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Eduardo Costa recebe ameaças após lançar música polêmica: “Ando com seguranças”

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Eduardo Costa
Reprodução / Instagram

Eduardo Costa

Eduardo Costa anda dizendo por aí que vem sofrendo com ameaças desde que lançou a faixa ‘Cuidado’, que é uma crítica em forma de música sobre a atual situação do país. Em um áudio ao qual esta coluna teve acesso, o cantor narra o medo que vem sentindo por conta da integridade de seus familiares.

“Tô bem, mas o lançamento dessa música me preocupou um pouco. Meu preocupou não no sentido de ameaça a minha pessoa. Essa noite não dormi nada. Estouraram foguete aqui na rua de casa e minha filha já recebeu ameaças. Minha mãe, meus irmãos também já receberam ameaças. Nessa hora não vou mentir que dá uma certa preocupação, um certo medo, sabe?”, começa o artista.

Ele também diz que precisou a mudar sua postura e passar a andar com seguranças. “Agora, por exemplo, eu estou no estúdio. Eu não ando com segurança, mas hoje eu tô com dois seguranças, porque eu não conheço esse povo, né gente? Eu não fiz música pra ninguém, nem pra um lado e nem pro outro. Eu não tenho medo de ninguém não, mas quando se trata da minha família, eu tenho medo sim. Minha família é a coisa mais importante que eu tenho”, diz o sertanejo, que garante não se acuar diante das ameaças.

“Mas isso não vai me impedir e me acuar não. Eu vou me proteger, cuidar de mim, da minha família. A música é o maior sucesso que já vi na minha vida. Não só sucesso meu, eu nunca testemunhei um sucesso desse tamanho. O povo brasileiro pegou a música pra si e essa música é do povo, não é minha. Eu compus a música, mas essa música foi Deus quem me deu. Ela é uma carta de Deus para o povo. Não é uma música de política. É uma música alertando o povo, inclusive os políticos. Mas se a carapuça servir, aí é cada um com seus problemas”.

Procurado, Eduardo Costa demonstrou um posicionamento diferente do áudio. “Já teve várias mensagens no Instagram, Facebook e a gente fica meio com medo. Mas tô andando com segurança, nunca andei, mas agora estou. Sempre andei de forma tranquila, mas agora minha preocupação é minha filha, minha família. Estou procurando o máximo proteger eles. Eu acho que a música foi um grande sucesso e nem acredito nessas ameaças. Acho que isso é mais gente ruim querendo causar do que ameaça. Mas não custa prevenir. Não vou pagar pra ver”, afirma o cantor, que garante que a canção não é direcionada a algum partido específico.

“A música não é partidária, ela serve pra todo mundo. É uma música que com certeza prestou um grande serviço ao povo do Brasil inteiro. Viralizou e já está em tudo que é país, não só no Brasil. Já está na Argentina, Uruguai, Paraguai, na América Latina inteira. Com certeza ela vai entrar para a história das músicas que marcaram as músicas brasileiras. Acho que ela será um marco na minha carreira”, finaliza.

Fonte: IG GENTE

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Cantor Cassiano, que compôs “Primavera”, morre de Covid-19

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Cassiano, autor de
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Cassiano, autor de “Primavera”


O cantor e compositor Cassiano, de 77 anos, morreu nesta sexta-feira (7) no Rio de Janeiro. Internado desde o fim do mês passado no Hospital Estadual Carlos Chagas, o artista foi vítima da Covid-19.

Segundo informações do hospital ao G1, o paciente Genival Cassiano dos Santos morreu às 16h30m.

Cassiano foi responsável por compor vários sucessos da música brasileira, como “Primavera” e “Eu amo você”, gravadas por Tim Maia. Suas músicas também já foram gravadas por vários outros artistas, como Marisa Monte, Djavan, Ivete Sangalo.

Fonte: IG GENTE

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Patrícia Pillar lamenta mortes no Jacarezinho: “A barbárie não pode se instalar”

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Patrícia Pillar
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Patrícia Pillar


Patrícia Pillar recorreu às redes sociais para mostrar a sua indignação com a chacina causada por uma atividade da Polícia Civil que vitimou vinte e cinco pessoas no Complexo do Jacarezinho, nesta quinta-feira (6), e se solidarizar com “famílias que perderam alguém em nome dessa batalha sem sentido”. Para ela, foi a atuação mais letal da história do Rio de Janeiro.

Ao dar voz aos sentimentos e pensamentos, a estrela da Globo afirmou que, “assim como aconteceu após todas as outras operações, o tráfico não acabará, sequer terá alguma diminuição” e que “já são anos que essa guerra insana às drogas é usada para justificar o assassinato de pessoas pobres e, na maior parte, pretas pelas forças do Estado”.


Depois, lembrou que “nós não temos pena de morte! Não é a polícia, o governador ou o presidente que devem decidir quem vive ou morre. A barbárie não pode se instalar aqui”. Nos comentários, uma internauta fez coro à reflexão, justificando que “ninguém tem direito de tirar a vida de ninguém”. Já outro seguidor lamentou: “Já se instalou, Patrícia. O Brasil está ao deus-dará”.


Fonte: IG GENTE
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