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Operação conjunta apreende mais de 19 mil metros de fios e cabos irregulares na Baixada Cuiabana

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Viviane Moura | Sedec-MT

Em três dias, a Operação “Tolerância Zero”, do Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem-MT) apreendeu 106 rolos e nove bobinas de fios e cabos elétricos irregulares, em três lojas da capital mato-grossense. A ação desenvolvida em parceria com a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT) se estenderá até esta sexta-feira (10.09), na Baixada Cuiabana.

O intuito é fazer a fiscalização técnica da venda de cabos elétricos para garantir a eficiência dos materiais e a segurança de quem os instalar em casa.

Os registros dos cabos elétricos apreendidos haviam sido cancelados pelo Inmetro e foram reprovados por estarem fora dos padrões técnicos.

Aerfeiçoamento

Para agilizar a verificação dos produtos fiscalizados, o Ipem leva a campo dois microhmímetros, equipamento que avalia a resistência elétrica dos condutores, identificando assim a possibilidade de fraudes contra os consumidores após a certificação do produto. Eles auxiliam os fiscais nas medições das resistências nos fios ensaiados, seguindo a Norma 280. Os equipamentos foram cedidos pelo Sindicato da Indústria de Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não Ferrosos (SINDICEL) de São Paulo.

Mato Grosso é o quarto Estado a realizar essa operação no Brasil, e o primeiro do Centro-Oeste. 

De acordo com o presidente do Ipem-MT, Bento Bezerra, os ensaios feitos nos produtos visam apurar a resistência do fio e se estão de acordo com a norma do Inmetro. Quanto mais grosso o fio, menor a resistência e maior capacidade de conduzir a energia elétrica.

“Algumas empresas, no intuito de levar vantagem no mercado, diminuem a quantidade de cobre. Então, o consumidor tem a informação que o produto é um fio 4 milímetros, mas o ensaio da resistência demonstra que ele equipara-se a fio de 2,5 milímetros, ou seja, ele concorre com um de 4 mm, mas a capacidade dele é de 2,5mm melhorado, paga-se por um produto e leva-se outro menos eficaz e inseguro”, explica o especialista.

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Todos os materiais nos quais os ensaios detectem irregulares acima de 10% são apreendidos no momento da fiscalização. Bem como, as marcas e lotes considerados fora dos padrões legais.

Infração

Segundo o delegado, Rogério Ferreira, confirmada a infração pelo Ipem-MT, o representante legal do estabelecimento comercial é intimado para comparecer à Decon. “Ficando constatada a irregularidade, o proprietário do comércio pode responder pelo crime de vender ou expor à venda mercadoria cuja embalagem, tipo, especificação, peso ou composição esteja em desacordo com as prescrições legais, ou que não corresponda à respectiva classificação oficial; previsto no artigo 7ª, inciso II da Lei nº 8.137.90″, destaca o delegado. 

Esta é a terceira operação do Ipem-MT direcionada ao setor neste ano. Até agora foram recolhidos mais de 320 rolos reprovados, que totalizam mais de 19 mil metros de fios e cabos irregulares.

A previsão é de que sejam realizadas outras ações conjuntas a cada 60 dias, a partir deste mês.

Fonte: PJC MT

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Três são presos em flagrante e pontos do tráfico são desarticulados durante operação em Campos de Júlio

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (22) a operação “Euphractus”, em Campos de Júlio (553 km a noroeste da Capital), para cumprimento de dois mandados de busca e apreensão que visam desarticular pontos de venda de entorpecentes.

Três suspeitos foram presos em flagrante e apreendidas entorpecentes, celulares, arma, dinheiro e apetrechos para embalar drogas. A operação contou com apoio da Delegacia de Comodoro. 

Em investigações realizadas pela equipe da Delegacia de Campos de Júlio, os policiais civis identificaram o comércio de substâncias ilícitas em dois endereços na cidade.

Após monitoramento e a coleta de indícios sobre as atividades criminosas, o delegado Ricardo Marques Sarto representou pelos pedidos de buscas e apreensões domiciliares deferidos pelo juízo da Comarca de Comodoro.

O primeiro alvo das buscas foi um endereço no bairro Águas Claras, onde os investigadores localizaram fR$ 500 provenientes da venda de entorpecentes, além de porções de maconha e pasta base de cocaína. Dois jovens de 20 e 23 anos foram presos em flagrante.

O suspeito de 23 anos responde a dois homicídios e estava com mandado de prisão em aberto, expedido pela Comarca de Vitorino Freire, no Maranhão, onde cometeu um homicídio a golpes de facão motivado por dívida de drogas.

Na segunda residência alvo de mandado judicial, no centro da cidade, os policiais civis apreenderam porções maconha e de crack, balança de precisão, R$ 430 em dinheiro e um simulacro de arma de fogo (tipo pistola). O morador de 21 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

O delegado Ricardo Sarto destacou o êxito da operação, tendo em vista que os principais alvos da investigação foram presos em flagrante.“Os presos foram conduzidos até a Delegacia de Campos de Júlio, interrogados e após serem autuados pelos crimes, foram colocados à disposição do Poder Judiciário”.

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O nome da operação “Euphractus” faz alusão ao nome científico do tatupeba, que refere-se ao modus operandi utilizados pelos alvos para esconder as drogas, enterradas no quintal das casas.

Fonte: PJC MT

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Investigado por crimes ambientais em terra indígena é preso pela Polícia Civil

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Policiais civis da Delegacia de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá) cumpriram na tarde desta quarta-feira, 22 de setembro, a prisão preventiva de um homem de 44 anos investigado pela prática de crimes ambientais contra uma terra indígena da região.

O mandado judicial foi expedido pela Vara Federal de Barra do Garças e o investigado foi preso no distrito de Veranópolis, localidade conhecida como ‘Canta Galo’, a aproximadamente 30 quilômetros de Confresa.

A.L.S. é considerado nas investigações um dos principais responsáveis pela extração ilegal de madeira da Terra Indígena Urubu Branco, da etnia Tapirapé, área localizada entre os municípios de Confresa, Porto Alegre do Norte e Santa Terezinha.

Relatórios de investigação e de fiscalização ambiental na região apontam que A.L.S. esteve à frente de inúmeras extrações de madeira, inclusive, de espécies protegidas por lei, como o pau-brasil.

Em novembro de 2019, mesmo depois de ser detido em uma operação de combate a crimes ambientais, ele continuou a agir reiteradamente na prática de crimes ambientais. Após ser liberado, adquiriu um caminhão e voltou a retirar madeira da terra indígena. Em dezembro do mesmo ano, o madeireiro investigado usou três caminhões para extrair madeira na parte norte da Urubu Branco.

Em abril de 2020, mais dois caminhões foram retirados da área carregados com pau-brasil, espécie protegida por lei, portanto, não pode ser comercializada, e desde 2004 está na lista da flora brasileira ameaçada de extinção.

Uma ação realizada pela Delegacia de Confresa, em conjunto com a Funai, em maio do ano passado, prendeu duas pessoas extraindo madeira na terra indígena a mando do investigado.

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O homem preso nesta quarta-feira é réu em processos por crime ambiental e reponde a outras ações penais em andamento pelos mesmos delitos cometidos na região.

Fonte: PJC MT

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