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POLÍTICA NACIONAL

Vereador tem áudio íntimo vazado durante sessão da Câmara: “Tô cremosinho”

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Vereador Charles Charlão teve áudio vazado durante sessão na Câmara de Uberlândia (MG)
Divulgação/Aline Rezende/Câmara de Uberlândia

Vereador Charles Charlão teve áudio vazado durante sessão na Câmara de Uberlândia (MG)

O vereador Charles Charlão (PP) deixou um áudio íntimo com a esposa vazar durante a 9ª sessão da Câmara de Uberlândia (MG) nessa quinta-feira (15). Charlão participava da reunião de maneira remota quando a gafe foi cometida. As informações foram apuradas pelo jornal O Estado de Minas .

Na ocasião, o vereador Thiarles Santos (PSL) estava com a palavra e foi interrompido por Charlão, que atendeu uma ligação e deixou o microfone do computador aberto acidentalmente. “Oi, amorzinho, eu tô… Eu tô cremosinho…”, disse ele na chamada.

Em seguida, o vereador foi alertado da situação pela mesa diretora, mas não percebeu e continuou. “Amorzinho, tô cremosinho”, interrompendo a fala do Thiarles Santos mais uma vez.

O legislador, então, reclamou e pediu que a presidência da Casa intervisse e desse um pedido de advertência pelo ocorrido. “Olha o que a gente tá ouvindo aqui, presidente”, disse Santos, que também pediu uma punição.

O acidente foi motivo de reclamação de outros vereadores. “(Isso) não é coisa que se fala durante a sessão”, afirmou Dandara Tonatzin (PT). O vereador presidente Sérgio do Bom Preço (PP) concordou com a petista e avisou sobre o áudio mais uma vez. Desta vez, Charlão entendeu a situação e disse que estava em uma ligação.

Depois, o vereador informou que “cremosinho” é o apelido que a esposa usa para se referir a ele. “Carinhosamente, nos chamamos de cremosinhos (…). Peço desculpas pelo ocorrido, mas às vezes me perco nessas questões de tecnologia e cometo erros”, acrescentou Charlão.

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POLÍTICA NACIONAL

Lira diz que voto impresso pode ir ao plenário mesmo com derrota em comissão

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Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira
Reprodução: iG Minas Gerais

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) , mencionou nesta quinta-feira um recurso regimental incomum que poderia dar sobrevida à tramitação do voto impresso. Próximo de ser derrotado em comissão especial , o texto poderia ser avocado diretamente ao plenário, mesmo em caso de rejeição.

Lira falou sobre o assunto ao ser questionado sobre a possibilidade levar o tema ao plenário.

“Regimentalmente, tem (a possibilidade). Então, é um assunto que a gente vai ter que trabalhar”, disse Lira.

Ele explicou que a proposta pode ir a plenário em dois cenários: caso seja ultrapassado o limite de 40 sessões para a tramitação no colegiado ou se o texto for derrotado.

No segundo caso, porém, o parecer contrário à proposta seria analisada pelo plenário. Lira afirmou ainda que “é bom que os dois lados saibam quais são as consequências (das alternativas)”, sem entrar em detalhes sobre o que queria dizer.

“As comissões especiais funcionam de maneira opinativa. Não são terminativas. Então, ela sugere um texto. Mas, qualquer recurso, pode fazer (chegar ao plenário)”, afirmou Lira.

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Normalmente, quando uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) é rejeitada em comissão especial, o texto não vai a plenário. Os parlamentares consideram muito difícil reunir 308 votos para virar o jogo, e acabam por abandonar o tema.

Uma das estratégias de governistas na comissão do voto impresso tem sido procrastinar os trabalhos com manobras regimentais. Caso consigam estourar o número de sessões citado por Lira, há a brecha para levá-la ao plenário.

A sessão desta quinta-feira da comissão especial do voto impresso estava marcada para 14h. A deliberação, porém, deve atrasar. Deputados iniciaram a votação da privatização dos Correios em plenário. Só depois disso poderá haver qualquer votação na comissão.

Antes do recesso parlamentar, partidos de centro, independentes e de oposição já haviam se alinhado para derrotar o voto impresso. Até o momento, porém, governistas têm conseguido manobrar. A expectativa de deputados contrários ao texto derrotá-lo ainda hoje.

