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POLÍTICA NACIONAL

Em live, Bolsonaro exibe vídeo que não prova fraude nas urnas eletrônicas

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
Reprodução / YouTube

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Na noite desta quinta-feira (29), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) exibiu um vídeo de um homem que se apresenta como programador dizendo que seria possível “fraudar” o sistema eletrônico. O vídeo, no entanto, mostra uma simulação da urna em uma tela de computador e sem qualquer relação com o utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Durante a transmissão, o mandatário voltou a questionar a segurança das urnas eletrônicas, e disse que “não há como provar se as urnas foram ou não fraudadas” e que são apenas “indícios”. Ele, porém, continuou sem apresentar provas concretas de que o sistema eleitoral apresenta falhas.

Na ocasião, o presidente voltou a atacar o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, devido à sua resistência à adoção do voto impresso. “Onde quer chegar esse homem que atualmente preside o TSE? Quer a inquietação do povo, quer que movimentos surjam no futuro, que não condizem com a democracia?”, disse ele, afirmando que Barroso não é “o dono da verdade”.

Em desvantagem nas pesquisas de intenção de voto, Bolsonaro prometeu revelar, em sua live semanal, supostas “provas de fraude” na contagem de votos do segundo turno da eleição presidencial de 2014, quando Dilma Rousseff (PT) foi reeleita, vencendo Aécio Neves (PSDB).

Hoje mais cedo, Barroso, afirmou que  jamais foi documentado um episódio de fraude nas eleições realizadas com as urnas eletrônicas e que o discurso de Bolsonaro, no qual diz que se ele perder houve fraude, é a fala de quem “não aceita a democracia”. 

Nas últimas semanas, o ministro vem sendo alvo de ataques do presidente Bolsonaro por defender o sistema eletrônico nas eleições , garantido por ferramentas tecnológicas, equipamentos físicos e sistemas de auditagem abertos a qualquer cidadão. Testes públicos são realizados para garantir a segurança da votação, em que hackers tentam invadir o sistema das urnas e identificar possíveis vulnerabilidades.

*Em atualização

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TSE pretende julgar processo contra Jair Bolsonaro em até um mês

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TSE pretende julgar processo contra Jair Bolsonaro em até um mês
Agência Brasil

TSE pretende julgar processo contra Jair Bolsonaro em até um mês

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) procura mandar a plenário o processo que julga o disparo de mensagens em massa através do WhatsApp , e que envolve a chapa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), em até um mês. As informações são do portal Valor Econômico.

O motivo da data limite seria a saída do ministro Luis Felipe Salomão à frente da Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral. Mauro Campbell, antigo integrante do Superior Tribunal de Justiça (STJ) será seu substituto no TSE. Na última semana, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), compartilhou provas coletadas durante as investigações sobre os atos antidemocráticos e no âmbito do inquérito das “fake news”.


Caso a ação vá a plenário e o colegiado entenda que a chapa Bolsonaro-Mourão cometeu crimes eleitorais, a dupla pode ficar inelegível pelos próximos oito anos e não poderão disputar as eleições do próximo ano.

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Mil dias de governo: Planalto realiza parecer para rebater acusações eleitorais

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Governo Bolsonaro realiza parecer para rebater acusações eleitorais
Reprodução: iG Minas Gerais

Governo Bolsonaro realiza parecer para rebater acusações eleitorais

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) realizou 27 eventos no último domingo (26) – em todas as unidades federativas e no Distrito Federal – para promover as ações do governo. O Planalto, porém, se resguarda de possíveis acusações eleitorais e preparou um parecer para se defender juridicamente. As informações são do jornal A Folha de S.Paulo.

A Subchefia de Articulação e Monitoramento (SAM) da Casa Civil promoveu uma discussão e reconhece que as ações podem levantar “eventuais questionamentos sobre o enquadramento da empreitada como propaganda eleitoral”.

*Mais informações em instantes

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