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Ator Drake Bell, de Drake & Josh, é condenado por crimes contra menor de idade

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Ator é condenado por abuso infantil
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Ator é condenado por abuso infantil


O ator Drake Bell, de 34 anos, foi condenado por crimes contra uma menor, nesta segunda-feira. O artista, que ficou famoso pela série Drake & Josh, no canal Nicklodeon, cumprirá pena de dois anos de liberdade condicional supervisionada na Califórnia e 200 horas de serviço comunitário, conforme informações divulgadas pelo The Intercept.

No mês passado, ele já havia se declarado culpado pelo envolvimento com a vítima, hoje com 19 anos. Durante a audiência virtual, ela alegou que Bell se aproveitava dela desde que ela tinha 12 anos. A jovem chamou o ator de “epítome do mal” e afirmou que as conversas entre eles se tornaram explicitamente sexuais quando ela completou 15 anos e incluíam fotografias íntimas.

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Além disso, ao detalhar as conversas que tiveram pelas redes sociais ao longo dos anos, ela relatou que o artista também a convidou para os bastidores de seu show para que “ficassem sozinhos”. “Foi uma grande parte da minha infância e, em troca, arruinou minha vida”, afirmou a vítima à CNN.

Na sentença, o juiz do caso destacou que a posição e status de celebridade permitiram que o ator “nutrisse essa relação”. Bell aceitou a sentença e também pediu desculpas, afirmando que não teve a intenção de fazer mal a ninguém e lamentando ter magoado a vítima e outras pessoas. “Aceito esse apelo porque minha conduta estava errada”, disse no julgamento.

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O advogado do ator, Ian Friedman, disse que a conduta do artista não foi correta, mas as evidências mostram que não aconteceu o abuso sexual alegado pela vítima.

Fonte: IG GENTE

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Mario Frias reage com ironia a pedido de prisão após fogo na Cinemateca; entenda

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Mario Frias
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Mario Frias


No ar em dose dupla com os personagens Jonas Macedo, de “A Vida da Gente”; e Téo Pereira, de “Império”, ambas reprisadas na Globo,  Paulo Betti foi um dos que se indignaram com o  incêndio em um galpão da Cinemateca, em São Paulo, no último dia 29. Não à toa, postou um vídeo nas redes sociais e ajudou a subir a hashtag #MarioFriasNaCadeia, solicitando a responsabilização do ex-colega de emissora pela negligência à conservação da cultura brasileira.


Contudo, ao compartilhar uma matéria do site “Metrópoles” que diz que artistas levantam campanha pedindo a sua punição, o sucessor de Regina Duarte acrescentou: “Ah, lembrei, os 10% de pessoas da elite sindical que ficaram com 78% dos R$ 13 bilhões de reais da Rouanet. Já sei, há muito tempo que vocês querem se livrar de mim”.  Antes disso, porém, o político chegou a colocar a culpa da tragédia no Partido dos Trabalhadores. “Herança maldita do petismo”, pronunciou-se via Twitter.


Fonte: IG GENTE

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Sikêra Jr sofre novas derrotas em processos para Neto e ativista LGBTQI+

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Sikêra Júnior sofre novas derrotas em processos
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Sikêra Júnior sofre novas derrotas em processos


Sikêra Jr sofreu novas derrotas nos processos, que movia contra o ex-jogador e apresentador Neto e o suplente de deputado estadual de São Paulo e o ativista LGBTQI+ Agripino Magalhães. Durante seu programa, ‘Os Donos da Bola’, Neto chamou o apresentador da Rede TV! para a ‘porrada’ e disse que o âncora do ‘Alerta Geral’ era homofóbico por ter feito um comentário depreciativo contra a população LGBTQIA+ após o Dia Mundial do Orgulho.

Sikêra pedia uma indenização de R$ 44 mil por ter sido chamado de homofóbico e que o vídeo em que Neto aparece o chamando para a ‘porrada’ seja apagado de suas mídias sociais. Mesmo antes do julgamento em caráter liminar, o juiz responsável, Celso Antunes da Silveira, não acatou o pedido do apresentador: “Indefiro o pedido de tutela de urgência, para pedido de retirada de conteúdo da internet, nos termos do decidido na ADPF [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental] 130, do STF, que declarou a não-recepção da Lei de Imprensa”, disse.


O juiz observou ainda na decisão que Neto deve apresentar eventuais respostas ao caso em um período de 15 dias. Em julho, após saber que sofria um processo, Neto reagiu e disse não temer a ação por não ser homofóbico.

As declarações de Sikêra começaram após a rede Burguer King lançar uma campanha pelo respeito à diversidade, e usar crianças no comercial para repassar uma mensagem contra a homofobia. O apresentador chamou os homossexuais de ‘raça desgraçada’, disse que o comercial era ‘nojento e podre’.

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Já contra o ativista LGBTQIA+, Agripino Magalhães, Sikêra pedia R$ 100 mil de indenização por danos morais por se sentir vítima de comentários vexatórios nas redes sociais após falas consideradas preconceituosas e que o apresentador chamou de ‘brincadeiras’. Agripino o denunciou por homofobia. O caso virou um inquérito policial e está em fase de depoimentos. Em maio deste ano, o ativista fez uma segunda denúncia porque Sikêra chamou Magalhães de ‘suplente de baitola’, ‘vagabundo’ e ‘giletão’ no ar. Em junho, Sikêra entrou com processo pedindo para que o suplente de deputado tirasse todas publicações referentes a ele. Nesta quinta-feira (5), o resultado saiu e Sikêra também perdeu.

Fonte: IG GENTE

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