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POLÍTICA NACIONAL

Saiba quem é Ricardo Nunes, vice-prefeito de SP que assume a cidade por 30 dias

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Vice-prefeito de São Paulo, Ricardo  (MDB), assume o comando da cidade pelos próximos 30 dias
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Vice-prefeito de São Paulo, Ricardo (MDB), assume o comando da cidade pelos próximos 30 dias

O vice-prefeito da cidade São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) deve assumir o comando da cidade nesta segunda-feira, 03, e pelos próximos 30 dias, após o afastamento do prefeito Bruno Covas (PSDB), que pediu uma licença no último domingo, 02, para tratar um câncer . O cargo será assumido temporariamente por Nunes assim que a Câmara Municipal de SP autorizar. Ricardo Nunes foi vereador por dois mandatos em São Paulo, antes de se eleger vice na chapa de Bruno Covas na última eleição, e compôs as bases petista e tucana nos últimos oito anos na Câmara Municipal. Ele é ligado a associação de empresários da Zona Sul e à Igreja Católica. No primeiro mandato como vereador, após as eleições de 2012, fez parte da base de apoio do prefeito Fernando Haddad (PT). No período, foi interlocutor da Igreja Católica na Câmara Municipal e apoiou a anistia e regularização de templos religiosos irregulares na lei de zoneamento em 2016. Integrou a Comissão de Finanças da Câmara, na qual conseguiu barrar menções a termos como “gênero” do Plano Municipal de Educação (PME) de SP. Na época, defendeu que sexualidade não deveria ser tema debatido nas salas de aula do município. No Plano Diretor de 2014, sugeriu a criação de um aeródromo em Parelheiros, extremo sul da capital paulista. No mesmo ano, propôs uma lei que prevê um sistema de transporte público hidroviário em São Paulo, na represa Billings, região do Cantinho do Céu, extremo sul da capital, um de seus redutos eleitorais. Atualmente, o projeto foi incluído no plano de metas da prefeitura. Após a derrota eleitoral da chapa Haddad (PT) e Gabriel Chalita (MDB) para João Dória (PSDB) e Bruno Covas (PSDB) em 2016, Nunes, que se reelegeu vereador, passou a fazer parte da base aliada do governo, até ser indicado a vice em 2020 por articulação de Dória, então governador do Estado.

Ricardo Nunes e Bruno Covas
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Ricardo Nunes e Bruno Covas

Conhecedor das contas do município, fez parte da Comissão de Finanças da Câmara Municipal. No segundo mandado, também compôs CPIs como a dos bancos, que investigou a sonegação de ISS na cidade de SP. Ricardo Nunes é crítico do repasse bilionário de verbas da prefeitura para as empresas de ônibus da cidade em forma de subsídios, assunto que sempre gera tensão entre ele e o vereador Milton Leite (DEM), presidente da Câmara de Vereadores, que apoiou a indicação de Nunes para vice de Bruno Covas em 2020.

Atualmente, Nunes tem ido a agendas públicas nas quais Covas só apreceu virtualmente, como a inauguração de um hospital no campus da Uninove na semana retrasada. Bruno Covas pediu uma licença de 30 dias do cargo de prefeito de São Paulo no último domingo, 02, para dar continuidade ao tratamento que enfrenta contra um câncer no sistema digestivo. O pedido será enviado nesta segunda-feira, 03, à Câmara Municipal, que deve autorizar a posse do vice-prefeito, Ricardo Nunes. Nas redes sociais, Bruno Covas publicou uma carta sobre o seu afastamento temporária e disse que confia em Nunes para dar continuidade ao plano de governo dele, “priorizando o combate à pandemia e seus efeitos”. Veja abaixo:

Carta de Bruno Covas
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Carta de Bruno Covas

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POLÍTICA NACIONAL

“Nenhum líder tratou Covid como gripezinha”, diz Calheiros para Queiroga

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Renan Calheiros
Jefferson Rudy/Agência Senado

Renan Calheiros

O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid , se manifestou sobre as declarações do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em relação as medidas impostas pelo governo federal para enfrentar a pandemia da Covid-19 . As informações foram apuradas pelo Metrópoles. 

Calheiros é o primeiro a fazer as perguntas ao comandante do ministério e acabou se irritando com a primeira resposta de Queiroga, dizendo que “vários sistemas de saúde do mundo tiveram dificuldade” no enfrentamento da crise causada pelo novo coronavírus.

“Não dá para comparar porque nenhum chefe de Estado chamou a Covid de gripezinha”, declarou Renan ao ministro.

Ainda no depoimento, o senador pediu para que o ministro fizesse uma autocrítica sobre a conduta do governo em relação às medidas de enfrentamento. Com isso, Queiroga apontou a frágil infraestrutura do sistema de saúde no país devido ao alto número de mortes e internações pela Covid-19.

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“Faltou fortalecimento do Sistema Único de Saúde. Os senhores sabem as condições que o nosso sistema estava antes dessa pandemia: UTIs lotadas e problemas nos pronto-atendimentos”, compartilhou.

Queiroga foi o terceiro a prestar depoimento na CPI da Covid. Os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich já foram ouvidos pelos senadores. Resta o general Pazuello , que teve depoimento reagendado para o dia 19 de maio devido seu contato com duas pessoas infectadas com o novo coronavírus e passa por uma quarentena.

A CPI da Covid tem como intuito avaliar a conduta do governo federal diante da crise sanitária ocasionada pela proliferação da Covid-19, ressaltando o agravamento da crise sanitária no Amazonas, com a falta de oxigênio e também possíveis irregularidades em repasses federais para os estados municipais.

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POLÍTICA NACIONAL

Conto de fada ou pesadelo? Deputada é criticada por fazer dancinha na Câmara

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Deputada Alê Silva posta vídeo dançando e é criticada por opositores
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Deputada Alê Silva posta vídeo dançando e é criticada por opositores

Alê Silva , deputada do PSL-MG, causou polêmica ao postar em suas redes sociais um vídeo dançando ao lado de duas pessoas, sem o uso da máscara de proteção contra o novo coronavírus, no Salão Verde da Câmara dos Deputados. As informações foram apuradas pelo Isto é.

Vídeo foi postado no TikTok com a legenda: “depois de 12 horas de sessão no plenário, nós tá como?”. Momento ganhou grande repercussão e criticas da oposição

“A deputada bolsonarista, Alê Silva, não tem mesmo o que fazer na Câmara? O Brasil com mais de 400 mil mortes e essa criatura usa as dependências da Câmara para fazer dancinha?”, declarou a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC).

Também por meio das redes sociais, a deputada Carla Zambeli defendeu a colega.“Isso foi depois de trabalhar mais de 13h seguidas, a sessão já tinha acabado e era uma brincadeira. Vocês não têm senso de humor, não?”, respondeu Zambeli no post de Perpétua.

Leia mais:  Conto de fada ou pesadelo? Deputada é criticada por fazer dancinha na Câmara

Devido à repercussão negativa , Alê Silva se manifestou sobre o compartilhamento do vídeo e disse que “foi feito para uma seguidora que sofre de depressão profunda, que está passando por um momento crítico”. “Gravei para fazê-la feliz, como de fato a fiz, por alguns instantes”, ressaltou a deputada.

“[O vídeo] Foi gravado após horas e horas de sessão, quando estávamos apenas eu e mais dois assessores no local, cujo local é público e já foi palco de uma série de manifestações”, compartilhou Alê Silva.

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