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POLÍTICA NACIONAL

“Abriu a caixa de Pandora”, diz Randolfe sobre negociação suspeita de Pazuello

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Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
Divulgação/Agência Senado/Jefferson Rudy

Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

O vice-presidente da CPI da Covid, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), usou suas redes sociais para comentar a denúncia de uma reportagem da Folha de S.Pauloque revela que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello negociou a compra de 30 milhões de doses da vacina CoronaVac com intermediários pelo triplo do preço pago pelo governo de São Paulo.

“A CPI da Pandemia abriu a caixa de Pandora! Estão emergindo todos os esquemas do Governo Federal na compra de vacinas. Os brasileiros e brasileiras que morreram, não foram vitimadas apenas pela COVID-19!”, disse o senador.



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Pazuello teria se reunido no dia 11 de março com quatro membros da empresa World Brands, de Santa Catarina, responsável por trabalhos no âmbito do comércio exterior, fora de sua agenda no Ministério da Saúde. Em vídeo disponibilizado pela Folha,  o ex-chefe da Saúde fala sobre a negociação.

A CoronaVac foi a primeira vacina contra Covid-19 aplicada no Brasil. O contrato para a compra do imunizante foi firmado em parceria do governo de São Paulo, do rival político do governo federal, João Doria (PSDB), por meio do Instituto Butantan, com o laboratório chinês Sinovac Biotech.

Em um de seus dois depoimentos à CPI da Covid, Pazuello disse que “não podia negociar” vacinas com empresas por conta de seu cargo de dirigente máximo da pasta, fato desmentido pela reportagem.

“Pela simples razão de que sou o dirigente máximo, eu não posso negociar com a empresa. Quem negocia com a empresa é o nível administrativo. O ministro jamais deve receber uma empresa. O senhor [Renan Calheiros] deveria saber disso” disse na ocasião, ao justificar a demora em negociar com a farmacêutica Pfizer.

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POLÍTICA NACIONAL

FHC declara voto para João Doria em 2022 pela primeira vez

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FHC e João Doria
Reprodução

FHC e João Doria

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou voto pela primeira vez ao governador de São Paulo, João Doria, nas eleições presidenciais de 2022. De acordo com a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, FHC fez a declaração durante almoço na tarde deste sábado (31).

Realizado no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, por conta da reinauguração do Museu da Língua Portuguesa , o almoço reuniu os dois políticos, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente de Cabo Verde, Jorge Fonseca, o presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, e os ex-presidentes José Sarney e Michel Temer.

Na mesa do almoço, FHC discursou e declarou formalmente seu voto ao tucano nas próximas eleições presidenciais. “João Doria será candidato a presidente. E tem o meu voto”, disse.

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POLÍTICA NACIONAL

Temer diz que ataques de Bolsonaro a TSE e STF são ‘inúteis e inconstitucionais’

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Ex-presidente Michel Temer
Agência Brasil

Ex-presidente Michel Temer

O ex-presidente Michel Temer afirmou que os ataques do presidente Jair Bolsonaro ao processo eleitoral, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) são “inúteis e inconstitucionais”. A afirmação foi feita em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste sábado (31).

“Claro que, depois de fazer os ataques, ele os nega. É absolutamente inútil e inconstitucional. A Constituição diz que os Poderes são independentes, mas são harmônicos entre si. Toda vez que há desarmonia há uma inconstitucionalidade”, declarou Temer.

O ex-presidente também afirmou que Bolsonaro chegou ao poder com “uma certa onipotência”, o que fez com que ele demorasse a perceber que precisava do Congresso para governar. “Não existe a possibilidade de o presidente comandar tudo. Só comanda com o apoio do Congresso Nacional, e não é apenas porque o presidente queira trazer o Congresso para governar junto, mas porque a Constituição assim o determina. Ele (Bolsonaro) percebeu e começou a tentar trazer o Congresso, que é fundamental para a governabilidade”, comentou, falando sobre a escolha de Ciro Nogueira (PP-PI) para a Casa Civil.

Na entrevista, Temer ainda disse que acredita que vai haver uma terceira via nas eleições presidenciais de 2022, e que isso seria “uma homenagem ao eleitor”. Para ele, um candidato de centro precisa cumprir a Constituição Federal, ter experiência e trazer a ideia de união dos brasileiros. “O Brasil não pode continuar mais com esta guerra entre brasileiros e entre as próprias instituições”, disse o ex-presidente, que acredita que o país vive a maior crise desde a redemocratização.

Temer ainda declarou que a discussão a respeito do voto impresso é inútil. “O voto eletrônico no Brasil serviu de exemplo para outros países. Tecnicamente, não conheço essa questão, mas não vejo como se possa violar a urna eletrônica. Em face do sucesso que se verificou, tenho a sensação de que essa discussão não deveria ser colocada em pauta”.

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