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POLÍTICA NACIONAL

De Kim a Tico Santa Cruz: saiba quem vai protestar contra Bolsonaro no dia 12

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Ciro Gomes: PDT anuncia distribuição de 2 mil rosas na Avenida Paulista durante ato
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Ciro Gomes: PDT anuncia distribuição de 2 mil rosas na Avenida Paulista durante ato



Depois de atos espalhados por todo o país em apoio ao presidente da República, Jair Bolsonaro, no último dia 7 de setembro , oposicionistas de todos os espectros políticos anunciaram que estarão nas manifestações contrárias ao líder do Executivo brasileiro, no próximo domingo (12), também em diversos municípios brasileiros.

Apesar da divergência sobre a autoria dos atos, já que o Movimento Brasil Livre (MBL) tem liderado o chamamento, políticos e personalidades, tanto de esquerda como de direita, avisaram que participarão das manifestações. Veja quem afirmou que estará nas ruas no domingo:

Deputado Federal Kim Kataguiri (DEM-SP)

Um dos líderes do MBL, Kim Kataguiri tem sido um dos maiores divulgadores dos atos do dia 12 de setembro. “Enquanto os antis reclamam, o MBL já está nas pontes de São Paulo divulgando a manifestação do dia 12. Tem gente que é só papo e nada de ação! Você não vai conseguir nada sentado no seu sofá tweetando”, postou nesta sexta-feira.


Deputada Estadual Isa Penna (PSOL-SP)

A deputada estadual Isa Penna também usou as redes sociais para falar das manifestações. Apesar de esquerdista e de seu partido anunciar oficialmente que não estará nas ruas, a parlamentar afirmou que vai participar dos atos. “É HORA DE SE UNIR NAS RUAS CONTRA BOLSONARO! Punho levantado No dia 12 de setembro estão programados atos “Fora Bolsonaro” em todo o país. Eu vou. E nós, da esquerda, precisamos estar presentes. ;)”, escreveu.

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Já o PSOL afirmou: “Não pouparemos esforços para conquistar a unidade com quem partilha deste objetivo. No entanto, a Executiva Nacional do PSOL informa que o partido não é organizador, não convoca e nem participará da manifestação do dia 12 de setembro. Nosso partido faz parte da campanha nacional pelo Fora Bolsonaro, que em breve definirá seu calendário”.


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Deputada Federal Tabata Amaral (sem partido)

Outra deputada federal que confirmou participação nos atos de domingo foi Tabata Amaral: “Estarei na Paulista no 12 de setembro. O momento exige união das forças democráticas. Precisamos dar um basta a esse governo autoritário, corrupto e incompetente, que ignora o sofrimento da população. #ImpeachmentJá é a resposta às muitas crises que vivemos! #12SetForaBolsonaro”.


Deputado Federal Alex Manente (Cidadania-SP)

Presidente Nacional do Cidadania, Roberto Freire postou um vídeo em que o deputado federal Alex Manente convoca as pessoas para os atos, inclusive dando as localizações das manifestações em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. “O líder do @23cidadania deputado @AlexManente23 convocando para a manifestação do próximo domingo 12 de setembro na Av . Paulista. A unidade das oposições nas redes e nas ruas . Impeachment já!”.

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Tico Santa Cruz

O cantor Tico Santa Cruz também afirmou que irá para as ruas contra o presidente da República, mesmo não concordando com algumas pautas do MBL: “Estarei nas manifestações do dia 12 de setembro, organizadas pelo @MBLivree pelo @VemPraRua_br – não significa que apoio às pautas ideológicas que dentro do campo democrático devem ser debatidas. Significa que sou capaz de deixar as diferenças de lado para pedir FORA BOLSONARO”, disse o músico.


João Amoêdo

Ex-candidato à presidência, em 2018, pelo Novo, o administrador João Amoêdo também tem feito uma grande divulgação sobre as manifestações: “Nossa pauta nesse domingo, 12/09, é a defesa da democracia com o impeachment do Bolsonaro”, declarou em seu Twitter.

Ciro Gomes

Também ex-candidato à presidência, em 2018, mas pelo PDT,  Ciro Gomes aderiu à manifestação que ocorrerá no dia 12 de setembro contra o presidente da República Jair Bolsonaro . “rei à manifestação do dia 12 na Avenida Paulista e sempre tentarei ir a outras manifestações que forem convocadas contra Bolsonaro. Seja qual for o sacrifício e risco que isso represente, há algo maior que tudo: o futuro do Brasil e da nossa democracia”. O partido de Ciro, inclusive, anunciou que irá distribuir 2 mil rosas na Paulista durante a manifestação.

