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POLÍTICA NACIONAL

Câmara aprova em 2º turno texto-base da PEC que resgata coligações

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Presidente da Câmara, Arthur Lira, comanda a sessão do Plenário
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Presidente da Câmara, Arthur Lira, comanda a sessão do Plenário







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A Câmara dos Deputados aprovou, por 347 votos a 135, em segundo turno, a PEC da reforma eleitoral (Proposta de Emenda à Constituição 125/11) . Estão em análise agora os destaques que podem retirar pontos da PEC.

De acordo como o texto aprovado em 1º turno, um substitutivo da deputada Renata Abreu (Podemos-SP), a partir das eleições seguintes à promulgação da emenda constitucional os partidos poderão voltar a fazer coligação partidária nas eleições proporcionais, o que está proibido pela Emenda Constitucional 97, de 2017.




O Plenário deverá analisar destaques que pretendem retirar esse ponto da PEC, assim como outros relacionados à mudança da cláusula de desempenho para os partidos terem acesso a recursos do Fundo Partidário e do Fundo de Financiamento de Campanhas e ao tempo de rádio e TV.

— Com informações da Agência Câmara Notícias

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POLÍTICA NACIONAL

“Eu sei ser milico, não sei ser político”, diz Mourão sobre futuro na política

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 Hamilton Mourão e Jair Bolsonaro
Reprodução

Hamilton Mourão e Jair Bolsonaro

Em entrevista nesta sexta-feira (24), o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou não ter vocação para ser político. O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista na última quinta-feira (23), que “não está fechada a porteira para Mourão”, mas que o vice não tem experiência política. 

Mesmo alegando não ter vocação para política, Mourão não descartou fazer parte da chapa do presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. “Se ele precisar de mim, ele sabe que conta comigo”, disse. 

Sobre a declaração do presidente Bolsonaro sobre sua experiência, o vice disse que concorda: “Estou satisfeito [com o que disse o presidente]. Sei ser milico. Não sei ser político”. 

Alegando ter tempo para pensar sobre seu futuro na política, Mourão não tem pressa, mas descarta concorrer para o governo do Rio de Janeiro. De acordo com ele, o estado exige muito trabalho. 

“É muito difícil. Eu sou velhinho. No ano que vem já vou fazer 69 anos. A carcaça pesa. O governo do Rio exige mais, não dá para afastar a espuma e ir entrando na água. Tem que mergulhar”, concluiu. 

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POLÍTICA NACIONAL

Saúde informa que Queiroga trocará hotel de luxo por outro mais barato

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Saúde informa que Queiroga trocará hotel de luxo por outro mais barato
Divulgação/Agência Senado/Jefferson Rudy

Saúde informa que Queiroga trocará hotel de luxo por outro mais barato

Ministério da Saúde informou que o ministro Marcelo Queiroga trocará a hospedagem de seu hotel, nesta sexta-feira (24), durante o período de sua quarentena em Nova York, nos Estados Unidos, para outro com custo menor. Segundo a pasta, o valor da estadia não será pago com recursos públicos. As informações são do portal Uol.

Caso continuasse no hotel Intercontinental Barclay até o fim do seu isolamento de 14 dias, o custo totel poderia chegar a R$ 140 mil. Destes, cerca de R$ 50 mil teria de ser pago com recursos do próprio ministro. De acordo com o ministério, Queiroga não utiliza o cartão corporativo de uso dos ministros de Estado.

O quarto mais em conta é oferecido pelo Barclay por US$ 448, ou R$ 2.361, e possui apenas uma cama queen-size, com superfícies de mármore polido e um guarda-roupas. Nas paredes, obras de arte da Escola do Rio Hudson.

A logística de deslocamento não foi informada pelo poder público, mas a pasta ressaltou que o ministro “seguirá todos os protocolos sanitários” adotados nos Estados Unidos para barrar a disseminação do novo coronavírus.


O cardiologista, que integrava a comitiva presidencial que participou da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), foi diagnosticado com novo coronavírus antes de retornar ao Brasil. O deputado Eduardo Bolsonaro, que, assim como o ministro, foi a ONU através da comitiva presidencial, também foi testou positivo para a doença.

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