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SP vai acionar Justiça contra o Ministério da Saúde por repasse menor de vacinas

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SP vai acionar Justiça contra o Ministério da Saúde por repasse menor de vacinas
Reprodução/Governo de São Paulo

SP vai acionar Justiça contra o Ministério da Saúde por repasse menor de vacinas

O governo de São Paulo anunciou, nesta quinta-feira (5), durante coletiva de imprensa, que vai entrar na Justiça contra o Ministério da Saúde por conta da  redução na quantidade de vacinas da Pfizer enviadas para o estado no último repasse. Segundo o governo de SP, o estado deveria receber 456 mil doses, mas só recebeu 228.

A ação deve ser feita através da Procuradoria Geral do Estado. “Nós acionaremos o poder judiciário para discutir o critério adotado e o percentual operacionado na data de ontem”, disse a procuradora geral do estado de SP, Lia Porto.

Conforme anunciado na tarde desta quarta-feira pela gestão estadual de SP, foram repassadas 228 mil doses a menos do que o previsto pela secretaria da Saúde de São Paulo no último envio feito pelo Ministério da Saúde. O estado esperava receber um total de 456 mil doses, segundo a métrica adotada até então que leva em consideração a população de cada estado.

“O estado de SP tem 22% da população total do Brasil. Até ontem, sempre mais de 20% da quantidade de vacinas encaminhadas ao país vinha para SP. Nós fomos surpreendidos (ontem) com o envio de 10%”, afirmou Eduardo Ribeiro, secretário executivo da Secretaria Estadual de Saúde, durante a coletiva desta quinta.

Segundo o governador João Doria (PSDB), o estado recebeu 228 mil doses a menos da Pfizer que o previsto nos critérios de proporcionalidade. “Aquilo que deveria ter sido entregue, não foi. O número representa 50% a menos do que o governo do estado de São Paulo tem o direito, regularmente, de receber dentro do PNI (Programa Nacional de Imunização)”, disse o governador nesta quarta.

Leia mais:  SP vai acionar Justiça contra o Ministério da Saúde por repasse menor de vacinas

A procuradora de SP, Camila Pintarelli, afirmou, durante a coletiva desta quinta, que os estudos técnicos estão sendo concluídos, e assim que terminarem de avaliar a situação, vão encaminhar os dados à justiça.

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“Nós estamos diante de uma situação inusitada, uma situação grave e nós não iremos simplesmente permitir que a este episodio seja atribuída uma roupagem jurídica de normalidade. E é por isso que nós vamos concluir os nossos estudos técnicos e assim que concluídos, acionaremos o judiciário”, afirmou a procuradora.

Atraso no calendário de vacinação 

Por conta deste atraso do Ministério da Saúde, o governo de SP afirmou que o início da vacinação para adolescentes – que estava prevista para começar no dia 18 de agosto –  está em aberto e não pode ser confirmada.

“O início da vacinação de adolescentes do estado está, neste momento, com sua data de início em aberto. Isso se deu por conta da redução no envio proporcional de vacinas da Pfizer para o estado de São Paulo”, afirmou Eduardo Ribeiro, secretário executivo da Secretaria Estadual de Saúde. 

E completou: “Caso este fato se repita, a vacinação do grupo de adolescentes do estado de SP estará definitivamente prejudicada no que se refere à sua data até aqui programada. O Plano Estadual de Imunização definiu o início da vacinação dos adolescentes com comorbidades, deficiêntes, gestantes e puérperas, para o dia 18 de agosto, mas essa data está em aberto até que o Ministério da Saúde regularize essa situação e garanta o envio de doses na proporcionalide que vinha sendo praticada”, disse.

Resposta do Ministério da Saúde 

Ainda na quarta, após a repercussão da falta de doses enviadas à SP, o Ministério da Saúde convocou uma coletiva para explicar o assunto e dar seu ponto de vista. Em pronunciamento, a pasta disse que isso aconteceu para diminuir a disparidade na vacinação entre os estados do Brasil.

“Todas as unidades da federação devem ter uma equidade nesta vacinação. Não é justo determinado município estar vacinando com uma disparidade muito grande de faixas etárias”, explicou Rosana Leite, secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19.

Ainda de acordo o Ministério da Saúde, o estado de São Paulo já havia pegado doses a mais do que deveria e, portanto, a compensação foi feita para equilibrar as entregas entre todos os estados.

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