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POLÍTICA NACIONAL

CPI da Covid aprova requerimento para Casa Civil fornecer e-mails de Braga Netto

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General Braga Netto, atual ministro da Defesa, já foi chefe da Casa Civil
Anderson Riedel/PR

General Braga Netto, atual ministro da Defesa, já foi chefe da Casa Civil

CPI da Covid aprovou nesta quinta-feira um requerimento para que a Casa Civil forneça os e-mails de demais comunicações do atual ministro da Defesa, Braga Netto. Ele foi ministro da Casa Civil entre fevereiro do ano passado e março deste ano, época em que coordenou ações de enfrentamento à pandemia.

Braga Netto voltou a ficar na mira da CPI após soltar uma nota na semana passada com críticas ao presidente da comissão, senador Omar Aziz, e dizendo que “as Forças Armadas não aceitarão qualquer ataque leviano às instituições que defendem a democracia e a liberdade do povo brasileiro”. Foi uma reação aos comentários de Omar sobre o envolvimento de militares em irregularidades no Ministério da Saúde. Braga Netto e outros senadores reagiram dizendo que não ficariam intimidados.

O requerimento aprovado é de autoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE). Na última terça-feira, ele criticou Braga Netto. Há ainda três requerimentos e convocação de Braga Netto na CPI, mas eles não foram analisados anda.

“Fez uma ameaça que tem por objetivo intimidar os trabalhos da CPI”, disse Rogério Carvalho, sugerindo que o temor dele era na verdade em relação à época em que foi ministro da Casa Civil e coordenou ações contra a pandemia: “Isso pode ser a base da tentativa de intimidar a comissão, para que esta comissão não solicite a comunicação interna dele [na Casa Civil] com os demais ministros da Esplanada para ver como ele conduziu no combate à Covid-19”, disse Rogério Carvalho.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro rebate fala de Lula: “Se ele está criticando, estou no caminho certo”

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Ex-presidente Lula (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido)
Ricardo Stuckert e Palácio do Planalto

Ex-presidente Lula (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido)

Nesta terça-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) rebateu as críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse que a reprovação de Lula não o intimida, mas serve para ele saber que está “no caminho certo”. As informações são do jornalista Magno Martins.

Nas redes sociais, o ex-chefe do Executivo disse que Bolsonaro está se fazendo “refém” do Centrão, em referência à nomeação do senador Ciro Nogueira (PP-PI) para ministrar a Casa Civil.



“Se ele está criticando, estou no caminho certo. Estímulo que ele dá para mim. Mas antes dele, temos que falar do nosso governo, estamos com a verdade, usamos uma passagem bíblica na nossa campanha: conhecereis a verdade e a verdade vos libertara”, rebateu o mandatário.

Ao ser questionado pelo jornalista sobre a popularidade de Lula no Nordeste, Bolsonaro disse que o petista “não fez nada” que justifique a população da região ser mais “inclinada” a votar nele.

Na ocasião, o presidente perdeu a paciência com as pessoas que estavam na mesma sala que ele e acompanhavam a entrevista, que era transmitida ao vivo. Nas imagens, não é possível ver a quem Bolsonaro se dirige, mas ele diz que “ninguém é obrigado a acompanhar a live” dele.

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POLÍTICA NACIONAL

Flávio Bolsonaro terá vaga na CPI da Covid após Ciro Nogueira assumir Casa Civil

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Flávio Bolsonaro
Divulgação/Agência Senado/Pedro França

Flávio Bolsonaro

Com a ida de Ciro Nogueira (Progressistas-PI) para a chefia da Casa Civil do governo Bolsonaro , o senador Flávio Bolsonaro assumirá uma vaga de suplente na CPI da Covid. Já Luís Carlos Heinze (PP-RS), conhecido por ser defensor assíduo de medicamentos ineficazes para Covid-19, deixará a suplência e se tornará titular da Comissão. A alteração já foi oficializada pela cúpula da CPI.

Flávio Bolsonaro já participava da CPI de forma esporádica. Com a mudança, deve ter presença mais frequente nas oitivas da comissão e atuará como mais uma arma dos governistas na defesa do governo federal.

O senador protagonizou diversas discussões com o relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL), e chegou a  acionar o Conselho de Ética do Senado contra o relator por sua atuação na CPI.

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