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POLÍTICA NACIONAL

“Não existe leito ocioso em hospitais das Forças Armadas”, diz Braga Netto

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Braga Netto, ministro da Defesa
Marcos Corrêa/PR

Braga Netto, ministro da Defesa

O ministro da Defesa, general Braga Netto , disse em depoimento no Senado nesta quinta-feira (29) que não existem leitos ociosos em hospitais das Forças Armadas . Questionado por senadores, Braga Netto ainda afirmou que o índice de contaminação por Covid-19 entre militares é maior.

“Na realidade, o índice de contaminação dentro da família militar é maior, bem maior do que a da população em geral. O nosso índice de contaminação é maior quando se conta a família militar como um todo, porque a faixa etária da família militar é maior”, disse o chefe da pasta.

Segundo Braga Netto, o que existem são leitos em rodízio. “O fato é: não existe hoje leito ocioso nos nossos hospitais. Nossos hospitais estão completos. O leito que está vago é exatamente o do rodízio de quem está na UTI e sai para entrar um pior”, completou.

No início de abril, uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo mostrou que os hospitais das Forças Armadas reservam vagas para militares e deixam até 85% de leitos ociosos sem atender civis .

Em resposta à senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), que criticou a mistura de políticas de governo com políticas de Estado e disse haver tentativa de politização das Forças Armadas, Braga Netto disse que há uma ideia equivocada.

“Não existe politização nas Forças Armadas, isso aí é uma ideia equivocada. Houve uma troca de ministros e, por uma questão funcional, houve a troca dos comandantes, por uma questão até de antiguidade”, afirmou o ministro.

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POLÍTICA NACIONAL

“Nenhum líder tratou Covid como gripezinha”, diz Calheiros para Queiroga

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Renan Calheiros
Jefferson Rudy/Agência Senado

Renan Calheiros

O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid , se manifestou sobre as declarações do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em relação as medidas impostas pelo governo federal para enfrentar a pandemia da Covid-19 . As informações foram apuradas pelo Metrópoles. 

Calheiros é o primeiro a fazer as perguntas ao comandante do ministério e acabou se irritando com a primeira resposta de Queiroga, dizendo que “vários sistemas de saúde do mundo tiveram dificuldade” no enfrentamento da crise causada pelo novo coronavírus.

“Não dá para comparar porque nenhum chefe de Estado chamou a Covid de gripezinha”, declarou Renan ao ministro.

Ainda no depoimento, o senador pediu para que o ministro fizesse uma autocrítica sobre a conduta do governo em relação às medidas de enfrentamento. Com isso, Queiroga apontou a frágil infraestrutura do sistema de saúde no país devido ao alto número de mortes e internações pela Covid-19.

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“Faltou fortalecimento do Sistema Único de Saúde. Os senhores sabem as condições que o nosso sistema estava antes dessa pandemia: UTIs lotadas e problemas nos pronto-atendimentos”, compartilhou.

Queiroga foi o terceiro a prestar depoimento na CPI da Covid. Os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich já foram ouvidos pelos senadores. Resta o general Pazuello , que teve depoimento reagendado para o dia 19 de maio devido seu contato com duas pessoas infectadas com o novo coronavírus e passa por uma quarentena.

A CPI da Covid tem como intuito avaliar a conduta do governo federal diante da crise sanitária ocasionada pela proliferação da Covid-19, ressaltando o agravamento da crise sanitária no Amazonas, com a falta de oxigênio e também possíveis irregularidades em repasses federais para os estados municipais.

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POLÍTICA NACIONAL

Conto de fada ou pesadelo? Deputada é criticada por fazer dancinha na Câmara

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Deputada Alê Silva posta vídeo dançando e é criticada por opositores
Reprodução

Deputada Alê Silva posta vídeo dançando e é criticada por opositores

Alê Silva , deputada do PSL-MG, causou polêmica ao postar em suas redes sociais um vídeo dançando ao lado de duas pessoas, sem o uso da máscara de proteção contra o novo coronavírus, no Salão Verde da Câmara dos Deputados. As informações foram apuradas pelo Isto é.

Vídeo foi postado no TikTok com a legenda: “depois de 12 horas de sessão no plenário, nós tá como?”. Momento ganhou grande repercussão e criticas da oposição

“A deputada bolsonarista, Alê Silva, não tem mesmo o que fazer na Câmara? O Brasil com mais de 400 mil mortes e essa criatura usa as dependências da Câmara para fazer dancinha?”, declarou a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC).

Também por meio das redes sociais, a deputada Carla Zambeli defendeu a colega.“Isso foi depois de trabalhar mais de 13h seguidas, a sessão já tinha acabado e era uma brincadeira. Vocês não têm senso de humor, não?”, respondeu Zambeli no post de Perpétua.

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Devido à repercussão negativa , Alê Silva se manifestou sobre o compartilhamento do vídeo e disse que “foi feito para uma seguidora que sofre de depressão profunda, que está passando por um momento crítico”. “Gravei para fazê-la feliz, como de fato a fiz, por alguns instantes”, ressaltou a deputada.

“[O vídeo] Foi gravado após horas e horas de sessão, quando estávamos apenas eu e mais dois assessores no local, cujo local é público e já foi palco de uma série de manifestações”, compartilhou Alê Silva.

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