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POLÍTICA NACIONAL

Ciro vê queda de popularidade de Bolsonaro como caminho para 2º turno em 2022

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Pré-candidato à Presidência Ciro Gomes
O Antagonista

Pré-candidato à Presidência Ciro Gomes

O ex-ministro e pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) afirmou, nesta segunda-feira, que qualquer presidenciável que concorra com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na eleição de 2022 tem capacidade de derrotá-lo nas urnas. O pedestista, que aparece em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, acredita que o mandatário vai continuar perdendo popularidade, o que abriria um caminho para que Ciro chegassem no segundo turno.

Segundo a última pesquisa Datafolha, divulgada na última semana,  Bolsonaro atingiu o índice mais alto de reprovação desde que assumiu o cargo, com 51% dos eleitores classificando seu governo como ruim ou péssimo. Já a taxa de ótimo ou bom manteve-se estável em 24%.

— O que tudo indica é que nós vamos derrotar o Bolsonaro, qualquer um de nós vai derrotar o Bolsonaro. Mas não é que a gente deva abaixar as armas. Ele é tão perigoso que nós só podemos abaixar as armas depois da vitória garantida, sacramentada, jurada, e o cadáver político dele estiver sob uma lápide de concreto — disse Ciro durante um evento com o Babalawô Ivanir dos Santos, no Rio de Janeiro.

Ainda que o pedetista apareça em terceiro lugar nas pesquisas, ele ainda está longe de chegar perto dos que ocupam as primeiras posições: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Bolsonaro. De acordo com o Datafolha, um dos cenários avaliados da pesquisa coloca o petista com 46% das intenções dos votos e Bolsonaro com 25%. Já Ciro aparece com 8%.

Em conversa com jornalistas, o ex-ministro foi perguntado se há uma aposta no derretimento da popularidade de Bolsonaro, o que o beneficiaria, e se isso acarretaria num possível segundo turno com o ex-presidente Lula. Ciro respondeu:

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— Sem nenhuma dúvida. A probabilidade (de um segundo turno contra Lula) é muito grande.

Durante o evento, Ciro já havia declarado estar bastante confiante para o pleito do ano que vem, ainda que as pesquisas não mostrem um cenário muito favorável ao pedetista.

— É muito possível que seja dado a mim a tarefa de organizar o povo brasileiro em uma mudança histórica. É claro que as evidências ainda não estão todas dadas — disse Ciro.

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O ex-ministro participou de um evento com o historiador e babalawô Ivanir do Santos, um importante nome na luta racial e contra a intolerância religiosa no Rio. Ciro o convidou para que o líder religioso contribuísse no programa do candidato do PDT contra o racismo.

Além de demais lideranças negras e religiosas, também estavam presentes no evento líderes do PDT, como o presidente do partido, Carlos Lupi, a deputada estadual e ex-candidata à prefeitura do Rio, Martha Rocha, e o ex-deputado federal Miro Teixeira. Também estava presente o ex-prefeito de Niterói Rodrigo Neves, que foi lançado recentemente pelo PDT como candidato ao governo do estado.

Ainda que a candidatura do Neves dificulte a formação de uma frente ampla contra o candidato do Bolsonaro no Rio, o PDT mantém conversas de articulação focadas na corrida para o Palácio da Guanabara no ano que vem. Na terça-feira, Ciro terá um almoço com o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD).

Embora Paes já tenha anunciado que seu candidato é o atual presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, ele vem conversando com Neves sobre uma possível aliança em 2022. Outros candidatos para o cargo são o próprio governador, Claudio Castro (PL), e o deputado federal Marcelo Freixo (PSB).

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Nesta segunda-feira, Ciro participou também de agendas em Duque de Caxias e em Niterói, onde lhe foi concedido título de cidadão niteroiense. O prefeito da cidade é correlegionário do ex-ministro, o ex-atleta de vela Axel Grael.