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Desaprovação a Bolsonaro sobe dez pontos em sete meses e alcança 68%, diz Ipec

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Jair Bolsonaro
O Antagonista

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 A desaprovação dos eleitores brasileiros ao governo Jair Bolsonaro (sem partido) subiu 10 pontos percentuais em sete meses e alcançou a marca de 68%, segundo pesquisa divulgada pelo Ipec nesta quarta-feira. No último levantamento, em junho deste ano, o mandatário era desaprovado por 66% dos eleitores entrevistados e, em fevereiro, a marca era de 58%.

A alta nos números negativos vem na esteira das investigações de supostos casos de corrupção envolvendo a compra de vacinas contra a Covid-19 e o avanço da CPI da Covid sobre figuras centrais do governo Bolsonaro. A pesquisa também mostra que o número de eleitores que aprovam a gestão caiu dois pontos percentuais em relação à pesquisa feita em junho, totalizando 28%. Em fevereiro, a aprovação ao governo era de 38%. Os que não souberam ou não responderam são 4% dos entrevistados.


Com o avanço da vacinação no país e retomada das atividades econômicas, o governo passa por um momento turbulento de alta na inflação, o que impacta diretamente na renda dos brasileiros. O número de desempregados também permanece em alta, atingindo 14,6% da população no trimestre encerrado em maio segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que compreende um contingente de 14,8 milhões de pessoas buscando por uma oportunidade no mercado de trabalho no país.

A pesquisa Ipec também mostra que para 53% dos entrevistados o governo está sendo ruim ou péssimo, o que representa um crescimento de quatro pontos percentuais quando comparado ao levantamento de junho (49%), e 14 pontos percentuais em relação a fevereiro (39%). Os que consideram o governo de Jair Bolsonaro ótimo ou bom somam 22%, eram 24% em junho e 28% em fevereiro. A avaliação regular é de 23%, ante 26% e 28% em junho e fevereiro respectivamente.

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O índice de confiança no governo Bolsonaro caiu dois pontos percentuais, totalizando 28% na pesquisa divulgada hoje, ante 30% em junho e 36% em fevereiro. O grupo de eleitores que não confiam no atual chefe do Executivo alcançou 69% dos entrevistados, o que representa um crescimento de um ponto percentual em relação a pesquisa de julho (68%), e sete pontos percentuais quando comparado aos dados de fevereiro (61%). 3% dos entrevistados não souberam ou não responderam a pergunta.

O instituto ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios entre os dias 16 e 20 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral.

O Ipec foi criado por ex-executivos do Ibope Inteligência após o seu encerramento. O novo instituto atua na área de consultoria e inteligência em pesquisas de mercado, opinião pública e política.

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POLÍTICA NACIONAL

Código eleitoral pode não ser votado a tempo da próxima eleição, diz Pacheco

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Rodrigo Pacheco, rpesidente do Senado Federal e chefe do Congresso Nacional
Divulgação/Agência Senado/Jefferson Rudy

Rodrigo Pacheco, rpesidente do Senado Federal e chefe do Congresso Nacional


O novo Código Eleitoral do Brasil pode não ser apreciado pelos senadores até o próximo dia 2 de outubro. Essa é a data limite para que, em caso de aprovação, ele seja válido já nas eleições de 2022.

Previsto no Projeto de Lei Complementar (PLP) 112/2021, o texto possui, entre suas principais mudanças, a proposta de uma quarentena para juízes, policiais e militares que desejam disputar as eleições . Outro destaque é a proibição da divulgação de pesquisas eleitorais nas vésperas do dia de votação.

A possibilidade de ele não ser apreciado no prazo esperado foi confirmada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). O democrata disse que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), chegou a fazer um apelo para que o Senado apreciasse a matéria a tempo dentro do prazo – a Câmara aprovou o texto na madrugada da última quinta-feira (16).

“Teríamos só até a próxima semana para essa apreciação no Senado. Então, eu me incumbi de apresentar esse apelo do presidente da Câmara aos líderes do Senado. E muitos líderes partidários manifestaram dificuldade, em razão da complexidade do tema, de uma apreciação a tempo de se cumprir a regra da anualidade”, disse Pacheco, conforme relatado pela Agência Senado.

A regra em questão é o artigo 16 da Constituição Federal. O item define que “a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência”.


A fim de agilizar o processo, Pacheco informou que pretende conversar com o presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e com o relator da matéria, senador Antonio Anastasia (PSD-MG). O objetivo com isso é “exaurir todas as possibilidades”.

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