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POLÍTICA NACIONAL

CPI da Covid: oposição aposta em Mandetta para expor Bolsonaro

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Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde

BRASÍLIA – Os depoimentos dos ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, hoje, na CPI da Covid, devem ser marcados pela tentativa de senadores independentes e de oposição de apontar erros do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Governistas, por sua vez, buscarão imputar a Mandetta, que tem atuação crítica a Bolsonaro, falhas da atuação do Executivo federal no início da pandemia. O Palácio do Planalto quer aproveitar este primeiro dia de depoimentos para tentar diminuir o impacto das cobranças sobre a gestão de Eduardo Pazuello, que será ouvido amanhã. A estratégia é que senadores governistas critiquem Mandetta, por exemplo, pela orientação inicial de que as pessoas não procurassem imediatamente um médico ao sentir os primeiros sintomas de Covid-19. Ele também será questionado sobre o plano de logística para atender estados e municípios com medicamentos e respiradores, e acordos para adquirir vacinas.

A intenção do Palácio do Planalto é tentar comparar essas ações com o que foi feito depois por Pazuello, para tentar refutar a tese de que o governo foi omisso. Dentro da estratégia está também um treinamento de Pazuello, que incluiu uma reunião no sábado na qual o ex-ministro repassou pontos de sua gestão ensaiando respostas para a CPI.

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POLÍTICA NACIONAL

China evita falar em prazos para a entrega de insumos e imunizantes ao Brasil

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Servidor da Fiocruz prepara vacina de Oxford/AstraZeneca
Tomaz Silva/Agência Brasil

Servidor da Fiocruz prepara vacina de Oxford/AstraZeneca

Principal fornecedor mundial do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) para a produção de vacinas contra a Covid-19, a China evita falar em prazos para a entrega de insumos e imunizantes ao Brasil , devido à forte demanda internacional por esses produtos. O país também alega que é preciso dar um ritmo mais rápido à vacinação da população do país asiático.

Essa foi a mensagem que o embaixador chinês em Brasília, Yang Wanming, passou ao governo brasileiro. O embaixador se reuniu com os ministros da Economia ( Paulo Guedes ), das Relações Exteriores ( Carlos França ) e da Saúde ( Marcelo Queiroga ), além de representantes do Butatan e da Fiocruz.

A conversa, virtual , ocorreu nesta sexta-feira, dois dias depois de o presidente Jair Bolsonaro cometer mais uma gafe envolvendo a China. Sem citar o nome do país, Bolsonaro disse que o coronavírus havia sido criado em laboratório , como parte de uma guerra química, irritando Pequim.

Segundo fontes que acompanharam a reunião, Yang Wanming reiterou que Pequim tem o Brasil como destino preferencial e que trabalha para acelerar os envios. Mas evitou falar em prazos. Os ministros agradeceram a ajuda da China no combate à pandemia de Covid-19. O Itamaraty vem tentando, insistentemente, conseguir a liberação das exportações chinesas. O Brasil espera o fornecimento de IFAs para fabricar 60 milhões de doses da vacina Oxford-AstraZeneca , além de outras 30 milhões de doses do imunizante da Sinopharm. A expectativa é que os produtos sejam entregues ainda neste semestre.

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Perguntado sobre o tema, o secretário-executivo do Ministério da Saúde , Rodrigo Cruz, disse que o governo brasileiro vem conversando com autoridades chinesas para tentar acelerar a entrega dos produtos. Ele não participou da reunião com o embaixador, mas ressaltou que o assunto é tido como prioritário no governo.

— Não tive a oportunidade de participar da reunião, mas é importante mencionar que ela não é uma iniciativa isolada. A gente está sempre conversando, quer seja com a embaixada brasileira em Pequim , quer seja com o embaixador chinês aqui no Brasil, sempre com o objetivo de garantir que esse IFA chegue ao país. Não temos a confirmação ainda dessas doses (do insumo) — afirmou Cruz.

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POLÍTICA NACIONAL

Rodrigo Maia vai para o PSD de Kassab e Eduardo Paes, diz jornalista

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Deputado Rodrigo Maia
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Deputado Rodrigo Maia

deputado federal e ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) teria batido o martelo e selado sua ida para o PSD. As informações são do jornalista Ricardo Noblat.

O negocia sua saída do DEM desde a derrota de seu candidato à presidência da Câmara, Baleia Rossi. Maia acusou o partido de traição devido à quantidade de votos recebidos pelo rival Arthur Lira (PP-AL), que acabou eleito.

Assim, Maia se juntaria à Kassab e Eduardo Paes, que selou sua ida ao partido na quarta-feira. Ainda segundo Noblat, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, pode ser o próximo a abandonar o partido de ACM Neto para desembarcar no PSD. Ele seria o escolhido para disputar a presidência pelo partido, funcionando como uma alternativa a Lula e Bolsonaro.

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