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Pamella Holanda fala sobre agressões de DJ Ivis: ‘Me pegou pelo pescoço’

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Famosas apoiam Pamella Holanda
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Famosas apoiam Pamella Holanda

Nesta segunda (12), Pamella Holanda de 29 anos deu sua primeira entrevista após denunciar DJ Ivis, seu marido, por agredí-la . Em entrevista ao colunista Leo Dias, do jornal Metrópole, ela revelou que as agressões começaram quando estava grávida.

“A primeira agressão foi quando eu estava grávida, aos 5 meses, quase com 6. Ele me pegou pelo pescoço e veio me arrastando pelo corredor que tinha no antigo apartamento que ele morava até o sofá, me jogando”, disse. 

A arquiteta publicou vídeos das agressões em seu Instagram no último domingo (11). Em alguns vídeos, o DJ dá socos e chutes na esposa na frente da filha, que atualmente tem 9 meses.

“Era com se eu fosse um fardo. Eu não podia chegar pra ele e dizer o que estava sentindo. No caso, eu estava grávida e sentia muitas coisas. Estava longe da minha família, no meio de uma pandemia. Desde que descobri que estava grávida, fiquei de quarentena, isolada, me protegendo. Eu não tinha nenhum suporte dele. Se eu falava que estava me sentindo triste, ansiosa ou com saudade, era como se eu fosse um problema pra ele. O Ivis vivia sempre na linha tênue de explodir. Todo mundo ao lado dele, era pisando em ovos”, continuou ela.

Durante a entrevista ela também revelou que descobriu traições e uma das agressões recentes foi por conta disso.

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“Eu tinha recebido conversas dele com outra mulher. Não era a primeira vez. Estava indo buscar ele no aeroporto com a minha filha e recebi as conversas no caminho. Resolvi esperar, não ia falar naquela hora, ele estava cansado do vôo. Quando ele chegou, estava a mãe dele e uma babá em casa. Ele almoçou e subiu. E, nesse dia, eu não estava bem e subi para dormir. Quando eu subi, ele estava deitado na cama. Ele pediu para eu passar base na unha dele. Eu falei: ‘Meu amor, daqui a pouco eu pinto. Estou cansada, enxaqueca. Vou dormir uns 40 minutos e daí eu pinto a sua unha’. Eu virava para o lado e não conseguia dormir, estava inquieta. Pensei: ‘Vou perguntar para ele’. No lugar de esposa dele eu tenho total direito de cobrar. Como é que estou dentro de casa cuidando de cuido e ele fica fazendo isso?’. E eu perguntei: ‘não tem uma maneira dele repostar as mulheres sem mencionar o Instagram delas. Porque quando menciona, abre um bate papo e elas podem conversar com você’. Estava calma, porque estava pedindo, e não impondo. Mas isso era como se fosse um gatilho para ele. Ele já se exaltou, levantou”.

“Na hora em que fui desbloquear o celular, ele pegou de mim. Ele jogou o meu telefone e quebrou. Fui na porta do quarto, peguei o telefone para ver se tinha como usá-lo. Comecei a chorar e falei: ‘Perdi meu telefone. Não acho justo eu ser punida por um erro seu’. Ele já veio para cima de mim com soco e chute. Ele foi para o banheiro e eu fui atrás dele chorando e pedindo para ele se conter. Ele tentou me estrangular, me segurou com as duas mãos, me pressionando contra a bancada da pia”, desabafou.

Após denunciar o marido,  Pamella vem recebendo apoio de diversos famosos e muitos a rtistas que conheciam o DJ estão optando por deixar de trabalhar com ele . A entrevista completa tem 43 minutos e ela dá mais detalhes sobre o relacionamento e os abusos sofridos, assista:


Fonte: IG GENTE

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Mario Frias reage com ironia a pedido de prisão após fogo na Cinemateca; entenda

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Mario Frias
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Mario Frias


No ar em dose dupla com os personagens Jonas Macedo, de “A Vida da Gente”; e Téo Pereira, de “Império”, ambas reprisadas na Globo,  Paulo Betti foi um dos que se indignaram com o  incêndio em um galpão da Cinemateca, em São Paulo, no último dia 29. Não à toa, postou um vídeo nas redes sociais e ajudou a subir a hashtag #MarioFriasNaCadeia, solicitando a responsabilização do ex-colega de emissora pela negligência à conservação da cultura brasileira.


Contudo, ao compartilhar uma matéria do site “Metrópoles” que diz que artistas levantam campanha pedindo a sua punição, o sucessor de Regina Duarte acrescentou: “Ah, lembrei, os 10% de pessoas da elite sindical que ficaram com 78% dos R$ 13 bilhões de reais da Rouanet. Já sei, há muito tempo que vocês querem se livrar de mim”.  Antes disso, porém, o político chegou a colocar a culpa da tragédia no Partido dos Trabalhadores. “Herança maldita do petismo”, pronunciou-se via Twitter.


Fonte: IG GENTE

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Sikêra Jr sofre novas derrotas em processos para Neto e ativista LGBTQI+

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Sikêra Júnior sofre novas derrotas em processos
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Sikêra Júnior sofre novas derrotas em processos


Sikêra Jr sofreu novas derrotas nos processos, que movia contra o ex-jogador e apresentador Neto e o suplente de deputado estadual de São Paulo e o ativista LGBTQI+ Agripino Magalhães. Durante seu programa, ‘Os Donos da Bola’, Neto chamou o apresentador da Rede TV! para a ‘porrada’ e disse que o âncora do ‘Alerta Geral’ era homofóbico por ter feito um comentário depreciativo contra a população LGBTQIA+ após o Dia Mundial do Orgulho.

Sikêra pedia uma indenização de R$ 44 mil por ter sido chamado de homofóbico e que o vídeo em que Neto aparece o chamando para a ‘porrada’ seja apagado de suas mídias sociais. Mesmo antes do julgamento em caráter liminar, o juiz responsável, Celso Antunes da Silveira, não acatou o pedido do apresentador: “Indefiro o pedido de tutela de urgência, para pedido de retirada de conteúdo da internet, nos termos do decidido na ADPF [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental] 130, do STF, que declarou a não-recepção da Lei de Imprensa”, disse.


O juiz observou ainda na decisão que Neto deve apresentar eventuais respostas ao caso em um período de 15 dias. Em julho, após saber que sofria um processo, Neto reagiu e disse não temer a ação por não ser homofóbico.

As declarações de Sikêra começaram após a rede Burguer King lançar uma campanha pelo respeito à diversidade, e usar crianças no comercial para repassar uma mensagem contra a homofobia. O apresentador chamou os homossexuais de ‘raça desgraçada’, disse que o comercial era ‘nojento e podre’.

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Já contra o ativista LGBTQIA+, Agripino Magalhães, Sikêra pedia R$ 100 mil de indenização por danos morais por se sentir vítima de comentários vexatórios nas redes sociais após falas consideradas preconceituosas e que o apresentador chamou de ‘brincadeiras’. Agripino o denunciou por homofobia. O caso virou um inquérito policial e está em fase de depoimentos. Em maio deste ano, o ativista fez uma segunda denúncia porque Sikêra chamou Magalhães de ‘suplente de baitola’, ‘vagabundo’ e ‘giletão’ no ar. Em junho, Sikêra entrou com processo pedindo para que o suplente de deputado tirasse todas publicações referentes a ele. Nesta quinta-feira (5), o resultado saiu e Sikêra também perdeu.

Fonte: IG GENTE

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