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POLÍTICA NACIONAL

Dirceu pede que STF investigue uso de seu nome por Bolsonaro em ataque a Barroso

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Ex-ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu
Divulgação/PT

Ex-ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu

A defesa do ex-ministro de Estado José Dirceu entrou com requerimento no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que seja investigada a “disseminação de notícias falsas envolvendo seu nome, com ataques extremamente ofensivos, vulgares e graves a ministros” da própria corte. Os advogados se referem a ataques de apoiadores de Bolsonaro e à alegação do próprio presidente que, em sua conta em uma rede social, relacionou Dirceu a um  suposto envolvimento de um ministro do Supremo em caso de pedofilia.


A fake news diz que Dirceu teria vídeos que podem comprometer o ministro Luís Roberto Barroso e que estaria usando essas supostas imagens para chantageá-lo a fim de barrar a implementação do  voto impresso — pauta defendida por pelo chefe do Executivo diariamente.

“Em uma narrativa absolutamente desvairada, divulgada inicialmente em blogs obscuros da internet e, infelizmente, amplificadas pelo perfil de rede social do Exmo. Presidente da República, as fake news dão conta da estapafúrdia e abjeta ideia de que o peticionário estaria chantageando ministros dessa Corte, mediante vídeos de conteúdo fantasioso e absolutamente inverossímil, no intuito de obter decisões que lhe fossem favoráveis”, dizem os advogados de Dirceu.

O documento enviado ao STF elenca mensagens enviadas em grupos de Whatsapp de apoiadores de Bolsonaro. Segundo a defesa de Dirceu, Bolsonaro teria “dado o sinal da perfídia que iria ser veiculada em sua rede social” quando afirmou a apoiadores que não sabia “se o ministro Luís Roberto Barroso seria ‘refém de alguém’ para ser contra o voto impresso”.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro rebate fala de Lula: “Se ele está criticando, estou no caminho certo”

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Ex-presidente Lula (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido)
Ricardo Stuckert e Palácio do Planalto

Ex-presidente Lula (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido)

Nesta terça-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) rebateu as críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse que a reprovação de Lula não o intimida, mas serve para ele saber que está “no caminho certo”. As informações são do jornalista Magno Martins.

Nas redes sociais, o ex-chefe do Executivo disse que Bolsonaro está se fazendo “refém” do Centrão, em referência à nomeação do senador Ciro Nogueira (PP-PI) para ministrar a Casa Civil.



“Se ele está criticando, estou no caminho certo. Estímulo que ele dá para mim. Mas antes dele, temos que falar do nosso governo, estamos com a verdade, usamos uma passagem bíblica na nossa campanha: conhecereis a verdade e a verdade vos libertara”, rebateu o mandatário.

Ao ser questionado pelo jornalista sobre a popularidade de Lula no Nordeste, Bolsonaro disse que o petista “não fez nada” que justifique a população da região ser mais “inclinada” a votar nele.

Na ocasião, o presidente perdeu a paciência com as pessoas que estavam na mesma sala que ele e acompanhavam a entrevista, que era transmitida ao vivo. Nas imagens, não é possível ver a quem Bolsonaro se dirige, mas ele diz que “ninguém é obrigado a acompanhar a live” dele.

Leia mais:  "Governo já apodreceu", diz Renan após indicação de Ciro Nogueira à Casa Civil

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POLÍTICA NACIONAL

Flávio Bolsonaro terá vaga na CPI da Covid após Ciro Nogueira assumir Casa Civil

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Flávio Bolsonaro
Divulgação/Agência Senado/Pedro França

Flávio Bolsonaro

Com a ida de Ciro Nogueira (Progressistas-PI) para a chefia da Casa Civil do governo Bolsonaro , o senador Flávio Bolsonaro assumirá uma vaga de suplente na CPI da Covid. Já Luís Carlos Heinze (PP-RS), conhecido por ser defensor assíduo de medicamentos ineficazes para Covid-19, deixará a suplência e se tornará titular da Comissão. A alteração já foi oficializada pela cúpula da CPI.

Flávio Bolsonaro já participava da CPI de forma esporádica. Com a mudança, deve ter presença mais frequente nas oitivas da comissão e atuará como mais uma arma dos governistas na defesa do governo federal.

O senador protagonizou diversas discussões com o relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL), e chegou a  acionar o Conselho de Ética do Senado contra o relator por sua atuação na CPI.

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