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POLÍTICA NACIONAL

Ex-ministros da Defesa lançam nota apoiando PEC que barra militares na política

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Pazuello ao lado de Bolsonaro em ato político
O Antagonista

Pazuello ao lado de Bolsonaro em ato político

Cinco ex-ministros da Defesa lançaram nesta quarta-feira (11) uma nota apoiando a “PEC Pazuello” — proposta de Emenda à Constituição que tramita na Câmara e tem como objetivo barrar a presença de militares da ativa das Forças Armadas em cargos político no governo federal . O documento é assinado pelos ex-ministros Nelson Jobim  (2007-2011),  Celso Amorim  (2011-2015),  Jaques Wagner  (2015),  Aldo Rebelo  (2015-2016) e  Raul Jungmann  (2016-2018).

A nota alega que a PEC “propõe, em boa hora, a regulamentação da participação de militares da ativa em funções de governo, separando aquelas de natureza técnica, e que podem ser atribuídas a militares, daquelas que permitam o risco da politização das Forças Armadas com consequências nocivas para estas instituições e para o País”.

Apresentada pela deputada federal Perpétua Almeira (PCdoB-AC), a “PEC Pazuello” já tem a assinatura de 189 parlamentares, 18 a mais do que o necessário. Segundo o texto da proposta, militares continuam aptos a ocuparem cargos comissionados em áreas relacionadas à defesa, mas não em cargos políticos.

A proposta foi apelidada de “PEC Pazuello” após o general e ex-ministro da Saúde participar de manifestação política ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em maio deste ano — ato que desrespeita o regimento das Forças Armadas. Apesar da infração, o general não foi punido.

“Conclamamos o Congresso Nacional a assumir o papel que lhe cabe e que nos une: a defesa das nossas Forças Armadas, dos serviços que prestou ao País e de sua condição de instituições de Estado, conforme determina nossa Constituição federal”, diz o texto assinado pelos ex-ministros da Defesa.

“Foi muito importante ter conseguido assinaturas em 100% dos partidos representados na Câmara. Há uma compreensão real de que as Forças Armadas precisam se manter como instituições de Estado. Está na Constituição, no Art. 142”, disse ao Estadão a deputada Perpétua Almeida. “A ideia da PEC é resgatar o espírito do legislador constituinte. O constituinte fez algumas ressalvas à participação política dos militares. E é bom lembrar que as Forças Armadas têm um elevado reconhecimento da sociedade. Isso não pode retroagir com (os membros das Forças) participando de governos, da política. Politizar os quartéis é muito perigoso”, completa.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro rebate fala de Lula: “Se ele está criticando, estou no caminho certo”

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Ex-presidente Lula (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido)
Ricardo Stuckert e Palácio do Planalto

Ex-presidente Lula (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido)

Nesta terça-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) rebateu as críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse que a reprovação de Lula não o intimida, mas serve para ele saber que está “no caminho certo”. As informações são do jornalista Magno Martins.

Nas redes sociais, o ex-chefe do Executivo disse que Bolsonaro está se fazendo “refém” do Centrão, em referência à nomeação do senador Ciro Nogueira (PP-PI) para ministrar a Casa Civil.



“Se ele está criticando, estou no caminho certo. Estímulo que ele dá para mim. Mas antes dele, temos que falar do nosso governo, estamos com a verdade, usamos uma passagem bíblica na nossa campanha: conhecereis a verdade e a verdade vos libertara”, rebateu o mandatário.

Ao ser questionado pelo jornalista sobre a popularidade de Lula no Nordeste, Bolsonaro disse que o petista “não fez nada” que justifique a população da região ser mais “inclinada” a votar nele.

Na ocasião, o presidente perdeu a paciência com as pessoas que estavam na mesma sala que ele e acompanhavam a entrevista, que era transmitida ao vivo. Nas imagens, não é possível ver a quem Bolsonaro se dirige, mas ele diz que “ninguém é obrigado a acompanhar a live” dele.

Leia mais:  Queiroz volta a elogiar Bolsonaro após postar mensagens críticas em rede social

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POLÍTICA NACIONAL

Flávio Bolsonaro terá vaga na CPI da Covid após Ciro Nogueira assumir Casa Civil

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Flávio Bolsonaro
Divulgação/Agência Senado/Pedro França

Flávio Bolsonaro

Com a ida de Ciro Nogueira (Progressistas-PI) para a chefia da Casa Civil do governo Bolsonaro , o senador Flávio Bolsonaro assumirá uma vaga de suplente na CPI da Covid. Já Luís Carlos Heinze (PP-RS), conhecido por ser defensor assíduo de medicamentos ineficazes para Covid-19, deixará a suplência e se tornará titular da Comissão. A alteração já foi oficializada pela cúpula da CPI.

Flávio Bolsonaro já participava da CPI de forma esporádica. Com a mudança, deve ter presença mais frequente nas oitivas da comissão e atuará como mais uma arma dos governistas na defesa do governo federal.

O senador protagonizou diversas discussões com o relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL), e chegou a  acionar o Conselho de Ética do Senado contra o relator por sua atuação na CPI.

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