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POLÍTICA NACIONAL

Maioria dos brasileiros nunca acredita no que Bolsonaro fala, aponta Datafolha

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Presidente Jair Bolsonaro
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Presidente Jair Bolsonaro

A maior parte dos brasileiros não confia em nada que o presidente Jair Bolsonaro fala, de acordo com pesquisa do Instituto Datafolha divulgada neste sábado (10). A taxa de 55% é a maior desde que o instituto começou a aferir este índice, em agosto de 2019. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No último levantamento do Datafolha, em maio, a desconfiança do brasileiro com Bolsonaro era de 50%, número que cresceu cinco pontos percentuais. 15% dos entrevistados acreditam em tudo o que o presidente diz, e 28% afirmam que ele é crível às vezes (antes, as taxas eram de 14% e 34%, respectivamente).

Mulheres, moradores do Nordeste, homossexuais, bissexuais e pretos não costumam confiar em Bolsonaro. Já maiores de 60 anos e evangélicos são os grupos que mais acreditam no presidente. Confira os índices:

Não acreditam em nada que Bolsonaro fala:

  • Mulheres – 60%
  • Moradores do Nordeste – 65%
  • Homossexuais e bissexuais – 75%
  • Pretos – 63%

Acreditam sempre no que Bolsonaro fala:

  • Maiores de 60 anos – 22%
  • Moradores das áreas bolsonaristas como Norte e Centro-Oeste – 21%
  • Evangélicos – 22% (mesmo entre estes, a maioria, 51%, não crê no presidente)
  • Empresários – 38%

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara rejeita PEC do voto impresso por 23 votos a 11

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Câmara dos Deputados
Reprodução/Câmara dos Deputados

Câmara dos Deputados

A comissão especial da Câmara dos Deputados sobre a Proposta de Emenda à Constituição PEC 135/19, que torna obrigatório o voto impresso, rejeitou nesta quinta-feira (5) o substitutivo apresentado pelo relator, deputado Filipe Barros (PSL-PR). Foram votos 23 contrários ao parecer, ante 11 votos favoráveis.

Por indicação do presidente da comissão especial, deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), o parecer vencedor será elaborado pelo deputado Júnior Mano (PL-CE) e deverá ser apreciado em nova reunião do colegiado nesta sexta-feira (6), às 18 horas.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou hoje mais cedo que a PEC do voto impresso poderá ser avocada pelo Plenário, mesmo depois da derrota no colegiado. “Comissões especiais não são terminativas, são opinativas, então sugerem o texto, mas qualquer recurso ao Plenário pode ser feito”, explicou.

*Em atualização

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POLÍTICA NACIONAL

Lira diz que voto impresso pode ir ao plenário mesmo com derrota em comissão

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Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira
Reprodução: iG Minas Gerais

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) , mencionou nesta quinta-feira um recurso regimental incomum que poderia dar sobrevida à tramitação do voto impresso. Próximo de ser derrotado em comissão especial , o texto poderia ser avocado diretamente ao plenário, mesmo em caso de rejeição.

Lira falou sobre o assunto ao ser questionado sobre a possibilidade levar o tema ao plenário.

“Regimentalmente, tem (a possibilidade). Então, é um assunto que a gente vai ter que trabalhar”, disse Lira.

Ele explicou que a proposta pode ir a plenário em dois cenários: caso seja ultrapassado o limite de 40 sessões para a tramitação no colegiado ou se o texto for derrotado.

No segundo caso, porém, o parecer contrário à proposta seria analisada pelo plenário. Lira afirmou ainda que “é bom que os dois lados saibam quais são as consequências (das alternativas)”, sem entrar em detalhes sobre o que queria dizer.

“As comissões especiais funcionam de maneira opinativa. Não são terminativas. Então, ela sugere um texto. Mas, qualquer recurso, pode fazer (chegar ao plenário)”, afirmou Lira.

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Normalmente, quando uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) é rejeitada em comissão especial, o texto não vai a plenário. Os parlamentares consideram muito difícil reunir 308 votos para virar o jogo, e acabam por abandonar o tema.

Uma das estratégias de governistas na comissão do voto impresso tem sido procrastinar os trabalhos com manobras regimentais. Caso consigam estourar o número de sessões citado por Lira, há a brecha para levá-la ao plenário.

A sessão desta quinta-feira da comissão especial do voto impresso estava marcada para 14h. A deliberação, porém, deve atrasar. Deputados iniciaram a votação da privatização dos Correios em plenário. Só depois disso poderá haver qualquer votação na comissão.

Antes do recesso parlamentar, partidos de centro, independentes e de oposição já haviam se alinhado para derrotar o voto impresso. Até o momento, porém, governistas têm conseguido manobrar. A expectativa de deputados contrários ao texto derrotá-lo ainda hoje.

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