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Cattani pede a Incra a exclusão de marco temporal de 2015 e cobra reabertura de unidade em Rondonópolis

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Foto: Carlos Dorileo / Assessoria de Gabinete

O deputado estadual Gilberto Cattani (PSL) visitou a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (incra), em Brasília, na última quinta-feira (12) e foi recebido pelo presidente da autarquia federal, Geraldo Melo Filho, ocasião em que o parlamentar sugeriu mudanças na instrução normativa para facilitar o acesso à documentação de terras para famílias de assentados, assim como cobrou a reabertura da unidade na cidade de Rondonópolis.

Durante a reunião, Cattani propôs a suspensão da necessidade de a família estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), que é um atestado de miséria, assim como sugeriu a exclusão da exigência do marco temporal de 2015, para regularização de lotes da Reforma Agrária.

Atualmente, para se regularizar propriedades do Incra, a família precisa comprovar que está na propriedade até 2015, ou seja, se a pessoa adquiriu esta terra a partir de 2016, não está mais dentro dos critérios de regularização.

“Não vim aqui como parlamentar, mas sim como um assentado. Vim solicitar para que se mude o marco temporal e que se mude a questão de ser filiado ao CAD como uma obrigação. Isso é uma situação que demanda da regularização fundiária há muito tempo”, disse Cattani, que teve uma resposta positiva da direção do Incra.

“A política do Governo Bolsonaro é de atuar na regularização dos assentados, especificamente com relação ao marco temporal para regularização dessas famílias que tenham posse. Sabemos que isso é um impeditivo para muitas famílias que estão trabalhando e tirando seu sustento. Estamos trabalhando junto com alguns parlamentares e tentando os sensibilizar para a necessidade de que se trabalhem em alterações legais que permitam que nós chegamos na ponta e faça esta regularização na vida dessas famílias. Havendo esta alteração legal, e acho que tem um encaminhamento nesse sentido, faremos imediatamente a alteração e lá na ponta vai ser bem mais rápido para fazermos esta regularização”, afirmou o presidente Geraldo Melo Filho.

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O parlamentar mato-grossense ainda cobrou a reabertura da unidade do Incra de Rondonópolis, que encerrou as atividades em julho deste ano, fato que acabou prejudicando mais de 5.800 famílias da agricultura familiar.

Em resposta, o presidente da autarquia garantiu que irá trabalhar para reabrir a unidade para atender os assentados da região Sul de Mato Grosso. “A unidade de Rondonópolis está com deficiência de pessoal. Temos apenas um servidor no local. Mas faço aqui um compromisso, até pela importância da região de Rondonópolis, para reforçarmos isso e conseguir atender da melhor forma possível os assentados e produtores da região”, concluiu.

Fonte: ALMT

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Ação de Acolhimento em Poconé realiza 100 atendimentos

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Foto: Karen Malagoli

Foto: Karen Malagoli

Foto: Karen Malagoli

Depois de um dia intenso, cheio de atividades, a equipe da Assembleia Social volta de Poconé com o sentimento de chegar mais longe – e mais perto de quem mais precisa.

A Ação Assembleia Social, realizada na Comunidade 120, zona rural de Poconé, distante cerca de 80km do centro da cidade, no dia 17 de setembro, cumpriu a finalidade de acolher. Com a perspectiva de reinventar os mutirões sociais, atividades são oferecidas mediante inscrição e agendamento. O evento foi realizado, por provocação da professora e liderança comunitária, Cybelle Gaíva.

“Foi um clima de alegria, de acolhimento, de satisfação… acho que a gente conseguiu, mais uma vez, que os nossos braços se expandissem, alcançando outros pontos de Mato Grosso”, descreveu a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira. “Foi muito bonito, as pessoas estavam muito receptivas”, completou.

Na Comunidade 120, a Assembleia Social ofereceu oficinas de Produção de Boneca de Pano, de Chaveiro de Feltro, de Sabão Líquido Artesanal e de Pasta de Limpeza de Alumínio Artesanal, em turmas controladas, com vista a resguardar as medidas de biossegurança.

Por meio de parceiros, foram oferecidos atendimentos previamente agendados de orientação jurídica, atendimento médico, terapias de acolhimento e assessoramento em agricultura familiar. Ao todo, houve cerca de 100 atendimentos. “A terapeuta que atendeu mais do que foi agendado, porque, na hora, as pessoas foram dizendo uma para a outra e ela teve um alcance maior”, avaliou Dani Paula.

 “Estava todo mundo saindo com aquele depoimento de ‘que bacana’, ‘que legal’, ‘voltem’, ‘o médico é super atencioso’, ‘a terapeuta foi fantástica’, ‘adorei ter feito as oficinas’, ‘consegui resolver um monte de coisa aqui hoje’… Foi muito gratificante!”, comemorou a diretora.