Ciro é o terceiro presidenciável que vem ao Rio em menos de um mês. Em meados de junho, Lula esteve na capital fluminense e se reuniu com lideranças da esquerda e do PDT, além de ter almoçado com Paes. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que disputa para ser o candidato do PSDB ao Planalto, desembarcou no Rio no dia 25 do mês passado para debater prévias para a disputa presidencial.

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POLÍTICA NACIONAL

Governo publica decreto que regulamenta a Lei Rouanet

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Mario Frias
Roberto Castro/ Mtur

Mario Frias

O presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto que regulamenta o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), conhecido como Lei Rouanet. A norma, publicada nesta terça-feira (27) no Diário Oficial da União, incentiva o desenvolvimento de projetos culturais no país capitalizando e distribuindo recursos para o setor cultural.

“Assinamos o decreto que regulamenta o Programa Nacional de Apoio à Cultura. O instrumento objetiva uma gestão eficiente, com controle de prestação de contas — e traz inédita valorização de Belas Artes e Arte Sacra”, comentou Bolsonaro hoje no Twitter.

Além de incentivar às Belas Artes, envolvendo a arquitetura, pintura, escultura, música, dança, teatro e literatura, o programa terá um plano anual que será desenvolvido pela Secretaria especial de Cultura, chefiada hoje por Mario Frias.

Entre os tipos de projetos listados como os que podem receber apoio do programa estão os que fomentam atividades culturais “com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade”. Também podem ser apoiados os que desenvolvem atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura.

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A lista inclui ainda iniciativas que promovam a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países. Ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira, também são elegíveis.

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O Pronac prevê ainda apoio as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não. Também pode ser acionado para impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial.

A Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo poderá escolher, mediante processo público de seleção, os programas, projetos e ações culturais a serem financiados e poderá designar comitês técnicos para essa finalidade.

Recursos Segundo o decreto, o montante dos recursos destinados aos processos públicos de seleção e a sua respectiva distribuição serão definidos pelo ministro do Turismo e publicado no Diário Oficial da União, com base em proposta elaborada pelo Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo, observado o estabelecido no plano anual do Pronac.

As empresas patrocinadoras interessadas em aderir aos processos seletivos promovidos pela Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo deverão informar, previamente, o volume de recursos que pretendem investir, bem como sua área de interesse, respeitados o montante e a distribuição dos recursos definidos pela Secretaria Especial.

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POLÍTICA NACIONAL

Queiroz volta a elogiar Bolsonaro após postar mensagens críticas em rede social

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Queiroz e Bolsonaro
Redes sociais/Reprodução

Queiroz e Bolsonaro

Dois dias após postar em suas redes sociais mensagens críticas a companheiros de Jair Bolsonaro, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, voltou a elogiar o presidente da República em postagens. “O melhor presidente de todos os tempos. Que Deus lhe cubra de bênção por toda sua vida”, escreveu Queiroz, compartilhando uma publicação de 2018. 

Postagem de Queiroz elogiando Bolsonaro
Reprodução

Postagem de Queiroz elogiando Bolsonaro


No domingo, o policial militar reformado postou uma foto em que está ao lado do deputado Helio Lopes (PSL-RJ), Max Guilherme Machado de Moura (assessor da Presidência), Fernando Nascimento Pessoa (auxiliar de Flávio Bolsonaro) e Jair Bolsonaro. Na legenda, uma mensagem ressentida: “É! Faz tempo que eu não existo para esses três papagaios aí! Águas de salsichas, literalmente! Vida que segue?”, escreveu. Abaixo, Queiroz comentou: “Minha metralhadora tá cheia de balas”.

Postagem crítica de Queiroz a Bolsonaro. Recado?
Reprodução

Postagem crítica de Queiroz a Bolsonaro. Recado?

A postagem, que mais parecia um recado ao presidente, repercutiu nas redes sociais. A análise era a de que Queiroz estaria se sentindo “abandonado” pela família do presidente. O ex-assessor é apontado como operador das rachadinhas no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando o hoje senador era deputado estadual do Rio.

No mesmo domingo, Queiroz apagou as postagens e justificou que havia sido uma “isca” para identificar “petistas infiltrados em seu perfil”.

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