanço no desenvolvimento das ações pedagógicas. A formação continuada dos professores deve priorizar a troca dessas experiências para enriquecer e fortalecer, no sentido de mobilizar novos conhecimentos e recursos e desse modo, encontrar soluções que contribuam para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem.

Voltar ao modelo antigo é um tema polêmico, suscita burburinhos e aborda, indiretamente, alguns receios. Uma gama de dúvidas não sanadas, sobre a forma de aulas atuais, está incidindo na comunidade escolar. Entre as mais comuns: regressar às aulas presenciais sem que todos tenham se vacinado; a nova dinâmica escolar a ser adotada; sobre o planejamento escolar; o desenvolvimento das atividades; o escalonamento no modelo híbrido; o tratamento que se dará aos conteúdos curriculares previstos para os anos de 2019 e 2020 que não foram trabalhados, enfim como ficará a turma que não teve acesso, ou tiveram de forma insuficiente nos anos de pandemia.

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Enfim, muito foi feito, todavia ainda temos muito a fazer.

Professora Especialista: Débora Marques Vilar

Secretária Adjunta de Educação de Cuiabá/MT

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CUIABÁ

Análise de dados aponta que 8.452 estão cadastradas, mas em Cuiabá ainda restam 26,7 mil pessoas a serem vacinadas

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Gustavo Duarte

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O município de Cuiabá possuia na data de terça-feira (21), um total de 8.452 pessoas cadastradas para o receber a primeira dose na campanha Vacina Cuiabá – Sua Vida em Primeiro Lugar. No entanto, a capital ainda tem a receber 35 mil doses de vacinas por meio do Governo do Estado. A  tradução desses números representa que 26.749 mil pessoas ainda não se cadastraram para garantir a imunização contra o novo coronavírus. 

De acordo com o Ministério da Saúde, o público elegível (acima de 18 anos) para tomar a vacina é de 419.541 pessoas. “Conforme demonstram os dados estaduais, Cuiabá ainda tem para receber 35.201 vacinas de primeira aplicação, mas temos 8.452 pessoas cadastradas ainda. Isto significa que 26.749 pessoas acima de 18 anos não se cadastraram no site da vacinação. Ou estas pessoas tomaram a primeira dose em outras cidades, ou simplesmente não se interessaram em fazer o cadastro para serem imunizados”, comentou a coordenadora da Campanha Vacina Cuiabá, Valéria de Oliveira.

A análise dos dados da campanha Vacina Cuiabá – Sua Vida em Primeiro Lugar – aponta que o maior número de pessoas a serem vacinadas pertence à faixa etária de 20 a 24 anos, com 4.836 pessoas. 

Já o segundo maior grupo, compreende as pessoas de 18 a 19 anos, com 3.026 pessoas. “Os demais estão distribuídos nos grupos de 25 a 59 anos. Possivelmente, essas pessoas fizeram o cadastro tardiamente, pois são idades que já foram vacinadas”, concluiu Valéria.

Até o momento, 86,5% de toda a população elegível (acima de 18 anos) já tomou a primeira dose da vacina contra o coronavírus e 50% já está com o esquema vacinal completo, por ter tomado a segunda dose ou vacina de dose única. Foram aplicadas ao todo até a terça-feira (21), 627.317 mil doses, o que corresponde a 81,2% de todas as vacinas recebidas pela capital.

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Associação “Amigos do Bem” promove campeonato na 1ª Semana Municipal da Pessoa com Deficiência e doa alimentos à Vacina Solidária

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Luiz Alves

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A Associação de Garçons “Amigos do Bem”, em Cuiabá, aderiu à campanha Vacina Solidária, promovida pela primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro. No dia da abertura da 1ª Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, promovida pela Prefeitura de Cuiabá, a entidade realizou um campeonato de futsal e o resultado da captação de alimentos irá se transformar em cestas básicas a serem distribuídas às famílias em situação de vulnerabilidade social.

A 1ª Semana é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência. A ação é coordenada pela secretaria-adjunta da Pessoa com Deficiência, criada em 2020 pela gestão Emanuel Pinheiro. A abertura das atividades foi realizada na Praça Popular.

Responsável pela organização do campeonato e membro da Associação Amigos do Bem, Reiner Anderson, conta que esse é apenas o começo de uma parceria que visa atender às famílias que estão passando por dificuldades financeiros. “Nós garçons, sentimos e muito o efeito da pandemia causada pelo coronavírus. Muitos companheiros sentiram na pele o desespero com os estabelecimentos fechados. Sendo assim, nada mais justo dar um pouco àqueles que não têm. O que parece pouco para muitos é, na verdade, muito para quem precisa”, declarou Reiner.

A iniciativa resultou na arrecadação de alimentos não perecíveis que serão doados às famílias que possuem pessoas com deficiência.

“Essa é mais uma prova de que o prefeito Emanuel Pinheiro sempre abraça as causas sociais desenvolvidas no município, principalmente quando se trata de pessoas com algumas limitações, mas que precisam ser tratadas de forma igualitária. Isso sem mencionar ainda o cuidado da nossa primeira-dama Márcia Pinheiro, que desenvolveu a Campanha Vacina Solidária para ajudar mais pessoas que necessitam da atenção do poder público”, disse a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Hellen Ferreira.

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Sem conseguir esconder a emoção, o secretário-adjunto da Pessoa com Deficiência, Rubens da Silva (o Rubinho da Guia) agradeceu o empenho da Associação. “Irão compor cestas básicas e ajudar ainda mais pessoas. Sou grato por integrar a equipe da gestão Emanuel Pinheiro, uma administração humanizada com o foco voltado para a inclusão social- “Humanizar e Incluir: É nas diferenças que somos iguais”, pontou Rubinho da Guia.

PROGRAMAÇÃO – A 1ª Semana Municipal da Pessoa com Deficiência se estende até sexta-feira (24), em diferentes locais de concentração popular. Também serão realizadas atividades remotas, a fim de garantir as normas de biossegurança para evitar a propagação do coronavírus na capital. “Será uma semana voltada para sensibilização sobre a importância do desenvolvimento de meios de inclusão dessas pessoas na sociedade, trazendo a acessibilidade como princípio da igualdade de direitos, valorizando a diversidade humana e as necessidades decorrentes das pessoas com deficiência”, concluiu o secretário.

 

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