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Comunidade ativa – Os integrantes da escola que acolheu o evento também participaram ativamente: professores, trabalhadores, alunos e, especialmente, toda a população dos arredores. Mas o que se destacou, mesmo, foi a participação da juventude “Muitos adolescentes fazendo as oficinas, muitos querendo falar com a terapeuta, fora a participação na atração cultural,  Jehf Rosa.

O Cuiabaníssimo – Um dos diferenciais dessa edição da Ação de Acolhimento da AL Social foi a presença do artista e pesquisador da música Jehf Rosa. Ele levou as canções autorais do 2º álbum “O Cuiabaníssimo”.

As músicas contam, pelo olhar poético de Jehf, as vivências dos ribeirinhos, especialmente os da comunidade São Gonçalo Beira Rio, em Cuiabá. E, assim, contam também um pouco da história da capital de Mato Grosso, registrando a mistura social, a partir dos três povos: os indígenas, que aqui já estavam, os africanos, para cá trazidos, e os bandeirantes paulistas. O resultado desse trabalho é um CD com sete canções, com participações especiais.

Sobre a interação do público, em Poconé, Jehf se disse “encantado”. “Eles acolheram todo o projeto – os atendimentos e também a parte artística – com tanto carinho, que foi de deixar a gente com o coração repleto de alegria”, descreveu.

Fonte: ALMT

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Dal Molin defende instalação de ramal ferroviário em Sorriso

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Foto: Michel Ferreira / Assessoria de Gabinete

O deputado Xuxu Dal Molin (PSC) acompanhou a assinatura do contrato que autoriza a construção da primeira ferrovia estadual de Mato Grosso, que receberá o nome de Ferrovia Autorizada de Transporte Olacyr de Moraes (Fato), em homenagem ao pioneiro do agronegócio e responsável pela construção da Ferronorte.

 O ato solene da assinatura do contrato entre a empresa Rumo/SA e o governo do estado, foi realizado na segunda-feira (20), em Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde.

 O chamamento público para a implantação da ferrovia foi anunciado em julho deste ano (2021), e prevê a construção de 730 km de malha ferroviária ligando os municípios de Rondonópolis, Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde e, posteriormente, conectando a malha ferroviária nacional em direção ao porto de Santos (SP).

Orçado em R$ 11,2 bilhões, o projeto será custeado pela iniciativa privada. Ao todo são previstos a geração de 230 mil empregos direto e diretos.

“A expansão da linha férrea representa um marco na economia mato-grossense. Um marco ambicioso colocado em prática graças ao trabalho conjunto da União, governo do estado, vereadores, prefeitos, senadores e da Assembleia Legislativa que não mediu esforços para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) autorizando o governo a explorar de forma direta esse tipo de serviço”, avalia Dal Molin.

 Em Lucas do Rio Verde, durante pronunciamento voltado para lideranças políticas, representantes do setor produtivo e diretores da empresa Rumo, o deputado defendeu a implantação de um ramal ferroviário no município de Sorriso. Para ele, a produção agrícola da “Capital Nacional do Agronegócio”, por si só, justificativa a alteração no projeto que contempla com ramais apenas Cuiabá e Lucas do Rio Verde.

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 “Já conversei com o presidente da empresa Rumo [Beto Abreu]. Estamos trabalhando para que Sorriso também receba investimento nesse sentido”, assinala.

 O ramal ferroviário funciona como uma linha subsidiária capaz de interligar pontos importantes da via principal. A previsão é de que a primeira da ferrovia seja colocada em operação a partir de 2025.

 Uma vez implantada, a empresa Rumo fica autorizada a explorar a ferrovia por um período de 45 anos, sendo que a infraestrutura ferroviária poderá ser compartilhada pela empresa vencedora com outra empresa de transporte ferroviário que venha a prestar serviços no Estado.

 “Estamos diante do maior projeto logístico do Brasil. Juntas a Fato, a Ferrogrão e a Fico serão capazes de reduzir o custo da produção e gerar mais competividade ao estado. Por outro lado, precisamos assegurar que essas três linhas férreas cheguem ao maior número possível de municípios e cumpra sua missão social que é a geração de emprego e renda”, assinala Xuxu Dal Molin.

 Segundo levantamento da Rumo, ao todo 26 municípios serão impactos positivamente com os trilhos da ferrovia. Entre eles Sinop, Vera, Nova Ubiratã, Sorriso, Santa Rita do Trivelato, Paranatinga, Diamantino, Nobres, Rosário Oeste, Chapada dos Guimarães, Várzea Grande, Santo Antônio do Leverger, Jaciara, São Pedro da Cipa, Juscimeira, Pedra Preta, São José do Povo, Poxoréu, Primavera do Leste, Campo Verde, Planalto da Serra, Nova Brasilândia, Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Rondonópolis.

Fonte: ALMT

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